Livro, televisão, internet
Rachel de Queiroz
É dizer como o outro: já que o homem não vai ao livro, que vá o livro ao homem. Multipliquem-se as feiras de livros pelas praças da cidade, e não só desta, como de todas as cidades do interior. Ah, o interior! As livrarias são poucas, a distribuição das editoras não é boa. Nunca se pisa em cidade do interior sem escutar dos interessados a queixa de que livro de fulano, que está muito falado, não apareceu à venda na terra. Talvez fosse um êxito inesperado a inauguração de feiras de livros por este Brasil afora: o pessoal ver os livros assim de cara como a farinha e os legumes. Poder mexer, palpar, olhar as figuras, se interessar. Seria talvez uma revolução.
É claro que, com a vida difícil de hoje em dia, o pessoal anda primeiramente preocupado em juntar algum no bolso para adquirir o pão, a roupa e o teto: e assim se esquece que a alma também precisa de alimento, esquece aquela velha história de que nem só de pão vive o homem, e vai deixando o livro de lado.
Mas assim mesmo, com todas as dificuldades da vida, o fato é que, para terra tão grande, vende-se muito pouco livro no Brasil. Será que o povo não tem mais tempo para ler? Nas casas mais humildes de cidades do interior aparece com notável freqüência a antena de TV. E se tem antena, tem TV lá dentro.
O homem tem posto em uso invenções estupendas para o seu divertimento, mas a verdade é que não há milagre eletrônico capaz de superar o poder de entretenimento de um bom livro. A TV é ótima mas você tem de depender dos caprichos da programação, escuta e vê o que não pediu, tem de se submeter a horários criados pelos outros de acordo com as conveniências deles, não da sua, e sabe que está sendo incluído numa categoria subjetiva a que eles chamam de público-alvo, tudo catalogado como roupa em gaveta: roupa chique (classe A e B), gavetas de cima; roupas de uso doméstico e de trabalho, gavetas do meio; e lá embaixo, a roupa descombinada e sem grife dos programas de auditório. E ainda não falei na praga maior, que é o anúncio. O eterno, inevitável, apavorante anúncio, mal necessário, sim, que chateia durante meia hora para nos deixar ver um programa de cinco minutos.
Cinema é muito bom, mas é caro, longe de casa, exige que se saia, mude de roupa, e também, só se vêem as fitas que estão em cartaz, e não aquelas que a gente desejaria.
O livro, não. Apesar de ter subido de preço, ainda custa barato, mais barato do que um ramo de rosas para a namorada ou um jantar no restaurante. Uma noitada em boate, com show e bebida, dá para comprar algumas dezenas de volumes - quer dizer, divertimento para meses e até ano, se o leitor é vagaroso. O livro não exige capital nem maquinismo, não tem anúncio - e não tem patrocinador! A sua variedade tem como limite o infinito; discute com você todos os assuntos que a mente humana já tratou, apresenta-o às personalidades mais ilustres e lhe conta os seus segredos. Você quer saber as últimas teorias científicas sobre o espaço cósmico, os ritos funerários dos egípcios, a série cronológica dos amantes de Catarina, a Grande? Há sempre um livro que lhe dará a informação. E se o que você deseja é sentir a presença inefável dos grandes poetas, a imaginação dos maiores ficcionistas - ah, eles estão todos aí, se oferecendo à sua mão, na hora em que você os convocar. Poemas, romances, contos, narrativas, memórias - o que a mente do homem criou, desde que sabe escrever - e isso já faz séculos, milênios - está tudo nos livros, guardado nos livros, como um tesouro para seu uso.
E a feira de livros, além de colocar o livro ao alcance fácil do comprador, a preços de desconto, ainda tem a parte social e simpática: as festas de autores, em que não só o livro, mas os que os escrevem, os autores, são convocados a se apresentar ao povo, num contato democrático e cordial. Aí você, leitor, terá oportunidade de conhecer em carne e osso seu romancista predileto, o seu poeta de estimação ou o seu erudito de confiança.
Eu sei, eu sei: todos vocês, jovens, vão dizer - "Mas hoje, toda informação que quisermos, vamos encontrar na internet." Mas é isso: internet é informação, é trabalho, não traz prazer ou divertimento. Pois então vá experimentar ler, na íntegra, Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski, ou Guerra e Paz, de Tolstoi, pela internet. E depois me diga.
O Estado de São Paulo (São Paulo - SP) em 19/10/2002
Compartilho minhas experiências interiores, vivenciadas a partir do Movimento NossaCasa!!! Embarque comigo nesta onda e boa viagem!!! Um blog experimental, para quem gosta de ler, ler, de escrever, pensar, cheirar, falar e compartilhar também. Arte/educação/cultura/comunicação popular,inclusão digital,amor à natureza, controle social, manifestações populares,juventude rural, comunidades tradicionais, lugares e pessoas legais de conhecer. Leia tmb www.mochileirotuxaua.blogspot.com.
Para + Leituras das nossas comunidades, acesse:
1) http://barcadasletras.blogspot.com/O blog da nossa biblioteca comunitária itinerante Barca das Letras. Lá vc viajará conosco incentivando prazerosamente o gosto pela leitura, praticará a democratização do acesso à leitura, literatura, ao livro. E saberá como e onde doar livros para nossas comunidades ribeirinhas da Amazônia e tmb de outras ecoregiões brasileiras. Então, venha conosco e boa leitura!!!
2) http://www.mochileirotuxaua.blogspot.com/
as mochiladas culturais pelas comunidades tradicionais do Oiapoque ao Chuí (Prêmio Tuxaua Cultura Viva 2010 do Ministério da Cultura)
3) http://editaisdecultura.blogspot.com/
Oportunidades para apoio a projetos culturais para quem faz ou quer fazer cultura viva
4) http://nossosmestres.blogspot.com/
Desescondendo os mestres da cultura popular brasileira, conhecidos durante as várias atividades pelas comunidades tradicionais do Brasil, desde 2008.
5) http://circomagicodaleitura.blogspot.com/
Vários textos, publicações e indicações de leitura crítica para quem faz cultura viva
6) http://palhacoalecrim.blogspot.com/
Blog em homenagem ao Palhaço Alecrim da Beira D'Água, que animou a garotada do Pará, da capital e do interior, nas décadas de 60 a 90.
7) http://caminhadadaluz.blogspot.com/
Lugares especiais, de gentes e energia positiva para quem quer (con)viver com simplicidade e humanidade. Ideal para galera que vive em cidade, atordoada pelo consumismo e outros ismos mais... Viaje por esses caminhos de luz, vale o prazer...
8) http://radianossacasaamazonia.blogspot.com/
Vídeos-reportagens realizados durante nossas intervenções megafônicas da nossa "rádia comunitária itinerante" pelas comunidades tradicionais do interior do Brasil e em eventos culturais nas capitais.
9) http://nossacasaap.com.br/
desativado
10) http://nossagendacultural.blogspot.com/: divulgação de eventos de movimentos culturais populares Brasil afora.
11) conexaonossacasa.blogspot.com : blog que divulga as ações ecoculturais realizadas em Brasília, a partir de setembro/2011, compartilhando nossos saberes adquiridos nas comunidades ribeirinhas do Amapá, desde 2008.
Boa diversão!!!
11) Twitter : @JonasBanhos
12) youtube: nossacasadecultura
13) https://www.facebook.com/#!/jonas.banhos
https://www.facebook.com/#!/pages/Barca-das-Letras-NossaCasa-de-Cultura-e-Cidadania/145617575484649
14) + fotos: http://www.flickr.com/photos/mochileirotuxaua/
Meus contatos:
jonasbanhosap@gmail.com
(61) 8167 1254 - Tim Brasília/DF
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11) conexaonossacasa.blogspot.com : blog que divulga as ações ecoculturais realizadas em Brasília, a partir de setembro/2011, compartilhando nossos saberes adquiridos nas comunidades ribeirinhas do Amapá, desde 2008.
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Trupe Cultura Viva na Foz do Rio Macacoari, apresentando o prazer da leitura com as crianças (Itaubal/AP)
Trupe Cultura Viva na Comunidade Foz do Rio Macacoari(Itaubal/AP)
Foz do Rio Macacoari (Itaubal/AP)
Trupe Cultura no Rio Macacoari (Carmo do Macacoari - Itaubal/AP)
Trupe Cultura Viva na Comunidade Foz do Rio Macacoari (Itaubal/AP)
Rio Macacoari (Itaubal/Amapá)
Rio Matapi - Amapá
Irmandade de São Benedito preparando-se para a chegada na Festividade de São Raimundo do Quilombo Pirativa (Amapá)
Festividade na Comunidade Quilombo Pirativa (Amapá)
Palhaço Ribeirinho nas comunidades do Piauí
Trupe Cultura Viva no quilombo Pirativa (Amapá). Leia + em http://www.mochileirotuxaua.blogspot.com/
Mestre da cultura popular de Nossa Senhora de Nazaré (PI), premiado pelo Mais Cultura do Ministério da Cultura.
Trupe Cultura Viva no Piauí, só alegria, leitura e cultura popular!!
Criança piauiense "brincando" de ler, durante nossa Pororoca Cultural Picoler. Leia + em mochileirotuxaua.blogspot.com
Circo Mágico da Leitura na Comunidade Boquinha (zona rural de Teresina/PI))
CGU no Carmo do Macacoari, fiscalizando prédios públicos abandonados (Itaubal/AP)
I Turma de Controladores Sociais do Rio Macacoari (Carmo do Macacoari-Itaubal/AP)
NossaCasa de Cultura e Cidadania do Rio Macacoari (Carmo do Macacoari/Itaubal-AP
Rádi@ NossaCas@ Amazôni@ Livre
PRÊMIO TUXÁUA CULTURA VIVA 2010
Fomos premiados pelo Ministério da Cultura com o Prêmio Tuxáua 2010, representando as comunidades ribeirinhas/tradicionais do Amapá e da Amazônia. Agradecemos a tod@s as comunidades que nos recebem e receberam nos últimos 2 anos com muito amor, carinho, respeito e atenção. Obrigado pela troca sincera de saberes, sabores, dizeres e fazeres.Dedico este prêmio a vocês, à minha família, à minha tia Cici Ardasse, à voluntária ativista Rita de Cácia e a tod@s que embarcaram nas ondas da Rádi@ NossaCas@ Amazôni@, que nos permitirá levar para 16 comunidades tradicionais do Brasil a cultura ribeirinha amapaense, com o projeto "Mochileiro Tuxáua Cultura VIva - Do Oiapoque ao Chuí".
Dois palhaços do Amapá, da Amazônia na TEIA 2010
Praia de Iracema, Fortaleza-CE - março/2010
Incentivando a leitura com meninos de rua em Macapá-AP
Literatura, artes, brinquedos, fotografia, desenhos e Rádi@ NossaCas@ Amazôni@
Palhaço Ribeirinho entrevistando Palhaço Charles
Março 2010 - Teia - Fortaleza-Ceará
Oficina de Comunicação Livre para crianças de rua em frente ao Rio Amazonas
Em Macapá, exercício de comunicação livre com a Rádi@ NossaCas@ Amazônia e a BArca das Letras.
Em Belém do Pará
pela justiça, contra a impunidade, contra a violência do Estado e da própria sociedade!!! Todo domingo, na Praça da República. Apóie essa causa, esse movimento!!!
Menin@s de rua de Macapá no comando da BArca das Letras
Leitura, música, arte, fantoches, contação de histórias, troca de saberes e fazeres, cheiros e sabores... mística e espiritualidade com os excluídos inocentes da sociedade capitalista selvagem!!!
15 de maio - Encontros da Rádi@ NossaCas@ Amazônia na Praça da República em Belém/PA
Escritor paraense Antonio Juraci Siqueira, cordelista, fazendo divulgação do seu cordel premiado este ano "O menino que ouvia estrelas e se sonhava canoeiro." e Daniel Rocha da Revista PZZ O Pará de zero a zero (www.revistapzz.com.br). Galera que faz cultura viva na Amazônia. Bom reencontrá-los amigos!!!
Mais doações de livros em Brasília para nossas comunidades ribeirinhas da Amazônia
Valeu a tod@s @s doadores de livros.... muuuuiiiitttoooo obrigado!!!
Dois palhaços se encontram na TEIA 2010 - Fortaleza/CE
Show de bola, de alegria, de cidadania. Valeu Palhaço Charles... saudades irmão!!!
Vai ter cinema ambiental na Comunidade Carmo do Macacoari em breve
Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, a NossaCasa exibirá 52 filmes com temática ambiental. Em seguida, rodas de leitura...
NossaCasa é elo de ligação, ponte...
Ligamos pontos de cultura popular da Amazônia, do Brasil, porque acreditamos que é preciso um mutirão de amor para que a gente viva feliz, na simplicidade, com respeito e muita união e solidariedade.
Programa NossaCasa Amazônia, toda 5ª feira, das 18h/19h
Agora você pode acompanhar o programa pela internet no link http://radiotime.com/station/s_124090/Novo_Tempo_FM_1059.aspx ou http://www.novotempofm105.com/. E pode participar pelo email nossacasaap@gmail.com ou pelo meu msn jbanhos@hotmail.com ou ligar no (96) 3251 2470 (Macapá/AP).
3 de maio - Rádi@ NossaCasa Amazônia com Sem Terrinhas de Mosqueiro/PA
Comunicação livre, brincadeiras, leitura de mundo no Assentamento Mártires de Abril, na Ilha de Mosqueiro no Pará.
1º de maio - NossaCasa no lançamento do livro "João Batista mártir da luta pela reforma agrária"
A convite do escritor Pedro Batista participamos de mais uma atividade de incentivo à leitura de mundo com as comunidades rurais (Município de Ipixuna do Pará)
Sem terrinha no Julgamento do assassino de Irmã Dorothy
Belém/PA, 30 de abril de 2010.
Rádi@ NossaCas@ Amazônia estará presente no:
Venha participar, falar, colocar para fora o que está lhe oprimindo... A Rádi@ que dá voz aos oprimidos pelo sistema!!!!
AGENDA DAS PRÓXIMAS INTERVENÇÕES MEGAFÔNICAS DA RÁDI@ NOSSACAS@ AMAZÔNI@.
30/04 - Julgamento do Assassino da Irmã Dorothy - Belém/PA; 01/05 - Ato in memorian de João Batista - mártir amazônida da reforma agrária em Mãe do Rio, Aurora do Pará e Ipixuna do Pará; 3/05 - Roda de Carimbó do Iaçá - Belém/PA; 06/05 - Programa NossaCasa Amazônia na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9 FM; 12 a 15/05 - Festival da Cultura Negra - Montes Claro/MG.
II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES
Dois grandes escritores paraenses, que retratam a realidade das comunidades ribeirinhas e periféricas da Amazônia. Valeu galera pelas poesias e arte!!!
Amig@s do Arraial do Pavulagem, Belém/PA, visitando a NossaCasa.
II Jirau de Escritores Paraenses - abril/2010
Um domingo, de manhãzinha, em Macapá/AP
Invisibilidade social, exclusão, abandono, insensibilidade coletiva, desamor pelo próxim@: os frutos do capitalismo selvagem...
NossaCasa na Conferência Nacional de CUltura 2010
Com minhas amigas paraenses do incentivo à leitura nas comunidades da Amazônia. Valeu galera, pela ajuda e participação na Rádi@ NossaCas@ Amazôni@.
Rádi@ NossaCas@ Amazôni@ entre em ação na Pré Conferência Setorial do Livro, Literatura e Leitura
Na falta de energia, entra a Rádi@ das ribeirinhas da Amazônia, onde o luz para todos não chegou ainda.... O Diretor do Livro do Ministério da Cultura, Fabiano Santos, e toda a mesa, acharam fantástica a forma de fazer comunicação livre na Amazônia livre e de incentivar a leitura, principalmente.
GOG, grande ativista social por meio do hip hop, participou ativamente da Rádi@ NossaCas@ Amazônia
Conferência Nacional de Cultura - Brasília/DF - março/2010
Delegação da NossaCasa e amigos na 8ª Oficina de Inclusão Digital - Belo Horizonte - outubro/2009
Neste evento, conseguimos o Telecentro para nossa comunidade do Carmo do Macacoari (Itaubal/AP), em mais uma articulação vitoriosa dos ativistas da NossaCasa em prol de um mundo melhor, mais humano, mais solidário e inclusivo digitalmente. Assim, nossas vozes e imagens serão ouvidas e vistas além da floresta amazônica e da beira de nosso rio Macacoari...
NossaCasa na Conferência Nacional de Cultura
De entrevistador a entrevistado na Rádi@ NossaCas@ Amazônia, a voz dos excluíd@s e oprimid@s desta sociedade capitalista, homogênea que tenta tudo nos impor, ao invés de dispor, discutir ao invés de dialogar, competir ao invés de cooperar, odiar ao invés de amar, discordar ao invés de unir, duvidar ao invés de acreditar, desesperar ao invés de esperançar, cultuar a tristeza, a violência ao invés da alegria e da paz, valorizar a cultura de massa ao invés da nossa rica e diversa cultura popular....
NossaCasa do Rio Macacoari
Estamos transformando, devagar e sempre, por meio da cultura a vida das comunidades do nosso rio, das nossas raízes....
NossaCasa no II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES - Belém/PA
Artes integradas para incentivar a leitura de mundo!!!!
NossaCasa na TEIA 2010 - Fortaleza/CE
Mais uma vez as gentes de partidos políticos do Amapá, infiltradas nos Movimentos Sociais, tentaram nos deixar de fora. Aprendam de uma vez por todas: vocês não conseguirão jamais nos deter seus limitados, incompetentes, covardes!!!
NossaCasa na TEIA 2010 - Fortaleza/CE
Mobilizando os Pontos de Cultura do Brasil para assinar Moção de Repúdio ao Governo do Amapá/Secretaria de Cultura, que estão assassinando o Programa no Amapá: diminuindo de R$180.000 para R$160.000,00 (este é um excelente exemplo de Custo Amazônico, ou seja, governos insensíveis, corruptos e descompromissados com a cultura popular. É o mesmo governo que pagou R$300.000,00 para Vicor e Léo tocar por 1h30m na Feira Agropecuária de 2009... ABSURDO!!!! Cadê o Tribunal de Contas, Ministério Público???); só selecionaou 12 Pontos de Cultura ao invés de 15 vagas no Edital (num Estado pobre de apresentação de projetos, o DESGOVERNO ainda se dá ao luxo de devolver recursos federais kkkkk r-i-d-í-c-u-l-o-s); não divulgou o resultado final na internet (falta transparência... DESONESTOS. DESPREPARADOS, INEFICIENTES, DESONESTOS), prejudicando os 3 projetos desclassificados de RECORRER do resultado; só liberaram R$40.000,00 da parcela de R$53.333,33 previstano Convênio (cadê o dinheiro PÚBLICO seus INCOMPETENTES, GENOCIDAS DA CULTURA POPULAR). Fora INCOMPETENTES DA SECRETARIA DE CULTURA DO AMAPÁ!!!
Déia Palheta do Grupo de Carimbó Iaçá de Belém do Pará doando CD à Rádi@ NossaCas@ na TEIA 2010/CE
NossaCasa na Praça da República em Belém/PA
Artistas de rua, trabalhadores de rua, crianças, jovens e adultos, por meio da cultura, nos tornamos tod@s iguais!!!
NossaCasa no II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES - ABRIL/2010
Com meus amigos da cultura popular paraense.
ARRASTÃO DO PAVULAGEM 2010 (BELÉM/PA) - CALENDÁRIO
Da Escadinha da Estação das Docas até a Praça da República. Hora: a partir de 9h, 13, 20 e 27/06 e 4/07/2010. Nos vemos lá!!!
NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Contribuindo para a formação do novo cidadão, em qualquer lugar do Brasil, da América Latina, do mundo!!!
NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Todo mundo monta e desmonta a NossaCasa de Cultura e Cidadania: isso é participação, protagonismo e solidariedade. Paulo Freire na veia!!!
NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Criança candanga admirando urubus e araras amazônicos, obra de artistas do Arraial do Pavulagem e da Praça da República (Belém/PA)
NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Roda de Leitura:artigo da Revista Simples para ajudar a ler o mundo ao redor...
NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 26/04/2010
Oficineira Popular Mariane, apresentando seu e, depois, nosso "amiguinho tímido", na Rodo de Terapia Comunitária: muito bom!!!
NossaCasa em São Sebastião - Brasilia/DF - 24/04/2010
Roda de Conversa
NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Oficina para "Economistas Solidári@s": lindo, mágico e feliz.
Crianças ribeirinhs atentas á aula de marabaixo e carimbó
Comunidade Carmo do Macacoari/AP
NossaCasa no aniversário de Brasília, outros 50 anos
Brasilia é assim, céu azul, alegria, família, arte, cultura e cidadania.
NossaCasa no aniversário de Brasília, outros 50 anos
Brasília do respeito à diversidade religiosa e afrocultural.
NossaCasa na Brasília, outros 50
21 de abril de 2010 - Aniversário de Brasília - 50 anos.
Roda de Conversa na Comunidade Carmo do Macacoari
Diálogo com alunos, professores, pais, agentes de leitura para decidir e construir a participação em mais um Edital do Ministério da Cultura: Pontinhos de Cultura.
Mais uma doação artística vinda de uma Comunidade Ribeirinha Curuá do Bailique
Artesã D. Regina Pantoja.
Agente de Leitura Raimunda Trindade fiscaliza reforma da NossaCasa no Carmo do Macacoari/AP
Biblioteca, Cinema, Telecentro, Brinquedoteca, Rádio Comunitária, Oficinas e Palestras, Horta Agroecológica, apresentações artísticas. Tudo num só lugar, num só Ponto de Cultura e Cidadania. Inauguração em breve!!!
Crianças da Comunidade Carmo do Macacoari
Roda de Brincadeira no Rio Macacoari - Município de Itaubal - Amapá
A Quadrilha da nossa biblioteca Arca das Letras
Comunidade Carmo do Macacoari - Itaubal/Amapá
Transporte que leva à minha comunidade Carmo do Macacoari/AP
Em razão do péssimo estado da estrada, 115 km são percorridos 3m 3h30minutos. Isto é o custo amazônico também.
Nossas crianças ribeirinhas precisam de muito cuidado...
Comunidade Carmo do Macacoari - município Itaubal - Amapá - abril/2010
Verônica dos Tambores
Mantenedora da cultura popular do Marabaixo em Mazagão, Macapá e no Brasil. Quando perguntei se a cultura e o Marabaixo têm o poder de transformar a educação ela me respondeu: “A cultura é o ponto fundamental. Quando você tem arte, quando você tem tradição, quando você não tem vergonha de mostrar o que é teu, faz efeito. Agora quando você tem vergonha de ser você e apresentar o que é de você, você se esconde e não faz efeito.agora eu verônica dos tambores, eu tenho torcido muito, pela postura que eu tenho, pela indignação que eu tenho, pela forma que meu pai me deu de me educar e educar meu povo. Só a coragem, só a força, só a energia, só a determinação pode chegar no ponto fundamental. E o Marabaixo é a resistência não do negro, mas de um povo que veio para salvar a humanidade.”
Festividade do Glorioso São Jorge
Seara de Umbanda Ogum Rompe Mata
Mestra D. Coló - erveira do Ver-o-Peso
Não deixe de visitá-la ao ir a Belém/PA. Vale a pena!!!
Parabéns Brasília linda, viva, diversa, cultural e cidadã.
Que venha mais 50 anos!!!
Roda de Conversa na Comunidade Carmo do Macacoari
Assunto: preparativos para a chegada do Telecentro da comunidade ribeirinha.
BArca das Letras em ação: incentivando a leitura de mundo com as comunidades ribeirihas.
Comunidade Carmo do Macacoari - município de Itaubal/AP
Banheiro nas comunidades ribeirinhas da Amazônia
Os dejetos caem direto nos rios.... É assim que cuidamos da Amazônia??? Governos incompetentes!!! Todos!!!!
Movimento Educacionista: luta por uma educação de qualidade.
NossaCasa é Educacionista. Lutamos pela educação de qualidade na ribeirinha e periferia amapaense e de toda a Amazônia.
16/04 - Doações diárias à Biblioteca Comunitária 24 horas BArca das Letras
Obrigado a tod@s @s noss@s doadores. Vocês estão ajudando a democratizar o acesso ao livro, literatura e leitura. Juntos, estamos construindo um mundo melhor, mais humano, mais justo e soldiário. Valeu!!!!
Caricatura do Palhaço Ribeirinho Jonas Banhos
Arte do meu novo amigo da cultura : Adailton Costa de Belém/PA.
II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES
7 A 10 de abril - Roda de poesia, doação de livros para comunidades ribeirinhas da NossaCasa Amazônia.
Comunicadora popular da NossaCasa Rita de Cácia
Valeu parceira Rita por tocar, voluntariamente, também o Programa NossaCasa Amazônia nas minhas ausências e na presença também.
7 a 10 de abril - II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES
A NossaCasa esteve ativa e alegremente presente. Muito bom!!
Programa NossaCasa Amazônia, toda quinta-feira (18h/19h) na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9FM
Depois de dois meses ausente do meu programa, retornando com uma entrevistada especial da ribeirinha amapaense, lá do Bailique: D. Regina Pantoja, artesão, leitora, defensora da NossaCasa Amazônia. É o des-silenciamento das comunidades ribeirinhas da Amazônia.
15/04 - Professores na rua em luta por educação de qualidade no Amapá
Chegando em Macapá, encontrei com professores indignad@s pelo (des)caso da educação no Amapá: escolas públicas abandonadas, professores desmotivados, desvio de R$200 milhões pelo Secretario de Educação entre muitas outras coisitas....
Biblioteca Comunitária BArca das Letras
15 de abril - leitores, doadores e pesquisadores da nossa Biblioteca-mãe 24 horas. Obrigado galera!!!
Crianças ribeirinhas: futur@s cuidadores ou destruidores da Floresta Amazônica???
Depende do que tod@s nós fizermos por elas. Pela qualidade da sua educação, cultura e comunicação.
NossaCasa na Mídia LIVRE (comunicação popular)
Editais em aberto do Ministério da Cultura - Aproveite!!!
Acesse http://www.cultura.gov.br/site/categoria/editais-ministerio-da-cultura/
Notícias da NossaCasa na mídia GRANDE:
http://www.iteia.org.br/radio-ribulico-no-sebrae-teia-2010
http://www.iteia.org.br/jonas-banhos-denuncia
http://www.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/12/17/171209ra0007.jpg/viewhttp://www.cnmcut.org.br/verCont.asp?id=20877
http://www.youtube.com/watch?v=fJL-zMVzu0I&feature=channel
http://www.vermelho.org.br/tvvermelho/noticia.php?id_noticia=121350&id_secao=29
http://cantinholouco.blogspot.com/2009/12/1-conferencia-nacional-de-comunicacao.html
http://www.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/12/17/171209ra0007.jpg/viewhttp://gazetamaringaense.blogspot.com/http://megafone.inf.br/modules/noticias/article.php?storyid=1907
http://cearanews.blogspot.com/2009/12/o-povo-na-confecom.html
http://www.iteia.org.br/jonas-banhos-denuncia
http://www.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2009/12/17/171209ra0007.jpg/viewhttp://www.cnmcut.org.br/verCont.asp?id=20877
http://www.youtube.com/watch?v=fJL-zMVzu0I&feature=channel
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TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
A Delegação dos Excluídos do Amapá, mais uma vez sabotados pelos incompetentes da Secretaria de Estado de Cultura do Amapá se fez presente, com muito barulho e ação. Mais uma vez, fizemos a diferença...
TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
A Teia de relações da NossaCasa esteve presente: Wajãpi, ribeirinhos do Macacoari, Cajari, Quilombo Pirativa etc. Todos representados pela NossaCasa.
TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
Veja essa entrevista denúncia em http://www.iteia.org.br/jonas-banhos-denúncia.Fazendo o bom combate...
TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
Entrevistado pelo Palhaço Charlie na Praia de Iracema. Valeu parceiro!!!
NossaCasa na Pré-Conferência Setorial de Cultura
Galera especial do artesanato piauiense, divulgando gratuitamente na Rádio Comunitária NossaCasa Amazônia
NossaCasa na Teia Amazônica 2010 - Belém/PA, de 4 a 7 de março de 2010
Amig@s para sempre, graças à cultura!!!
NossaCasa na Pré-Conferência Setorial de Cultura - 7 a 9/03/2010 - Brasília/DF
Com nov@s amigos da diversidade cultural brasileira. Valeu galera, vocÊs são muito especeiais!!!
“O artista nunca pode confiar no governo.”
Citação feita pelo cineasta Naville D'Almeida, em entrevista a Roberto D'Avila na TV Brasil, exibida em 21/03/10.
NossaCasa na Teia Amazônica - Belém/PA - 7 a 9 de março/2010
Célio Turino foi amorosamente acolhido na NossaCasa Amazônia, construída diariamente e coletivamente na Teia Amazônica 2010, em Belém/PA, de 7 a 9 de março. Seja bem vindo Célio e nov@s amig@s da cultura amazônica. Sintam-se em Casa, na NossaCasa.
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Cantoria da Paraíba na Rádio NossaCasa Amazônia
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Tuxauá goiana participa da programação da Rádio NossaCasa Amazônia, compartilhando saberes e fazeres.
NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura
Minha bata africana, instrumento de trabalho, foi rifada para ajudar a pagar minha passagem de volta para o Amapá. Isto é custo cultural amazônico: em razão da farsa promovida pelo Secretário Estadual de Cultura não conseguimos nos eleger delegados pelo Amapá, e tivemos que vir a Brasília às nossas custas. Não é um secretariozinho temporário que calará o Movimento NossaCasa...
NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura - Brasília/DF
Tecendo muit@s amig@s...
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
NossaCasa é de tod@s nós, por isso que todos se sentem em casa
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Visitantes bem à vontade se divertem na NossaCasa de Cultura e Cidadania
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Muita cultura popular na Rádio NossaCasa Amazônia : muito carimbó
Trupe Cultura Viva
Este blogg é para quem curte leitura de mundo, sobretudo das comunidades ribeirinhas e tradicionais da Amazônia e do Brasil. Aqui, des-silenciamos e des-escondemos os protagonistas de várias histórias legais de voluntariado, solidariedade, amor, respeito ao próximo e à mãe natureza, que fazem Cultura Viva, cada um de seu jeito.
Aqui você encontra as vivências dos integrantes e amig@s do Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania (Ponto de Cultura sem convênio com governos, ou seja, sem recursos públicos)
Nosso endereço : Av. Ernestino Borges 567-A, Bairro Laguinho, Macapá/AP, CEP 68908-010
Email: nossacasaap@gmail.com
jonasbanhosap@gmail.com
Orkut : Jonas Banhos
Nossos contatos telefônicos:
(96) 8129 1837 - Macapá/AP (Claro) - Jonas Banhos
(96) 9139 0464 - Macapá (Vivo) - Rita de Cácia
(91) 8312 8015 - Belém/PA (TIM) - Jonas Banhos
(61) 3208 5555 - Brasília/DF - Fixo Jonas Banhos
http://editaisdecultura.blogspot.com/
Aqui você encontra as vivências dos integrantes e amig@s do Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania (Ponto de Cultura sem convênio com governos, ou seja, sem recursos públicos)
Nosso endereço : Av. Ernestino Borges 567-A, Bairro Laguinho, Macapá/AP, CEP 68908-010
Email: nossacasaap@gmail.com
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Orkut : Jonas Banhos
Nossos contatos telefônicos:
(96) 8129 1837 - Macapá/AP (Claro) - Jonas Banhos
(96) 9139 0464 - Macapá (Vivo) - Rita de Cácia
(91) 8312 8015 - Belém/PA (TIM) - Jonas Banhos
(61) 3208 5555 - Brasília/DF - Fixo Jonas Banhos
http://editaisdecultura.blogspot.com/
(só oportunidades para apoio a projetos culturais)
Doações de livros/revistas/brinquedos/computadores/filmes/matarial de consumo para arte/criatividade, envie para nosso endereço ou ligue-nos. As comunidades ribeirinhas da Amazônia e do Brasil agradecem a gentileza.
Doações financeiras (esmola cultural) para pagar as mochiladas da Trupe Cultura Viva:
Para contratar a Trupe Cultura Viva é só entrar em contato. Montamos a NossaCasa de Cultura e Cidadania na sua comunidade, bairro, rua com diversão cidadã garantida, num dia de incentivo à leitura, com livros, música de raiz, vídeos, danças, artes visuais, fotografia, filmagem, poesia, rádia comunitária NossaCasa Amazônia Livre, mestres da cultura popular e muita leitura de mundo.
(@s mestres da cultura popular do Brasilzão!!!)
(caminhadas por comunidades tradicionais do Brasil que trazem luz e paz)
(as mochiladas culturais vivas pelas comunidades tradicionais)
(o site do Movimento NossaCaasa)
(minhas vivências interiores a partir do Movimento NossaCasa)Doações de livros/revistas/brinquedos/computadores/filmes/matarial de consumo para arte/criatividade, envie para nosso endereço ou ligue-nos. As comunidades ribeirinhas da Amazônia e do Brasil agradecem a gentileza.
Doações financeiras (esmola cultural) para pagar as mochiladas da Trupe Cultura Viva:
Banco do Brasil
Agência 4267-6
Conta Corrente 73.200-1
Agência 4267-6
Conta Corrente 73.200-1
Para contratar a Trupe Cultura Viva é só entrar em contato. Montamos a NossaCasa de Cultura e Cidadania na sua comunidade, bairro, rua com diversão cidadã garantida, num dia de incentivo à leitura, com livros, música de raiz, vídeos, danças, artes visuais, fotografia, filmagem, poesia, rádia comunitária NossaCasa Amazônia Livre, mestres da cultura popular e muita leitura de mundo.
Nosso grupo é formado por ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, agricultores familiares, parteiras, erveiras, marabaixeir@s, indígenas, capoeiristas, pescadores artesanais, agentes de leitura, educadores populares, comunicadores populares, arte-educadores populares, tod@s com raízes no mundo rural.
NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura
Com meu amigo, conterrâneo e lutador do movimento cultural Paulo Zab, da cultura digital. Valeu e vale a pena a nossa luta mano, a favor da cultura livre, autonomo, independente e diversa!!! A luta continua. Agora nas nossas bases!!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - março/2010 - Brasília/DF
aila Caddah (hoje da Trupe Cultura Viva) conhecendo e brincando no mundo mágico da leitura e cultura, na NossaCasa na II CNC. Só alegria...
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Binho, representante do hip hop amapaense, visitando e se apresentando na NossaCasa Amazônia. Valeu mano, mandou legal!!!
Acolhendo todo mundo na NossaCasa Amazônia, com muita amorosidade, espiritualidade e mística. Valeu galera, tod@s voccês são muito especiais. Quem quiser nos levar para fazer intervenção de rua/de comunidade em seus lugares, estamos à disposição: jonasbanhosap@gmail.com ou nossacasaap@gmail.com.
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Somos tod@s irmãos nesta vida, neste Brasil diverso, rico e plural!!! Viva a liberdade. Martinha do Coco e Sandra, amo tod@s vocÊs e obrigad@ pela ajuda e momentos mágicos na NossaCasa Amazônia!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Rádio NossaCasa Amazônia, rádio livre da ConferÊncia, recebe GOG, grande representante do hip hop brasileiro. Valeu GOG pelas rimas, poesias e mensagens positivas de transformação social. Valeu mesmo mano!, que Deus continue a te iluminar!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Com o mestre do Maracatu de Pernambuco, lutando pela defesa da cultura popular. Maracatu de festa e luta!!!!
NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura
Sem as crianças a NossaCasa nunca está completa. Obrigado meninas & meninos que me ajudaram a decorar e cuidar da NossaCasa Amazônia e por se envolverem de corpo e alma nas oficinas de fotografia e comunicação popular (rádio comunitária NossaCasa Amazônia). A Casa é de vocês também!!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Agradecemos todas as doações de CD' e DVD's de artistas e grupos excluid@s da grande mídia. Tod@s serão tocados em nosso programa de Rádio na Novo Tempo FM 105.9 Mhz, toda quinta-feira, das 18h/19h em Macapá. Na foto, recebendo CD duplo Vale dos Tambores de Carlos Henrique Machado Freitas, vários chorinhos com músicas afrodescendentes. Lindo!!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Branc@s, índi@s, negr@s & mestiç@s, somos todos iguais na NossaCasa chamada Terra!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Muita gente se solidarizou com as comunidades ribeirinhas da Amazônia amapaense, como o Edson, chefe da Segurança da Conferência que elaborou o Projeto Ver e Viver no Amapá. Valeu irmão, você também faz parte da NossaCasa Amazônia!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - março/2010 - Brasília/DF
Com o mestre da cultura popular pernambucana, zona canavieira, mostrando a força da música, dança e poesia do Cavalo marinho. Muito lindo e mágico!!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura - Brasília/DF março/2010
Lutamos pela inclusão digital de nossas comunidades tradicionais e indígenas, como meu amigo Raoni, da terra indígena Pataxó em Porto Seguro/Bahia. Achei seu DVD, entre em contato comigo para eu te devolver jonasbanhosap@gmail.com.
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Com Paulo Zab unimos forças e chegamos à II CNC representando com muita dignidade o Amapá livre, ético, das gentes honestas e simples, historicamente excluídas das políticas públicas, sobretudo culturais. Honramos a nossa Amazônia e contribuímos para colocá-la no lugar que merece!!! Valeu e vale a pena a luta. Continuemos atentos e firmes!!!!
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Todas as fotos tiradas no evento estão em meu orkut Jonas Banhos
NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura
Recebendo nos "estúdios" da Rádio NossaCasa o grupo de Carimbó de Santarém Novo/Pará, defendendo com muito estilo o reconhecimento do Carimbó como patrimônio nacional.
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Galera do samba de raiz animando o almoço d@s delegad@s, convidad@s, organizadores, observadores & trabalhadores da II CNC.
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Rádio NossaCasa Amazônia, a rádio livre da II CNC, recebe Ministro da Cultura Juca Ferreira, que fica espantado ao saber do aparelhamento pelo Secretário Estadual de Cultura da Conferência Estadual de Cultura, excluindo as comunidades tradicionais/ribeirinhas do Amapá da II CNC. Delegação do Amapá sem nenhum representante de quilombos, extrativistas, indígenas, ribeirinhos, assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, erveiras, parteiras, marabaixeiras, verdadeiros representantes da cultura popular amapaense. Uma vergonha.... mas, o Ministro se comprometeu de ir ao Amapá reunir com os representantes da cultura popular excluídos da II CNC. A NossaCasa organizará este grande evento.... em breve!!!!
NossaCasa na Pré Conferência Nacional de CUltura - Setoriais
Delegado livre pelo Amapá, setorial do Livro, Leitura e Literatura, representando as comunidades ribeirinhas/tradicionais do Amapá, localizadas nas Unidades de Conservação e seus entornos, também excluídas das Conferências. Depois de ser excluído da Conferência Estadual de Cultura, aparelhada pelo Secretário Estadual de Cultura e seu irmão Deputado Federal e seu partido político. Tudo devidamente denunciado na Conferência Nacional de Cultura e para o Ministro da Cultura.
Estradas do Amapá
Isto não é um rio. É a estrada, esburacada, que liga Macapá/AP à minha comunidade, Carmo do Macacoari, no município de Itaubal. Apenas70 km da capital: Macapá. Absurdo, incompetência do Governador do Estado...
NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - fotos
muitas fotos lindas feitas pelo meu novo amigo Marconi em http://www.flickr.com/photos/jmarconi/sets/72157623585222808/show/with/4427440549/
NossaCasa na Conferência Nacional de Cultura
De 9 a 14 de março de 2010 - Brasília/DF
NossaCasa na Teia Amazônica
Boi do Pavulagem também presente na Teia
NossaCasa na Teia Amazônica
Rádio NossaCasa Amazônia, fazendo a cobertura ao vivo do grande encontro cultural da região norte.
NossaCasa na Teia Amazônica
Criativida, encantamento, mística, espiritualidade, alegria...
NossaCasa na Teia Amazônica
Marujada de Capanema/PA
NossaCasa na Teia Amazônica
BArca das Letras presente na Teia em Belém/PA - 4 a 7 de março de 2010.
NossaCasa na Teia Amazônica
Cultura popular presente - Grupo Folclórico de Marujada de Capanema/PA
NossaCasa na Teia Amazônica
Uma mostra da diversidade e da pluralidade da cultura regional.
NossaCasa na Teia Amazônica 2010
Encontro com Célio Turino idealizador do Programa Ponto de Cultura.
NossaCasa na Teia Amazônica Cultural
A Rádio NossaCasa em ação, participando ativamente da Mostra Artística da Teia Amazônica. Agradecemos o apoio dos organizadores do evento pela seleção e apoio à NossaCasa.
NossaCasa na Teia Amazônica com Célio Turino
A NossaCasa é de carne e osso, demasiada humana, e foi inspirada e idealizada no exemplo de vida de várias pessoas que deixaram um legado favorável para a humanidade. Muitos del@s já se foram fisicamente, mas continuam vivos em nossas memórias e almas. Por sorte, ainda temos alguns deles entre nós, como o nosso adorável Célio Turino, que massageia, diariamnte, cada PONTO do nosso corpo DE CULTURA. Assim, desde 21/04/2008, bebemos nessa fonte viva de pura poesia e filosofia, e tocamos em frente a NossaCasa de Cultura e Cidadania, verdadeiro Pontinho, Ponto e Pontão de Cultura e Cidadania, ainda que sem nenhum centavo de recurso público.
Rádio NossaCasa Amazônia com jovem estudante da UNIFAP e blogueiro Randerson Lobato
"Entrando na Cantina dei de cara com um homem vestido de palhaço ,munido de um megafone,falando alto e cantando, claro, pensei ''puta que ..odeio palhaços''. E como sempre, me enganei. O palhaço na verdade não faz palhaçada, pelo contrário, divulga o que de mais importante temos: a cultura! E foi assim que corri o risco de perder a aula da Professora Carmentilla. Nada mais interessante do que chegar na universidade e ver estudantes expressando o que sentem.Ficamos horas pintando, desenhando, lendo e discutindo a melhor forma de expandir a cultura em geral." Leia mais impressões de Randerson em seu blog (http://randersonlobato.blogspot.com/2010/02/feira-para-fazer-cabeca-do-fregu.html), sobre nossa intervenção na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Rádio NossaCasa na hora do almoço da galera
Feira Cultural da UNIFAP não pára, afinal, todo dia é dia de feira!!!
Rádio NossaCasa entrevista Pró Reitora de Extensão da UNIFAP
Professora SImone
Rádio NossaCasa recebe galera do ICMBIO/Unidade RESEX CAJARI (Analista Nonato)
Feira Cultural da UNIFAP - 25 e 26/02/2010
NossaCasa de Cultura e Cidadania sendo decorada e apropriada pela galera da UNIFAP
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Promovendo Roda de Leitura na Feira Cultural da UNIFAP
26 e 27/02/2010 - Macapá/AP
Rádio NossaCasa Amazônia, estimulando o debate na UNIFAP
"Provocando" de forma irreverente o debate na Feira Cultural da UNIFAP
NossaCasa de Cultura e Cidadania na UNIFAP
Estimulando a leitura do mundo d@s comunidades ribeirinh@s da Amazônia com a galera da Academia - 26 e 27/02/2010 - Macapá/AP
NossaCasa na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Galera da organização entrando na onda, na nossa Pororoca Cultural e Cidadã.
Rádio NossaCasa Amazônia ouvindo todo mundo!!!
Informando "gratuitamente" os serviços de educação à distância da Universidade. Afinal, rádio comunitária não tem que cobrar por anúncios de interesse da coletividade...
Rádio NossaCasa dando vez e voz aos mais humildes
Na Feira Cultural da UNIFAP, o povo fala mesmo!!!
BArca das Letras chega à UNIFAP
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Rádio NossaCasa Amazônia botando a galera pra falar o que tá oprimindo
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Rádio NossaCasa em ação na Universidade Federal do Amapá
Intervenção na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Feira Cultural da UNIFAP 26 e 27/02/2010
Início da montagem da NossaCasa de Cultura e Cidadania na UNIFAP : participação, alegria e solidariedade da galera.
BArca das Letras aporta no Porto de Cultura da UNIFAP
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Galera da organização da Feira Cultural da UNIFAP
Valeu pelo convite e apoio galera!!! Foi show de bola!!!
NossaCasa de Cultura e Cidadania - Macapá/AP
Av. Ernestino Borges 567-A Bairro Laguinho Cep. 68.908-010 entre Rua General Rondon e Rua Eliezer Levi. Doe livros/revistas/brinquedos que levamos para as comunidades ribeirinhas amapaenses. Já somos 58 bibliiotecas comunitárias em 10 municípios do Amapá e na Terra Indígena Wajãpi. Desde 21/04/2008, já são mais de 20.000 livros arrecadados e entregues às comunidades, muitas rodas de leitura, exibição de filmes, oficinas de fotografia/filmagem/rádio comunitária/organização social de base, saraus culturais. Telefones 96 8129 1837/ 9148 3049 Email: nossacassaap@gmail.com
BArca das Letras a caminho da UNIFAP
Embarcando para incentivar a leitura de mundo com galera da Feira Cultural da UNIFAP (Macapá/AP - 26/02/2010)
Democratizando o acesso ao livro às crianças da periferia de Macapá
Sede do Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania
2ª Entrega de Bilbiotecas Rurais Arca das Letras - maio/2009
Depois dessa entrega, o RURAP (orgão que descuida do meio rural do Amapá) tomou a coordenação do programa do Governo Federal da NossaCasa e NUNCA mais houve nenhuma entrega de bibliotecas rurais no Amapá. É uma vergonha a falta de comprometimento com a coletividade dos maus gestores públicos do Amapá, só gente indicada por polític@s do Amapá.
Levando informação/diversão para comunidades ribeirinhas isoladas
Se cada um fizesse a sua parte.... viveríamos num mundo mais justo, solidário e humano.
Inauguração da Biblioteca Comunitária BArca das Letras do Projeto Vem Brincar Capoeira
Periferia de Macapá/AP
Encontro de Agentes de Leitura Arca da Letras 2008
Centro Cultural Cartola - Morro da Mangueira - Rio de Janeiro/RJ
Nossos Velhos, Nossos Sábios da Comunidade do Carmo do Macacoari
Dl Diquinha, S. Zecazinho e S. Zé Picanço
Agente de Leitura do Quilombo Pirativa
Município de Santana - Amapá
Escola Estadual Retiro Santo Antonio da Pedreira - zona rural de Macapá/AP
Localizada apenas a 50 km de Macapá. O estado da Escola reflete exatamente como a educação é tratada pelos governantes de plantão: sem maiores comentários...
BArca das Letras protestando em frente ao Palácio do Governo contra a Secretaria de Cultura
Falta de transparência na divulgação do resultado do Edital Pontos de Cultura (Ministério da Cultura). Fomos pré-aprovados com projeto para a Reserva Extrativista do Rio Cajari, há mais de um ano o resultado final não foi divulgado amplamente na internet, conforme estabelece no Edital. Por isso, estamos impedidos de assinar o convênio de R$160.000,00 aplicáveis em 3 anos. Engraçado, em todo Brasil é R$180.000,00, no Amapá diminuiu o valor para R$160.000,00. Mas, dupla sertaneja é contratada pela SECULT por R$300.000,00 para tocar por 1h30m na Expofeira/2009. Completa inversão de valores!!!
Lutamos por uma Casa de Cultura e Cidadania em cada comunidade ribeirinha/tradicional da Amazônia
A NossaCasa é simples: biblioteca, telecentro, videoteca, brinquedoteca, oficinas e palestras, horta agroecológica.
Rádio NossaCasa entrevista o jovem Iuri, mantenedor da cultura popular amazônica, o marabaixo.
Em frente à NossaCasa de Cultura e Cidadania em Macapá/AP
Jovem assina abaixo-assinado a favor da internet banda larga para o Amapá
Biblioteca Móvel BArca das Letras, aportada no Rio Amazonas, em Macapá/AP - fevereiro/2010
Lixo : um problemão do mundo moderno
E nos rios da Amazônia, infelizmente, essa realidade não é diferente. Educação e cultura, um bom caminho para modificar essa realidade.
Rádio NossaCasa ouve os indígenas em frente ao Rio Amazonas - Macapá/AP
Etnias que vivem no entorno do Parque do Tumucumaque - fevereiro/2010
Mestre Sassuca e família, em Macapá/AP
Exímio fazedor de instrumentos folclóricos do Marabaixo
Pororoca Cultural e Cidadã em Macapá/AP: 16 horas de cultura
Recebendo ilustres convidados, S.Martinho (extrativista), André (universitário), Oswaldo SImões(poeta e jornalista), Dr. Haroldo Franco (Promotor do Meio Ambiente) e Branco (happer)
Entrevistando na Rádio NossaCasa galera do Ministério da Cultura (Fred e Alcione)
Durante a I Conferência Nacional de Comunicação - dezembro/2009
Crianças e adolescentes (vítimas do trabalho infantil) brincando de ler em frente ao Rio Amazonas
Roda de Leitura em Macapá/AP - fevereiro/2010
Recebendo os livros doados por Frei Betto à nossa Biblioteca Comunitária BArca das Letras
Macapá/AP
NossaCasa de Cultura e Cidadania montada para os Conselheiros do Parque do Tumucumaque
Reunião em dezembro/2009 no município de Amapá/AP
Explanando sobre o Programa Territórios Digitais/Casas Digitais do Governo Federal
Comunidade Carmo do Macacoari - Município de Itaubal/AP
Rádio NossaCasa na I Conferência Nacional de COmunicação
De 14 a 17 de dezembro de 2009, em Brasília/DF
Mestra D. Jitoca do Pirativa - 102 anos
Apreendendo os ensinamentos com noss@s mestres, noss@s sábi@s do interior da floresta Amazônica. Verdadeiras aulas de simplicidade e humanidade.
Jovens leitores da Reserva Extrativista do Rio Cajari
Comunidade São Sebastião - Município de Vitória do Jari - Amapá
O futuro da floresta Amazônica depende do tratamento que daremos para nossas crianças.
A ausência do Estado brasileiro com políticas públicas básicas (educação regular e de qualidade, Comunicação, Mais Alimentos, Mais Cultura, rios e estradas trafegáveis, valorização da cultura popular local, escola rural/família/agroecológica, posto de saúde com médicos e remédios, internet banda larga, rádio comunitária, banheiro decente) é o que salvará ou derrubará de vez a floresta Amazônica. O diagnóstico é simples assim, como nós amazônidas....
O futebol e a televisão são, praticamente, as únicas diversões das Comunidades Tradicionais
Comunidade São Pedro do Ajuruxi - Reserva Extrativista do Rio Cajari
Casa de farinha no meio da floresta Amazônica
Reserva Extrativista do Rio Cajari/Amapá
Extrativistas em ação: coletar, carregar e depois vender os frutos (castanha) da floresta na Feira.
Comunidade Água Branca do Cajari - Reserva Extrativista do Rio Cajari - Amapá. 15/09/2008
Artesão Raimundo. Produz belas obras, mas não tem apoio para escoar a produção.
Comunidade Conceição do Muriacá, município Laranjal do Jari, Reserva Extrativista do Rio Cajari - Amapá. 16/09/2008
Levando a menor (mas a melhor) política pública do Ministério do Desenvolvimento Agrário
Consultando as comunidades do Lago do Ajuruxi (Reserva Extrativista do Rio Cajari/Amapá) sobre o interesse em receber o Programa Biblioteca Rural Arca das Letras - 20/09/2008.
Participando de Oficina no Lago do Ajuruxi - Amapá
Reserva Extrativista do Rio Cajari - 20/09/2008
Participando ativamente de encontros comunitários
Quilombo São Raimundo do Pirativa - município de Santana/AP
A caminho das comunidades ribeirinhas do Amapá
Rio Vila - Municipio de Santana/Amapá
Paisagem no Retiro Santo Antonio da Pedreira
Zona Rural de Macapá/AP
O ouro negro da Amazônia, o fruto do açai é transformado pelas mãos de mulheres e homens amazônidas
APA do Curiaú - Macapá/AP - 5/08/2008
Pontes são fundamentais em nossas caminhadas
Foto de 5/08/2008 na APA do Curiaú - Macapá/AP, ao entardecer.
Mestre S. Bernardo - Quilombola da Casa Grande/Amapá
Como Zumbi, ele também é um guerreiro-defensor do seu território na década de 70. Uma história que merece ser (re)contada, na visão do oprimido.
Mestra D. Maria do Rosário
Tacacazeira em Nazaré, há mais de 35 anos. (Belém/PA). Preservando a cultura amazônica!!!
15/05/2009 - Inauguração da Biblioteca BArca das Letras na Casa do Chorinho
Bairro Jesus de Nazaré - Macapá/AP. Parceria com Ceará da Cuica, mantenedor do Samba de Raiz em Macapá..
Rádio NossaCasa na Praça da República
Mais um dia de incentivo à leitura de mundo em Belém/PA
Mestra Marciana - marabaixeira & louceira
Comunidade Maruanum - zona rural de Macapá/AP
"Nós usamos as borboletas para dar asas à imaginação."
Homenagem à minha fiel irmã de caminhada do voluntariado: Rita de Cácia
Crianças amazônidas de comunidades tradicionais: direitos fundamentais excluídos
Reserva Extrativista do Rio Cajari - Comunidade São Pedro do Ajuruxi
Primeira apresentação (para familiares e amigos) do projeto NossaCasa no Amapá
21/06/2008 - Macapá/AP
Lindas cachoeiras na Amazônia amapaense
Venha fazer ecoturismo comunitário: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
Rádio NossaCasa Amazônia
Incentivando a leitura com ribeirinhos aportados no Canal do Perpétuo Socorro - Macapá/AP
Livros arrecadados com amig@s em Brasília/DF.
Aguardando uma "alma boa" pagar o frete para as comunidades ribeirinhas da Amazônia paraense/amapaense
AMART - Associação de Mulheres Artesãs de Vitória do Jari/Amapá
Belas biojóias feitas por mulheres amazônidas
Sementes da Amazônia
Utilizadas por artesãs para fazer biojóias
S. Barbosa, poeta popular. Primeiro frequentador da nossa biblioteca-mãe BArca das Letras
Macapá/AP
Rádio NossaCasa Amazônia incentivando leitura
Biblioteca BArca das Letras no Município de Vitória do Jari/Amapá
Rádio NossaCasa Amazônia entrevistando Dep. Luiza Erundina
I Conferência Nacional de Comunicação - dezembro/2009
Ensinamento de Irmã Dulce
I CARNAVAL DAS LETRAS - 13/02/2010 - MACAPÁ/AP
Crianças, adolescentes de rua brincaram no nosso carnaval
BArca das Letras Itinerante (livros, brinquedos, artesanato, arte, Rádio Comunitária NossaCasa)
Incentivando a leitura nas ruas, praças públicas, paradas de ônibus de Macapá
I CARNAVAL DAS LETRAS - 13/02/2010 - MACAPÁ
Apoio Cultural: Centro Hotel
Universitários amapaenses pesquisando sobre a BArca das Letras
Dezembro/2009 - Macapá/AP
Mestra D. Coló - Erveira do Ver-o-Peso - Belém/PA
Mestra da cultura popular paraense, mantendo tradição que vem da avó e já vai seguindo com seus filh@s e net@s.
24/01/2009 - Pré-inauguração da Biblioteca-mãe BArca das Letras em Macapá
Apresentação para parentes e amigos
18/03/2009 - Inauguração da Biblioteca-mãe BArca das Letras - Macapá/AP
Presentes índios, quilombolas, extrativistas, ribeirinhos, pescadores artesanais, artistas de rua, pesquisadores, parceiros de órgãos públicos, crianças, capoeristas, Rádio NossaCasa, educadores populares, comunicadores populares, minha mãe e familiares.
15/02/2010 - Crianças brincam na nossa Biblioteca Comunitária BArca das Letras 24 horas em Macapá
Mais um dia de incentivo a leitura de forma lúdica e alegre!!!
18/02/2010 - Estréia do Programa NossaCasa Amazônia na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9 Mhz FM
Falamos da Amazônia Rural, a NossaCasa. Com o primeiro convidado: Zé Reinaldo, especialista em mundo rural Amazônico. Toda 5ª feira, das 18h/19h. Participe do único programa que incentiva a leitura de mundo e que dá voz aos excluídos e oprimid@s da Amazônia (extrativitstas, quilombolas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados da reforma agrária, parteiras, benzedeiras, mantenedores da cultura popular, escalpeladas). Fone: (96) 3251 2470 ou pelo email nossacasaap@gmail.com. Aguardo sua participação.
19/02/2010 - Fundadores do Bloco Carnavalesco Kunossauro da Comunidade do Curicaca (Itaubal/AP)
Marivaldo Costa e Antonio Avelino (Preto), levando um pouco de diversão para a zona rural da Amazônia.
19/02/2010 - Tia Pixica - 101 anos - Comunidade Curicaca (Itaubal/AP)
Mais uma relíquia de sabedoria no interior da Amazônia... Noss@s Velh@s, Noss@s Sábi@s.
19/02/2010 - NossaCasa Digital do Rio Macacoari (Município de Itaubal/AP)
Conselho Gestor eleito em 19/02/2010
15/02/2010 - Tia Cici Ardasse (Macapá/AP)
90 anos de sabedoria. Obrigado pelas leituras de mundo diárias.
Rádio NossaCasa em Belém
Dando voz e vez ao "invisíveis sociais"!!!
MOVIDA - MOVIMENTO PELA VIDA
NossaCasa une-se ao MOVIDA em Belém. Na luta por justiça, educação, cultura e cidadania para tod@s.
Macapá de valores invertidos, em pleno século XXI
Em Macapá, fechar a rua em frente à principal praça da cidade, por um final de semana, Para vender carros e motos de luxo, PODE.Deixar livros e revistas educativas em uma parada de ônibus em frente à Prefeitura de Macapá, ao lado da Câmara de Vereadores, isso, NÃO PODE. (http://chicoterra.com/joomla/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=6642)
Promovendo Rodas de Leitura em Paradas de Ônibus
Macapá/AP
2ª Parada Cultural da NossaCasa
Localizada em frente à Prefeitura de Macapá. Funcionou durante uma semana, no mês de setembro/2009, mas os garis da Prefeitura toda noite jogaram nossos livros no lixo. Fizemos a nossa parte...
NossaCasa já em Belém
Praça da República: aqui com os primeiros doadores de livros paraenses para a BArca das Letras e meus parceiros de primeira mão do MOVIDA - MOVIMENTO PELA VIDA. Amo todos vocês. Muito obrigado por acreditarem na nossa onda pela leitura: a Pororoca Cultural e Cidadã. Vejam todas as fotos nas postagens abaixo.
JULHO/2008 1ª apresentação do projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania - junho/2008 - Brasília/DF.
Valeu amig@s pela força que vocês me deram, desde o início. Amo tod@s vocês!!!
Quilombolas, ainda não reconhecidos, da Reserva Extrativista do Rio Cajari
Agora em 2010, tentaremos ajudar a comunidade do Tapereria, município de Vitória do Jari, no Amapá, a conseguir o título de Terra Quilombola.
BArca das Letras no Projeto Vem Brincar Capoeira
Mestre Eudo comanda a Barca das Letras no Jardim Equatorial - Macapá/AP. Ele precisam de ajuda também. Entre em contato conosco: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
Biblioteca Arca destaque da região-norte em 2008 e Ponto de Leitura/2008 pelo Ministério da Cultura
Ajudamos os mais humildes a construir a sua própria história. Essas vitórias não têm preço. Venha conhecer essa galera conosco: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
Agricultor portador de direitos especiais
Mesmo com restrições físicas, ele planta e colhe o alimento para o corpo de muitos. Ajude-nos, faça sua parte neste mundão de possibilidades: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
A água das comunidades ribeirinhas da Amazônia
Vejam a cor da água que tomamos em nossa comunidade. Esse é o "tratamento" que nós ribeirinhos, que cuidamos da floresta amazônica recebemos dos governantes. Advinhem quem serão os beneficiados com os euros que virão após a COP-15 (Copenague)? Para nossos opressores, claro, pois são os donos do poder...
Marabaixo - Cultura Popular Amapaense
Festa na minha comunidade - Quilombo Conceição do Macacoari. Venha conhecer!!! nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
No inverno, andar pelas estradas do Amapá é quase impossível...
E o Governo ainda vive fazendo propaganda que tá tudo uma beleza. Acho que essa galera vive em outro mundo... Gente totalmente sem noção...
D. Matilde, uma sábia guerreira amazônida
Levando a biblioteca comunitária BArca das Letras para ajudar na educação dos seus netos. Apesar dela não ter tido a mesma oportunidade, inclusive é analfabeta, mas fez questão de levar os netos para serem treinados como Agentes de Leitura. Obrigado pelos ensinamentos e exemplo de vida, d. Matilde.
Estradas do Amapá: "o Haiti é aqui", já diria Caetano...
Um horror. Pequenos trechos, sem o mínimo de asfalto. Estou falando de 50 a 200 km de estrada. Você acredita nisso, em pleno século XXI??? Venha ver então e aproveite e faça trabalho voluntário nas nossas comunidades: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
Roda de Leitura com nossas crianças de comunidades tradicionais da Amazônia
Estamos interferindo positivamente no futuro de nossas crianças. Levamos e trazemos muito amor!!! Junte-se a nós, você também pode fazer a sua parte: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
Crianças amazônidas
Nossas crianças também precisam ter acesso a livros, revistas, filmes, brinquedos educativos, internet banda larga, oficinas de fotografia, filmagem, artesanato, comunicação comunitária
Transporte escolar das crianças, adolescentes e jovens amazônidas
O ensino na Amazônia ribeirinha é modular: uma disciplina que é dada em uma ano na cidade é ministrada em 52 dias para as comunidades invisíveis sociais da Amazônia. Você realmente acha que a Amazônia será salva com esse tratamento dado aos futuros cuidadores da floresta Amazônica? Pois é, porque os filh@s dos depredadores da Amazônia (mineradoras, pecuária, agronegócio, indústrias da madeira, pesca e caça predatória) recebem um ótimo ensino em escolas particulares das grandes cidades, usando o dinheiro ganho com a derrubada da nossa floresta e com a exploração da nossa biodiversidade (açai, sementes, essências para perfumes e cremes de beleza), tudo numa completa inversão de valores.... "Que país é este?", perguntaria nosso Renato Russo.
Crianças da Reserva Extrativista do Cajari/AP
O futebol e o banho de rio são as diversões das comunidades ribeirinhas da Amazônia. Notem o estado da bola. Faça sua parte, ajude-nos a melhorar a qualidade de vida das crianças amazônidas. Doe livros, revistas, brinquedos, material para arte-educação, filmes educativos, instrumentos musicais etc. Venha fazer trabalho voluntário e compartilhar seu amor, seu saber com essas crianças lindas e amorosas.Entre em contato conosco: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com
Agricultoras cantoras da Reserva Extrativista do Rio Cajari/AMAPÁ
Em busca de oportunidades, escondidas no meio da floresta. Veja o talento delas no http://www.youtube.com/watch?v=uA8XFyYmFwQ
Crianças ribeirinhas amazônidas
Ajude-nos a interferir na educação de nossos irmãos ribeirinhos. Todo mundo pode fazer a sua parte. Inscreva-me e saiba como. É muito simples: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com.
Horta Agroecológica Amazônica
Alimento para o corpo. Dessa Barca, surgiu a idéia da BArca das Letras, o alimento para a alma dos meus irmãos ribeirinhos. Você doa livros/revistas, a gente leva para a floresta Amazônica, as comunidades retiram as canoas dos rios (limpando-os) e aí nasce a Barca das Letras (biblioteca comunitária). Crianças lêem e se tornarão cidadãos críticos, propositivos, que não aceitarão mais a INVISIBILIDADE PÚBLICA. Escreverão suas próprias histórias, sem intermediários (eleitoreiros).
Agentes de Leitura da Reserva Extrativista do Rio Cajari/AMAPÁ
Com o certificado concedido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Infelizmente, depois dessa entrega os (maus) gestores públicos dos órgãos rurais do Amapá paralisaram novamente o programa Arca das Letras do Governo Federal. Cadê o TCU, a CGU e o MP a exigir eficiência, princípio básico da Administração Pública?
NossaCasa é Zilda Arns
Descanse em paz. Agradecemos pela vida dedicada às crianças pobres do Brasil e do Mundo. Continuaremos seguindo seus ensinamentos e trilhando seu caminho!!!
NossaCasa é Che Guevara
Não só vestimos a camisa, como vivenciamos diariamente seus princípios, endurecendo sempre, sem perder jamais a ternura.
Gratidão
Agradecemos a tod@s que ajudaram, cada um do seu jeito, a NossaCasa a contribuir para a construção de um mundo mais humano, justo, livre, feliz e cheio de leitor@s.
Eu tenho lado. E você tem que escolher o seu (ou não?!): Opressor ou Oprimido???
No dia 21/04/2008, depois de uma longa caminhada ao meu interior, tomei uma decisão muito importante na minha vida: largar meu emprego estável (concursado) em Brasília, por um tempo, e servir, gratuitamente e voluntariamente, às comunidades tradicionais/rurais da Amazônia (quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, pescadores artesanais, indígenas, assentados da reforma agrária), em primeiro lugar, e depois as do restante do Brasil, de acordo com minhas possibilidades físicas, psicológicas e financeiras. À isso, cada um dá um nome: loucura, ano sabático, ousadia.
É bom ficar claro que quem banca as minhas ações voluntárias e o Movimento NossaCasa sou eu mesmo. Nunca conseguimos nenhum CONVÊNIO ou PARCERIA financeira com os Governos Federal, Estadual e Municipais do Amapá, em que pese termos tentado várias vezes por meio da ONG NossaCasa de Cultura e Cidadania - ArmaZen, criada só para esse fim, seguindo conselhos dos mais "experientes" em movimento social.
Na verdade, é bom que se diga, somos boicotados, perseguidos e excluídos do sistema porque damos TRANSPARÊNCIA às manobras político-partidárias dessa gente que controla os recursos públicos, portanto, meu, seu, nosso dinheiro. Em tão pouco tempo (1 ano e meio), acumulamos muitas estórias desagradáveis dos TRAPARCEIROS governamentais do Estado do Amapá, sobretudo os maus gestores dos órgãos rurais e de cultura do Estado, incompetentes e indicados políticos de dois deputados federais (que nem cito o nome para não dar IBOPE, mas que dá pra sacar né!!! Tá na cara. kkk), que irão às nossas comunidades agora em 2010 pedir ou comprar votos para sí e para seus comparsas.
Alguns exemplos: tentativa de apropriar-se da entrega das bibliotecas Arca das Letras (RURAP/Delegacia do MDA); tomada da Coordenação da Arca das Letras para paralisar novamene a entrega de bibliotecas rurais(RURAP/Delegacia do MDA); desmontagem das paradas culturais (bibliotecas comunitárias) e colocação de nossos livros no lixo (Prefeitura de Macapá); tentativa de eliminação do nosso projeto Ponto de Cultura para a Reserva Extrativista do Cajari (Secretaria de Cultura/AP); exclusão de nossa participação como delegado nas Conferências de Comunicação e Cultura (partidos políticos ditos de esquerda - kkkk).
É uma gente patética, de pouca leitura e despreparada tecnicamente!!!! Como diz Frei Betto, um bando de "militonto"!!! Mas, AMAMOS tod@s vocês, apesar dessas atitudes anti-éticas e do SISTEMA (capitalista) excludente que vocês alimentam e servem. Saibam, de forma muito clara, que vocês são os nossos OPRESSORES, em que pese tentarem a todo momento se camuflar de cordeirinhos, dando-nos 'tapinhas" chatos nas costas. kkkk. Acordem, vocês não nos enganam mais. Agora já compreendemos o processo, pois lemos o MUNDO ao nosso redor.
Obrigado PAULO FREIRE e demais educadores de nossas vidas!!!!
É bom ficar claro que quem banca as minhas ações voluntárias e o Movimento NossaCasa sou eu mesmo. Nunca conseguimos nenhum CONVÊNIO ou PARCERIA financeira com os Governos Federal, Estadual e Municipais do Amapá, em que pese termos tentado várias vezes por meio da ONG NossaCasa de Cultura e Cidadania - ArmaZen, criada só para esse fim, seguindo conselhos dos mais "experientes" em movimento social.
Na verdade, é bom que se diga, somos boicotados, perseguidos e excluídos do sistema porque damos TRANSPARÊNCIA às manobras político-partidárias dessa gente que controla os recursos públicos, portanto, meu, seu, nosso dinheiro. Em tão pouco tempo (1 ano e meio), acumulamos muitas estórias desagradáveis dos TRAPARCEIROS governamentais do Estado do Amapá, sobretudo os maus gestores dos órgãos rurais e de cultura do Estado, incompetentes e indicados políticos de dois deputados federais (que nem cito o nome para não dar IBOPE, mas que dá pra sacar né!!! Tá na cara. kkk), que irão às nossas comunidades agora em 2010 pedir ou comprar votos para sí e para seus comparsas.
Alguns exemplos: tentativa de apropriar-se da entrega das bibliotecas Arca das Letras (RURAP/Delegacia do MDA); tomada da Coordenação da Arca das Letras para paralisar novamene a entrega de bibliotecas rurais(RURAP/Delegacia do MDA); desmontagem das paradas culturais (bibliotecas comunitárias) e colocação de nossos livros no lixo (Prefeitura de Macapá); tentativa de eliminação do nosso projeto Ponto de Cultura para a Reserva Extrativista do Cajari (Secretaria de Cultura/AP); exclusão de nossa participação como delegado nas Conferências de Comunicação e Cultura (partidos políticos ditos de esquerda - kkkk).
É uma gente patética, de pouca leitura e despreparada tecnicamente!!!! Como diz Frei Betto, um bando de "militonto"!!! Mas, AMAMOS tod@s vocês, apesar dessas atitudes anti-éticas e do SISTEMA (capitalista) excludente que vocês alimentam e servem. Saibam, de forma muito clara, que vocês são os nossos OPRESSORES, em que pese tentarem a todo momento se camuflar de cordeirinhos, dando-nos 'tapinhas" chatos nas costas. kkkk. Acordem, vocês não nos enganam mais. Agora já compreendemos o processo, pois lemos o MUNDO ao nosso redor.
Obrigado PAULO FREIRE e demais educadores de nossas vidas!!!!
NossaCasa é Cultura Popular da floresta amazônica
Hoje com uma pequena aparelhagem informática, eletrônica, com meios limitados, também se faz opinião, também se produzem coisas centrais na reelaboração da história. (Milton Santos)
Minha bandeira de luta e de transformação social: leitura!!! Por que???
1. Desenvolve o repertório. Ler é um ato valioso para nosso desenvolvimento pessoal e profissional.
2. Amplia o conhecimento geral. Além de ser envolvente, a leitura expande as referências e a capacidade de comunicação.
3. Estimula a criatividade. Ler é fundamental para soltar a imaginação. Pr meio dos livros, criamos lugares e personagens.
4. Aumenta o vocabulário. Graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos.
5. Emociona e causa impacto. Quem já se sentiu triste ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
6. Muda a nossa vida. Quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
7. Liga o senso crítico na tomada. Livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
8. Facilita a escrita. Ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Quem lê mais escreve melhor.
Vamos ler mais e sempre galera!!!
Agora, desça mais um pouco e conheça o movimento que idealizei para espalhar, pelo menos, livros doados pelos moradores da zona urbana (Brasília, Belém, Macapá) para nossos irmã@s que vivem na Amazônia Rural: a NossaCasa.
2. Amplia o conhecimento geral. Além de ser envolvente, a leitura expande as referências e a capacidade de comunicação.
3. Estimula a criatividade. Ler é fundamental para soltar a imaginação. Pr meio dos livros, criamos lugares e personagens.
4. Aumenta o vocabulário. Graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos.
5. Emociona e causa impacto. Quem já se sentiu triste ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
6. Muda a nossa vida. Quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
7. Liga o senso crítico na tomada. Livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
8. Facilita a escrita. Ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Quem lê mais escreve melhor.
Vamos ler mais e sempre galera!!!
Agora, desça mais um pouco e conheça o movimento que idealizei para espalhar, pelo menos, livros doados pelos moradores da zona urbana (Brasília, Belém, Macapá) para nossos irmã@s que vivem na Amazônia Rural: a NossaCasa.
NossaCasa é literatura e leitura
Biblioteca Comunitária BArca das Letras de Vitória do Jari/AP.
Movimento NossaCasa: faça parte!!!
Um movimento simples, sem intelectualismos, formado por pessoas de comunidades tradicionais/rurais da Amazônia amapaense, que tivemos a sorte de estudar e regressar para nossas comunidades para tentar ajudar a modificar positivamente nossas realidades históricas de exclusão social por meio da educação e cultura, sem os intermediários interesseiros eleitorais de plantão (maus polític@s).
Buscamos, nós mesm@s, para nossas comunidades, equipamentos comunitários como : biblioteca, telecentro, brinquedoteca, videoteca, Oficinas e Palestras, TV/Rádio Comunitária, Projetos de Agroecologia (PAIS - Programa Agroecológico Integrado e Sustentável da Fundação Banco do Brasil), Projetos de Ecoturismo Comunitário. Tudo isso para que sejamos SEMPRE LIVRES e mais FELIZES e pernameçamos em nossas comunidades, protejendo a exuberante floresta Amazônica das atividades econômicas predatórias : agronegócio, mineradoras, pecuária em larga escala, madereira, caça e pesca predatória. E viva a Agricultura Familiar!!!!
Ajude-nos!!! Junte-se a nós!!!! É muito simples!!!
Conheça-nos mais um pouco. Veja nossos vídeos, fotos e reportagens na internet:
http://www.nossacasaap.com.br/
nossacasaap@gmail.com
youtube: NossaCasadeCultura
Buscamos, nós mesm@s, para nossas comunidades, equipamentos comunitários como : biblioteca, telecentro, brinquedoteca, videoteca, Oficinas e Palestras, TV/Rádio Comunitária, Projetos de Agroecologia (PAIS - Programa Agroecológico Integrado e Sustentável da Fundação Banco do Brasil), Projetos de Ecoturismo Comunitário. Tudo isso para que sejamos SEMPRE LIVRES e mais FELIZES e pernameçamos em nossas comunidades, protejendo a exuberante floresta Amazônica das atividades econômicas predatórias : agronegócio, mineradoras, pecuária em larga escala, madereira, caça e pesca predatória. E viva a Agricultura Familiar!!!!
Ajude-nos!!! Junte-se a nós!!!! É muito simples!!!
Conheça-nos mais um pouco. Veja nossos vídeos, fotos e reportagens na internet:
http://www.nossacasaap.com.br/
nossacasaap@gmail.com
youtube: NossaCasadeCultura
NossaCasa é democratização da leitura
1ª Parada Cultural da NossaCasa
Gostou? Quer ajudar a NossaCasa?
Somos simples, precisamos de poucas coisas materiais para fazer acontecer. Entre em contato conosco pelo nossacasaap@gmail.com. É bacana ajudar quem precisa!!!
NossaCasa é ponte temporária (elo)
entre as comunidades rurais/tradicionais e pessoas sensíveis e solidárias, governos/terceiro setor/empresas socialmente responsáveis.
NossaCasa é arte e fotografia
Comunidade São Tomé do Macacoari - Itaubal/AP
NossaCasa é divulgação do jeito amazônida de ser
Cozinha típica da Amazônia Rural (RESEX CAJARI/AP)
NossaCasa é preservação da Amazônia
Moradia de ribeirinho com plantação de açai (RESEX CAJARI/AP)
NossaCasa é diversidade
Família feliz do Rio Macacoari
NossaCasa é mística e espiritualidade
Novena de Nossa Senhora da Conceição do Macacoari.
NossaCasa é cuidado com a natureza.
Educação ambiental com sutileza.
NossaCasa é direitos humanos.
Comunidade São Raimundo do Pirativa feita cobaia humana do mosquito da malária em 2005. Ninguém punido até agora!!!
NossaCasa é integração entre urbano e rural
Jovens da cidade emprestando livro e conhecendo um pouco do mundo rural.
NossaCasa é esporte e lazer.
Criançada da Reserva Extrativista do Rio Cajari (São Pedro do Ajuruxi - Mazagão/AP)
NossaCasa é respeito aos nossos velhos, nossos sábios
Remanescentes quilombolas da Conceição do Macacoari, minhas raízes.
NossaCasa é controle social.
Escola Estadual no Retiro Santo Antonio da Pedreira - desabou em novembro/2009 e o Governo preferiu construir um Centro Comunitário para festas, cachaçada e violência.
NossaCasa é cuidado com crianças e adolescentes,
brincadeiras e teatro de bonecos
Apresento meus princípios inegociáveis. Não tente infringi-los. Não insista!!!
LIBERDADE, RESPEITO, PARTICIPAÇÃO, AMOROSIDADE, VOLUNTARIADO, SIMPLICIDADE, PAZ, RETIDÃO, ÉTICA, ALEGRIA, COMPAIXÃO, PERSEVERANÇA, JUSTIÇA, INCLUSÃO SOCIAL, DIVERSIDADE, FRATERNIDADE, COOPERAÇÃO, CUIDADO, HUMILDADE, HONESTIDADE, GRATIDÃO, ESPIRITURALIDADE, MÍSTICA, TRANSPARÊNCIA, COMUNHÃO, UNIÃO, GENTILEZA.
AVISO IMPORTANTE AOS OPORTUNISTAS DE PLANTÃO:
"Não estou ligado a nenhum partido, pois para mim partido é parte. Eu como intelectual me interesso pelo todo embora, concretamente, saiba que o todo passa pela parte. Tal posição me confere a liberdade de emitir opiniões pessoais e descompromissadas com os partidos."
Faço minhas as palavras acima, do intelectual Leonardo Boff. Não sou intelectual (nem quero ser), mas sou um arte-educador-comunicador popular, um transformador social, um pesquisador livre e pensador de políticas públicas. Portanto, quero deixar muito claro que não sou e nem quero ser filiado a NENHUM partido político e, por lógico, não sou candidato a nenhum cargo eletivo e nem o serei, pois não acredito no atual sistema político-corrupto. E nem apóio nem apoiarei nenhum dos atuais polític@s do Amapá, sobretudo.
Entendo que não merecemos nenhum desses atuais políticos. Tod@s nos mantém escravizados, nos enganam (nós de comunidades ribeirinhas/tradicionais) e só se interessam por permanecer no poder, com todas as suas benesses (emprego público em abundância aos parentes, amigos e cabos eleitorais, por meio milhares de cargos comissionados; acesso a recursos públicos -maquiado, claro - para financiar campanhas políticas; banquetes e cerimônias; apropriação indevida de rádios e TV's públicas e/ou comunitárias; indicações de parentes e amigos para outros cargos eletivos, conselhos e tribunais; beneficiar os financiadores das campanhas políticas e agressores da natureza - agronegócio, mineradoras, pecuaristas, grandes empresas de pesca em detrimento da agricultura familiar, do ecoturismo comunitário, economia solidária).
Os atuais políticos do Amapá só aparecem em nossas comunidades tradicionais/rurais para dar cachaça para noss@s pais e irmã@s e estimular a gravidez precoce por meio de festas regadas a brega, ignorando nossa cultura de raiz, popular.. Apropriam-se de políticas públicas e não deixam chegar em nossas comunidades para nos manter isolados, sem educação, sem saúde, sem informação, sem comunicação, sem renda, sem dignidade.
Chega!!! Estamos cansados de tanta patifaria, corrupção e enganação!!! E como diria Cazuza: "A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia. A burguesia não repara na dor Da vendedora de chicletes. A burguesia só olha pra si. A burguesia só olha pra si. A burguesia é a direita, é a guerra. As pessoas vão ver que estão sendo roubadas. Vai haver uma revolução. Ao contrário da de 64. O Brasil é medroso. Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia. Vamos pra rua. Vamos acabar com a burguesiaVamos dinamitar a burguesiaVamos pôr a burguesia na cadeiaNuma fazenda de trabalhos forçadosEu sou burguês, mas eu sou artistaEstou do lado do povo, do povo. A burguesia fede - fede, fede, fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia. Não vai haver poesia. Porcos num chiqueiro São mais dignos que um burguês. Mas também existe o bom burguês. Que vive do seu trabalho honestamente. Mas este quer construir um país E não abandoná-lo com uma pasta de dólares. O bom burguês é como o operário. É o médico que cobra menos pra quem não tem E se interessa por seu povo. Em seres humanos vivendo como bichos Tentando te enforcar na janela do carro. No sinal, no sinal No sinal, no sinal. A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia.
http://letras.terra.com.br/cazuza/43858/
Faço minhas as palavras acima, do intelectual Leonardo Boff. Não sou intelectual (nem quero ser), mas sou um arte-educador-comunicador popular, um transformador social, um pesquisador livre e pensador de políticas públicas. Portanto, quero deixar muito claro que não sou e nem quero ser filiado a NENHUM partido político e, por lógico, não sou candidato a nenhum cargo eletivo e nem o serei, pois não acredito no atual sistema político-corrupto. E nem apóio nem apoiarei nenhum dos atuais polític@s do Amapá, sobretudo.
Entendo que não merecemos nenhum desses atuais políticos. Tod@s nos mantém escravizados, nos enganam (nós de comunidades ribeirinhas/tradicionais) e só se interessam por permanecer no poder, com todas as suas benesses (emprego público em abundância aos parentes, amigos e cabos eleitorais, por meio milhares de cargos comissionados; acesso a recursos públicos -maquiado, claro - para financiar campanhas políticas; banquetes e cerimônias; apropriação indevida de rádios e TV's públicas e/ou comunitárias; indicações de parentes e amigos para outros cargos eletivos, conselhos e tribunais; beneficiar os financiadores das campanhas políticas e agressores da natureza - agronegócio, mineradoras, pecuaristas, grandes empresas de pesca em detrimento da agricultura familiar, do ecoturismo comunitário, economia solidária).
Os atuais políticos do Amapá só aparecem em nossas comunidades tradicionais/rurais para dar cachaça para noss@s pais e irmã@s e estimular a gravidez precoce por meio de festas regadas a brega, ignorando nossa cultura de raiz, popular.. Apropriam-se de políticas públicas e não deixam chegar em nossas comunidades para nos manter isolados, sem educação, sem saúde, sem informação, sem comunicação, sem renda, sem dignidade.
Chega!!! Estamos cansados de tanta patifaria, corrupção e enganação!!! E como diria Cazuza: "A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia. A burguesia não repara na dor Da vendedora de chicletes. A burguesia só olha pra si. A burguesia só olha pra si. A burguesia é a direita, é a guerra. As pessoas vão ver que estão sendo roubadas. Vai haver uma revolução. Ao contrário da de 64. O Brasil é medroso. Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia. Vamos pra rua. Vamos acabar com a burguesiaVamos dinamitar a burguesiaVamos pôr a burguesia na cadeiaNuma fazenda de trabalhos forçadosEu sou burguês, mas eu sou artistaEstou do lado do povo, do povo. A burguesia fede - fede, fede, fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia. Não vai haver poesia. Porcos num chiqueiro São mais dignos que um burguês. Mas também existe o bom burguês. Que vive do seu trabalho honestamente. Mas este quer construir um país E não abandoná-lo com uma pasta de dólares. O bom burguês é como o operário. É o médico que cobra menos pra quem não tem E se interessa por seu povo. Em seres humanos vivendo como bichos Tentando te enforcar na janela do carro. No sinal, no sinal No sinal, no sinal. A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia.
http://letras.terra.com.br/cazuza/43858/
NossaCasa é mar acima MARABAIXO
Divulgando nossa cultura de raiz na internet. Quilombolas de Curralinho/AP durante o Dia da Consciência Negra.
Pensamento apreendido da leitura do dia:
"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo." Bertoldt Brecht
"Se avexe não Toda caminhada começa No primeiro passo A natureza não tem pressa Segue seu compasso Inexorávelmente chega lá Se avexe não Observe quem vai subindo a ladeira Seja princesa ou seja lavadeira Pra ir mais alto vai ter que suar." (Composição: Acioli Neto)
"Os Pontos de Cultura são o bolsa família das identidades, dos valores, dos significados e da imaginação criativa dos que são maioria, mas tinham se tornado minoria SILENCIADA." Emir Sader, sociólogo, comentando o Livro Ponto de Cultura, de Celio Turino.
"Estou cada vez mais convencido enquanto se vive neste reino da técnica, da gestão, que a base de tudo é a filosofia. Quando você tem uma matriz filosófica clara, tem esse entendimento mágico, essa visão poética que não se faz nas planilhas. A gente vai ajustando, não estou negando a necessidade de gestão. Mas acho que quando o fundamento é sólido, as coisas vão se equacionando, abrindo novos caminhos." Celio Turino em Revista Forum - dez/2009
"Para lutar contra a opressão é preciso um cavalo pra isso e esse cavalo é a arte, a criatividade, que é mais importante que só a consciência social. A arte iguala todo mundo." Zé Celso Martinez, comentando sobre Augusto Boal (Teatro do Oprimido). Revista Fórum - dez/2009
"A idéia de cultura, sempre moldada conforme as visões políticas de cada tempo, detém em si as chaves dos sitemas de poder. Chaves que podem abrir portas para a liberdade, para a equidade e para o diálogo. Mas também podem fechá-las, cedendo ao controle, à discriminação e à intolerância." Leonardo Brant no livro 'O poder da Cultura'.
Canto o crepúsculo da tarde/E o clarão da linda aurora/Canto aquilo que me alegra/E aquilo que me apavora/E canto os injustiçados/Que vagam de mundo afora."(Patativa do Assaré, poeta popular cearense)
A mística é a própria vida tomada em sua radicalidade e extrema densidade. Cultivada conscientemente confere à existência sentido de gravidade, leveza e profundidade. A mística sempre nos leva a transcender todos os limites, a descobrirmos o outro lado das coisas e a suspeitarmos que por detrás das estruturas do real não há o absurdo e o abismo que nos mete medo, mas vige ternura, acolhida, o mistério amoroso que se comunica como alegria de viver, sentido de trabalhar e sonho benfazejo de um universo de coisas e pessoas confraternizados entre si e ancorados fortemente no coração de Deus que é Pai e Mãe de infinita bondade. Leonardo Boff
Todas as atividades ditas populares eram desaconselhadas, de forma não explícita, na produção deum homem de elite, de um bacharel." Milton Santos (1926/2001)
O território é a matriz da vida social. Nele, tudo acontece, desde relações orgânicas, como a solidariedade entre vizinhos, até relações organizacionais e externas, que buscam impor-se.
(Maria Laura Silveira, comentando a obra de Milton Santos)
Desde menino a noção de movimento me impressionava, ver as pessoas se movendo, as mercadorias se movendo. A noção de movimento veio depois, mas das mercadorias, das coisas, das pessoas, talvez tenha me levado para a geografia." Milton Santos
"Não quero parecer crítico além da conta, mas, acredito que merecíamos algo melhor. Os que produzem arte e cultura e os que as consomem, todos merecíamos. E é por isso que quero firmar aqui a minha convicção de que precisamos escolher, nas próximas eleições, um governante que tenha um compromisso de verdade com a cultura de nosso povo e tenha a sensibilidade mínima para entender que a arte é essencial à vida das pessoas. A arte é, também, saúde mental e física. A arte é ecologia. A arte é educação. A arte empreende e constroi. A arte recupera e socializa. A arte é anti-violência. A arte é esperança.
Eu tenho certeza de que um governante que possua essa concepção das coisas tenderá a fazer, sempre, um bom governo. Mirará na profundidade das coisas e vislumbrará projetos a realizar. Não se perderá no achismo, na politicalha e num falso pragmatismo que impede a visão do sensível."
http://grandeponto.blogspot.com/2010/04/um-governante-para-cultura.html
"Se avexe não Toda caminhada começa No primeiro passo A natureza não tem pressa Segue seu compasso Inexorávelmente chega lá Se avexe não Observe quem vai subindo a ladeira Seja princesa ou seja lavadeira Pra ir mais alto vai ter que suar." (Composição: Acioli Neto)
"Os Pontos de Cultura são o bolsa família das identidades, dos valores, dos significados e da imaginação criativa dos que são maioria, mas tinham se tornado minoria SILENCIADA." Emir Sader, sociólogo, comentando o Livro Ponto de Cultura, de Celio Turino.
"Estou cada vez mais convencido enquanto se vive neste reino da técnica, da gestão, que a base de tudo é a filosofia. Quando você tem uma matriz filosófica clara, tem esse entendimento mágico, essa visão poética que não se faz nas planilhas. A gente vai ajustando, não estou negando a necessidade de gestão. Mas acho que quando o fundamento é sólido, as coisas vão se equacionando, abrindo novos caminhos." Celio Turino em Revista Forum - dez/2009
"Para lutar contra a opressão é preciso um cavalo pra isso e esse cavalo é a arte, a criatividade, que é mais importante que só a consciência social. A arte iguala todo mundo." Zé Celso Martinez, comentando sobre Augusto Boal (Teatro do Oprimido). Revista Fórum - dez/2009
"A idéia de cultura, sempre moldada conforme as visões políticas de cada tempo, detém em si as chaves dos sitemas de poder. Chaves que podem abrir portas para a liberdade, para a equidade e para o diálogo. Mas também podem fechá-las, cedendo ao controle, à discriminação e à intolerância." Leonardo Brant no livro 'O poder da Cultura'.
Canto o crepúsculo da tarde/E o clarão da linda aurora/Canto aquilo que me alegra/E aquilo que me apavora/E canto os injustiçados/Que vagam de mundo afora."(Patativa do Assaré, poeta popular cearense)
A mística é a própria vida tomada em sua radicalidade e extrema densidade. Cultivada conscientemente confere à existência sentido de gravidade, leveza e profundidade. A mística sempre nos leva a transcender todos os limites, a descobrirmos o outro lado das coisas e a suspeitarmos que por detrás das estruturas do real não há o absurdo e o abismo que nos mete medo, mas vige ternura, acolhida, o mistério amoroso que se comunica como alegria de viver, sentido de trabalhar e sonho benfazejo de um universo de coisas e pessoas confraternizados entre si e ancorados fortemente no coração de Deus que é Pai e Mãe de infinita bondade. Leonardo Boff
Todas as atividades ditas populares eram desaconselhadas, de forma não explícita, na produção deum homem de elite, de um bacharel." Milton Santos (1926/2001)
O território é a matriz da vida social. Nele, tudo acontece, desde relações orgânicas, como a solidariedade entre vizinhos, até relações organizacionais e externas, que buscam impor-se.
(Maria Laura Silveira, comentando a obra de Milton Santos)
Desde menino a noção de movimento me impressionava, ver as pessoas se movendo, as mercadorias se movendo. A noção de movimento veio depois, mas das mercadorias, das coisas, das pessoas, talvez tenha me levado para a geografia." Milton Santos
"Não quero parecer crítico além da conta, mas, acredito que merecíamos algo melhor. Os que produzem arte e cultura e os que as consomem, todos merecíamos. E é por isso que quero firmar aqui a minha convicção de que precisamos escolher, nas próximas eleições, um governante que tenha um compromisso de verdade com a cultura de nosso povo e tenha a sensibilidade mínima para entender que a arte é essencial à vida das pessoas. A arte é, também, saúde mental e física. A arte é ecologia. A arte é educação. A arte empreende e constroi. A arte recupera e socializa. A arte é anti-violência. A arte é esperança.
Eu tenho certeza de que um governante que possua essa concepção das coisas tenderá a fazer, sempre, um bom governo. Mirará na profundidade das coisas e vislumbrará projetos a realizar. Não se perderá no achismo, na politicalha e num falso pragmatismo que impede a visão do sensível."
http://grandeponto.blogspot.com/2010/04/um-governante-para-cultura.html
NossaCasa é união, solidariedade, respeito,
ação, voluntariado, juventude rural
Seres humanos importantes na minha formação, além de meus adoráveis pais/irmãos/avós/tio Zé:
JESUS, FILÓSOFOS GREGOS, CHE, MANDELA, ZUMBI, MADRE TEREZA, PAULO FREIRE, IRMÃ DULCE, DOM HELDER CAMARA, FREI BETTO, LEONARDO BOFF, DOM PEDRO CASALDÁGLIA, MARILENA CHAUÍ, MILTON SANTOS, ZILDA ARNS, AUGUSTO BOAL, GANDHI, BUDA, MARTIN LUTHER KING, IRMÃ DOROTHY, CHICO MENDES, GLAUBER ROCHA, CARLOS DRUMOND DE ANDRADE, MÁRIO QUINTANA, OSCAR NIEMEYER, RAUL SEIXAS.
NossaCasa é Telecentro Comunitário
NossaCasa Digital do Rio Macacoari (Carmo do Macacoari - Itaubal/AP) - inauguração em março/2010.
sábado, 3 de outubro de 2009
PDTistas de Macapá jogam livros no LIXO
email enviado em 03/10/2009 ao Diretório Nacional do PDT pelo site
http://pdt12.locaweb.com.br/faleconosco.asp
olá PDTistas, paz e bem!!!
Vejam abaixo o que Prefeito de Macapá e Governador do Amapá, ambos do PDT, andam fazendo com a educação e cultura. Acredito que Brizola, Darcy, Jango e demais defensores da educação, devem estar se remexendo no túmulo. Façam alguma coisa, pelo amor de Deus. Sensibilizem as duas autoridades e seus assessores da importância dos livros e da leitura para a educação das pessoas. Não precisa nem nos ajudar, basta não DESTRUIR o que estamos fazendo.
Avisem a eles que essas intervenções culturais existem em outras capitais e que o Amapá também é Brasil, que existe vida pensante fora dos Governos, que a Constituição Federal tem que ser respeitada por tod@s, sobretudo autoridades eleitas, portanto, temporárias, e etc e tal....Envio-lhes abaixo, texto espalhado pelo Brasil, denunciando esse crime contra a educação e cultura.
Socorro!!!!
Em homenagem ao dia em que a humanidade celebra duas personalidades da história que inspiram o Movimento NossaCasa, Gandhi (2/10) e São Francisco de Assis (4/10); ao Dia Nacional da Leitura (12/10) e Semana Nacional da Literatura (Lei nº 11.899, de 8 dejaneiro de 2009), onde várias cidades, Brasil a fora, festejam a importância do Livro e da leitura; e ao Dia das Crianças(12/10), principais beneficiárias de nosso trabalho social e o futuro de nosso país e da amazônia, dedicamos esse pequeno poema popular-denúncia, na esperança de que essa pobre realidade, em Macapá e no Amapá, mude em breve.
Continuaremos nossa luta para transformar o Amapá, num Estado cheio de LEITORES, a fim de diminuir nossas desigualdades sociais e contribuindo para formação do novo cidadão. Afinal, a leitura é uma das formas que a pessoa tem de entender o mundo e de se fazer entender.
Pobre Macapá. Bar Pode, Biblioteca, Não Pode.
Em Macapá, mesa de bar e de jogo de bicho na calçada, PODE.
Livros e revistas, de graça, NÃO PODE.
Esgoto a céu aberto na frente de nossas casas e escolas, PODE.
Biblioteca Comunitária ao ar livre, NÃO PODE.
Em Macapá, fechar a rua em frente à principal praça da cidade, por um final de semana,
Para vender carros e motos de luxo, PODE.
Deixar livros e revistas educativas em uma parada de ônibus em frente à
Prefeitura de Macapá, ao lado da Câmara de Vereadores, isso, NÃO PODE.
Em Macapá, o Governo do Estado fechar a Biblioteca Pública por absurdos 90 dias, PODE.
A Prefeitura ajudar a sociedade civil organizada a montar 90 bibliotecas comunitárias em paradas de ônibus, NÃO PODE.
Em Macapá, a Prefeitura jogar os livros e revistas das duas Paradas Culturais da NossaCasa no lixo, PODE.
A Prefeitura recolher os copos e garrafas descartáveis jogados na rua, NÃO PODE.
Em Macapá, colocar um guarda de trânsito para inibir as várias infrações dos motoristas em frente à Parada Cultural da NossaCasa, NÃO PODE.
Parar um caminhão de lixo, na calada da noite, para recolher nossos livros, revistas e decoração, PODE.
Enfim, em Macapá, acabo de descobrir que estimular o consumismo, infrações de trânsito, o individualismo, a lei de Gerson, isso tudo, PODE.
Mobilizar pessoas para a prática da solidariedade,
Doação, voluntariado, cuidado com a natureza, com o espaço público e @ outr@, isso, NÃO PODE.
Estimular a leitura, a fim de contribuir para a formação do novo cidadão, mais ético, honesto, liberto, amoroso, isso também NÃO PODE em Macapá.
PODE um negócio desse???!!!
Jonas Banhos
Idealizador do Movimento NossaCasa
2/10/2009
Conheça o Movimento NossaCasa:
http://www.youtube.com/watch?v=CFkjU-1D1dk
http://frentepolonorte.com/colunas/paulo-zab/nossa-casa-de-cultura-e-cidadania
http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&idnoticia=10583
http://cristovam.org.br/blog/p=3091
http://www.correaneto.com.br/noticias/09/21_9_09nossacasa.htm
www.nossacasaap.com.br
Disque Biblioteca Comunitária : 96 8129 1837 (Jonas Banhos) e 9139 0464 (Rita de Cácia)
abraços fraternos.
Jonas Banhos
http://pdt12.locaweb.com.br/faleconosco.asp
olá PDTistas, paz e bem!!!
Vejam abaixo o que Prefeito de Macapá e Governador do Amapá, ambos do PDT, andam fazendo com a educação e cultura. Acredito que Brizola, Darcy, Jango e demais defensores da educação, devem estar se remexendo no túmulo. Façam alguma coisa, pelo amor de Deus. Sensibilizem as duas autoridades e seus assessores da importância dos livros e da leitura para a educação das pessoas. Não precisa nem nos ajudar, basta não DESTRUIR o que estamos fazendo.
Avisem a eles que essas intervenções culturais existem em outras capitais e que o Amapá também é Brasil, que existe vida pensante fora dos Governos, que a Constituição Federal tem que ser respeitada por tod@s, sobretudo autoridades eleitas, portanto, temporárias, e etc e tal....Envio-lhes abaixo, texto espalhado pelo Brasil, denunciando esse crime contra a educação e cultura.
Socorro!!!!
Em homenagem ao dia em que a humanidade celebra duas personalidades da história que inspiram o Movimento NossaCasa, Gandhi (2/10) e São Francisco de Assis (4/10); ao Dia Nacional da Leitura (12/10) e Semana Nacional da Literatura (Lei nº 11.899, de 8 dejaneiro de 2009), onde várias cidades, Brasil a fora, festejam a importância do Livro e da leitura; e ao Dia das Crianças(12/10), principais beneficiárias de nosso trabalho social e o futuro de nosso país e da amazônia, dedicamos esse pequeno poema popular-denúncia, na esperança de que essa pobre realidade, em Macapá e no Amapá, mude em breve.
Continuaremos nossa luta para transformar o Amapá, num Estado cheio de LEITORES, a fim de diminuir nossas desigualdades sociais e contribuindo para formação do novo cidadão. Afinal, a leitura é uma das formas que a pessoa tem de entender o mundo e de se fazer entender.
Pobre Macapá. Bar Pode, Biblioteca, Não Pode.
Em Macapá, mesa de bar e de jogo de bicho na calçada, PODE.
Livros e revistas, de graça, NÃO PODE.
Esgoto a céu aberto na frente de nossas casas e escolas, PODE.
Biblioteca Comunitária ao ar livre, NÃO PODE.
Em Macapá, fechar a rua em frente à principal praça da cidade, por um final de semana,
Para vender carros e motos de luxo, PODE.
Deixar livros e revistas educativas em uma parada de ônibus em frente à
Prefeitura de Macapá, ao lado da Câmara de Vereadores, isso, NÃO PODE.
Em Macapá, o Governo do Estado fechar a Biblioteca Pública por absurdos 90 dias, PODE.
A Prefeitura ajudar a sociedade civil organizada a montar 90 bibliotecas comunitárias em paradas de ônibus, NÃO PODE.
Em Macapá, a Prefeitura jogar os livros e revistas das duas Paradas Culturais da NossaCasa no lixo, PODE.
A Prefeitura recolher os copos e garrafas descartáveis jogados na rua, NÃO PODE.
Em Macapá, colocar um guarda de trânsito para inibir as várias infrações dos motoristas em frente à Parada Cultural da NossaCasa, NÃO PODE.
Parar um caminhão de lixo, na calada da noite, para recolher nossos livros, revistas e decoração, PODE.
Enfim, em Macapá, acabo de descobrir que estimular o consumismo, infrações de trânsito, o individualismo, a lei de Gerson, isso tudo, PODE.
Mobilizar pessoas para a prática da solidariedade,
Doação, voluntariado, cuidado com a natureza, com o espaço público e @ outr@, isso, NÃO PODE.
Estimular a leitura, a fim de contribuir para a formação do novo cidadão, mais ético, honesto, liberto, amoroso, isso também NÃO PODE em Macapá.
PODE um negócio desse???!!!
Jonas Banhos
Idealizador do Movimento NossaCasa
2/10/2009
Conheça o Movimento NossaCasa:
http://www.youtube.com/watch?v=CFkjU-1D1dk
http://frentepolonorte.com/colunas/paulo-zab/nossa-casa-de-cultura-e-cidadania
http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&idnoticia=10583
http://cristovam.org.br/blog/p=3091
http://www.correaneto.com.br/noticias/09/21_9_09nossacasa.htm
www.nossacasaap.com.br
Disque Biblioteca Comunitária : 96 8129 1837 (Jonas Banhos) e 9139 0464 (Rita de Cácia)
abraços fraternos.
Jonas Banhos
Agentes de Leitura do Amapá recebem treinamento do Instituto Paulo Freire
http://www.creditofundiario.org.br/comunicacao/one-entry?entry_id=121998
23/04/2009-16:15 Agentes de Leitura do Amapá recebem treinamento do Instituto Paulo Freire
Oito agentes de leitura do programa Arca das Letras participam do curso de Formação de Educadores Populares, promovido pelo Instituto Paulo Freire (IPF), no período de 23 a 26 de abril, no Sesc Araxá, no município de Macapá/AP. Os agentes iniciaram suas atividades no Arca das Letras nos dias 14, 15 e 16 deste mês, quando 30 bibliotecas foram distribuídas no estado do Amapá.
O treinamento é resultado de parceria formada com a NossaCasa de Cultura e Cidadania, OnG que auxilia o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) na execução do programa Arca das Letras no estado do Amapá. A ação também conta com o apoio do Sesc/AP.
O curso pretende estabelecer um espaço de discussão, reflexão e aprendizado entre os diversos atores, grupos e movimentos que atuam ou pretendem atuar com educação nos diferentes níveis que compõem a Educação Popular: ensino institucional, educação de movimentos sociais, formação politica, educação informal, grupos comunitários e culturais, entre outros.
23/04/2009-16:15 Agentes de Leitura do Amapá recebem treinamento do Instituto Paulo Freire
Oito agentes de leitura do programa Arca das Letras participam do curso de Formação de Educadores Populares, promovido pelo Instituto Paulo Freire (IPF), no período de 23 a 26 de abril, no Sesc Araxá, no município de Macapá/AP. Os agentes iniciaram suas atividades no Arca das Letras nos dias 14, 15 e 16 deste mês, quando 30 bibliotecas foram distribuídas no estado do Amapá.
O treinamento é resultado de parceria formada com a NossaCasa de Cultura e Cidadania, OnG que auxilia o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) na execução do programa Arca das Letras no estado do Amapá. A ação também conta com o apoio do Sesc/AP.
O curso pretende estabelecer um espaço de discussão, reflexão e aprendizado entre os diversos atores, grupos e movimentos que atuam ou pretendem atuar com educação nos diferentes níveis que compõem a Educação Popular: ensino institucional, educação de movimentos sociais, formação politica, educação informal, grupos comunitários e culturais, entre outros.
Programa Arca das Letras entrega 13 bibliotecas para comunidades rurais no Amapá
Programa Arca das Letras entrega 13 bibliotecas para comunidades rurais no Amapá
Escrito por Raul Gemaque
14-May-2009
Macapá - O Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio da Secretaria de Reordenamento Agrário e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá – RURAP - e a OnG NossaCasa de Cultura e Cidadania, em parceria com a Superintendência do INCRA e com os movimentos sociais do Estado do Amapá, realizam eventos de entrega de 13 bibliotecas do Programa Arca das Letras para comunidades rurais dos municípios de Calçoene, Macapá, Santana e Tartarugalzinho, no período de 19 a 21 de maio de 2009.
Para as comunidades rurais de Macapá e Santana serão entregues 05 bibliotecas, 03 bibliotecas para as comunidades rurais do município de Tartarugalzinho e mais 05 bibliotecas para as comunidades rurais de Calçoene. Segue programação abaixo:
PROGRAMAÇÃO
19 de maio de 2009 – terça-feira – Macapá/AP
9h30: Capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais12 h: Solenidade de entrega de 5 bibliotecas para comunidades rurais dos municípios Macapá e Santana.
Local: RURAP - Rodovia BR 156, KM 2 – São Lázaro - Macapá.
20 de maio de 2009 – quarta-feira – Tartarugalzinho/AP
9h: Capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais11h30: Solenidade de entrega de 3 bibliotecas para as comunidades rurais do município de Tartarugalzinho
Local: Assentamento Bom Jesus dos Fernandes – Tartarugalzinho
21 de maio de 2009 – quinta-feira – Calçoene/AP
9h: Capacitação dos agentes de leitura das comunidades
11h: Solenidade de entrega de 5 bibliotecas para as comunidades rurais de Calçoene
Local: Sede dos Idosos – Av. Manoel Sarmento, s/n - Calçoene
Escrito por Raul Gemaque
14-May-2009
Macapá - O Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio da Secretaria de Reordenamento Agrário e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá – RURAP - e a OnG NossaCasa de Cultura e Cidadania, em parceria com a Superintendência do INCRA e com os movimentos sociais do Estado do Amapá, realizam eventos de entrega de 13 bibliotecas do Programa Arca das Letras para comunidades rurais dos municípios de Calçoene, Macapá, Santana e Tartarugalzinho, no período de 19 a 21 de maio de 2009.
Para as comunidades rurais de Macapá e Santana serão entregues 05 bibliotecas, 03 bibliotecas para as comunidades rurais do município de Tartarugalzinho e mais 05 bibliotecas para as comunidades rurais de Calçoene. Segue programação abaixo:
PROGRAMAÇÃO
19 de maio de 2009 – terça-feira – Macapá/AP
9h30: Capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais12 h: Solenidade de entrega de 5 bibliotecas para comunidades rurais dos municípios Macapá e Santana.
Local: RURAP - Rodovia BR 156, KM 2 – São Lázaro - Macapá.
20 de maio de 2009 – quarta-feira – Tartarugalzinho/AP
9h: Capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais11h30: Solenidade de entrega de 3 bibliotecas para as comunidades rurais do município de Tartarugalzinho
Local: Assentamento Bom Jesus dos Fernandes – Tartarugalzinho
21 de maio de 2009 – quinta-feira – Calçoene/AP
9h: Capacitação dos agentes de leitura das comunidades
11h: Solenidade de entrega de 5 bibliotecas para as comunidades rurais de Calçoene
Local: Sede dos Idosos – Av. Manoel Sarmento, s/n - Calçoene
Arca das Letras: MDA entrega 30 bibliotecas rurais para o Amapá
http://www.amapa.net/index.php?option=com_content&view=article&id=347:arca-das-letras-mda-entrega-30-bibliotecas-rurais-para-o-amapa&catid=39:cultura&Itemid=12
Arca das Letras: MDA entrega 30 bibliotecas rurais para o Amapá
Escrito por Sílvia Sousa
Ter, 14 de Abril de 2009 21:12
Comunidades rurais de nove municípios do Amapá vão receber 30 bibliotecas do programa Arca das Letras. As ações serão realizadas nesta terça (14), quarta (15) e quinta-feira (16), respectivamente, nos municípios de Macapá, Mazagão e Vitória do Jari. Serão capacitados 60 agentes de leitura, que são moradores das comunidades que ficarão responsáveis pelas bibliotecas e pelo incentivo à leitura. A coordenadora nacional do programa Arca das Letras, Cleide Soares, participará dos eventos.
As bibliotecas atenderão famílias rurais de comunidades ribeirinhas, indígenas, remanescentes quilombolas, reservas extrativistas e assentamentos da reforma agrária dos municípios de Calçoene, Itaubal, Laranjal do Jari, Macapá, Mazagão, Tartarugalzinho, Santana, Serra do Navio e Vitória do Jari.No Estado do Amapá, o Programa Arca das Letras é desenvolvido em parceria com a OnG NossaCasa de Cultura e Cidadania. Também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes e do Incra/AP.
Criado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário em 2003, o Programa já implantou 6.032 bibliotecas em 1,8 mil municípios do País, totalizando 1,3 milhão de livros. Com isso, mais de 660 mil famílias rurais estão sendo estimuladas à leitura e à troca de conhecimentos.
Homenagem
O Amapá havia recebido somente duas bibliotecas Arca das Letras, implantadas em 2006 nos municípios do Oiapoque e de Santana. Neste, a comunidade rural Ilha de Santana recebeu homenagem do MDA durante a V Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, ocorrida em novembro de 2008 no Rio de Janeiro. O reconhecimento foi concedido a Luciana do Espírito Santo em função do bom desempenho como agente de leitura. Ela também levou para a comunidade o prêmio Machado de Assis, concedido pelo Ministério da Cultura (MinC). Este prêmio selecionou iniciativas de estímulo e fortalecimento à leitura no País.
Acervos especiais
Além das 30 bibliotecas rurais, o programa Arca das Letras fez a doação de acervos especiais para o projeto Barcas das Letras, da OnG NossaCasa de Cultura e Cidadania. O objetivo é incentivar a leitura nas comunidades rurais ribeirinhas que têm pequeno número de famílias (até 100 moradores). Durante os três dias de atividades do Programa Arca das Letras no Amapá, a OnG NossaCasa entregará 12 Barcas das Letras, cada uma com cerca de 120 livros. Os temas abordam, por exemplo, técnicas de pesca e de preservação do meio ambiente.
Programação
14 de abril de 2009 (terça-feira) - Macapá
15h30: capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais de Macapá, Itaubal, Calçoene, Santana, Serra do Navio e Tartarugalzinho
17h30: solenidade de entrega de bibliotecas para comunidades rurais
19h: apresentações culturais (Sesc Araxá – Rua Jovino Dinoa, 4.311- Bairro Araxá /Macapá)
15 de abril de 2009 (quarta-feira) - Mazagão
14h: capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais do Mazagão
16h: entrega de bibliotecas para as comunidades rurais e apresentações culturais
(local: comunidade Santo Antônio do Ajuruxi – Mazagão)
16 de abril de 2009 (quinta-feira) - Vitória do Jari
9h: capacitação dos agentes de leitura das comunidades do Laranjal do Jari e de Vitória do Jari
11h: entrega de bibliotecas para as comunidades rurais
(local: comunidade Tapereira )
Arca das Letras: MDA entrega 30 bibliotecas rurais para o Amapá
Escrito por Sílvia Sousa
Ter, 14 de Abril de 2009 21:12
Comunidades rurais de nove municípios do Amapá vão receber 30 bibliotecas do programa Arca das Letras. As ações serão realizadas nesta terça (14), quarta (15) e quinta-feira (16), respectivamente, nos municípios de Macapá, Mazagão e Vitória do Jari. Serão capacitados 60 agentes de leitura, que são moradores das comunidades que ficarão responsáveis pelas bibliotecas e pelo incentivo à leitura. A coordenadora nacional do programa Arca das Letras, Cleide Soares, participará dos eventos.
As bibliotecas atenderão famílias rurais de comunidades ribeirinhas, indígenas, remanescentes quilombolas, reservas extrativistas e assentamentos da reforma agrária dos municípios de Calçoene, Itaubal, Laranjal do Jari, Macapá, Mazagão, Tartarugalzinho, Santana, Serra do Navio e Vitória do Jari.No Estado do Amapá, o Programa Arca das Letras é desenvolvido em parceria com a OnG NossaCasa de Cultura e Cidadania. Também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes e do Incra/AP.
Criado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário em 2003, o Programa já implantou 6.032 bibliotecas em 1,8 mil municípios do País, totalizando 1,3 milhão de livros. Com isso, mais de 660 mil famílias rurais estão sendo estimuladas à leitura e à troca de conhecimentos.
Homenagem
O Amapá havia recebido somente duas bibliotecas Arca das Letras, implantadas em 2006 nos municípios do Oiapoque e de Santana. Neste, a comunidade rural Ilha de Santana recebeu homenagem do MDA durante a V Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, ocorrida em novembro de 2008 no Rio de Janeiro. O reconhecimento foi concedido a Luciana do Espírito Santo em função do bom desempenho como agente de leitura. Ela também levou para a comunidade o prêmio Machado de Assis, concedido pelo Ministério da Cultura (MinC). Este prêmio selecionou iniciativas de estímulo e fortalecimento à leitura no País.
Acervos especiais
Além das 30 bibliotecas rurais, o programa Arca das Letras fez a doação de acervos especiais para o projeto Barcas das Letras, da OnG NossaCasa de Cultura e Cidadania. O objetivo é incentivar a leitura nas comunidades rurais ribeirinhas que têm pequeno número de famílias (até 100 moradores). Durante os três dias de atividades do Programa Arca das Letras no Amapá, a OnG NossaCasa entregará 12 Barcas das Letras, cada uma com cerca de 120 livros. Os temas abordam, por exemplo, técnicas de pesca e de preservação do meio ambiente.
Programação
14 de abril de 2009 (terça-feira) - Macapá
15h30: capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais de Macapá, Itaubal, Calçoene, Santana, Serra do Navio e Tartarugalzinho
17h30: solenidade de entrega de bibliotecas para comunidades rurais
19h: apresentações culturais (Sesc Araxá – Rua Jovino Dinoa, 4.311- Bairro Araxá /Macapá)
15 de abril de 2009 (quarta-feira) - Mazagão
14h: capacitação dos agentes de leitura das comunidades rurais do Mazagão
16h: entrega de bibliotecas para as comunidades rurais e apresentações culturais
(local: comunidade Santo Antônio do Ajuruxi – Mazagão)
16 de abril de 2009 (quinta-feira) - Vitória do Jari
9h: capacitação dos agentes de leitura das comunidades do Laranjal do Jari e de Vitória do Jari
11h: entrega de bibliotecas para as comunidades rurais
(local: comunidade Tapereira )
NossaCasa de Cultura e Cidadania lança a rede de bibliotecas comunitárias
NossaCasa de Cultura e Cidadania lança a rede de bibliotecas comunitárias
Escrito por Chico Terra
18-Mar-2009
O movimento social NossaCasa de Cultura e Cidadania lança hoje (18) a rede de bibliotecas comunitárias Pororoca das Letras e realiza a entrega da primeira Barca das Letras. A ação acontece no município de Macapá (AP), a partir das 17h.
A Pororoca das Letras é uma rede comunitária que vai viabilizar o acesso ao livro a moradores de comunidades rurais do estado do Amapá e também às periferias da zona urbana. O objetivo é integrar o meio rural ao meio urbano. Conta com um acervo inicial de 3 mil títulos, adquiridos por meio de doações como as realizadas pelo programa de bibliotecas rurais Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
A Pororoca das Letras também lança hoje o projeto de mini-bibliotecas Barca das Letras, formado por acervos específicos, direcionados às necessidades de comunidades menores, com até 100 moradores cada, sendo elas rurais ou das periferias das zonas urbanas. A primeira Barca será entregue hoje, durante as ações do evento, à Casa de Cultura Vem Brincar Capoeira, localizada no Jardim Equatorial, em Macapá.
Além dessa entrega, o NossaCasa está realizando o levantamento em todo o estado do Amapá para instalar, à partir do mês de abril, 30 bibliotecas Arca das Letras. Os móveis-bibliotecas foram fabricados com o apoio da Oscip Missão Criança.
A festa de inauguração terá apresentações de danças e poesias, rodas de leitura, contadores de histórias e capoeira.Contará com a participação de movimentos sociais do Amapá, moradores da zona rural e apoiadores do movimento, como o Instituto Chico Mendes, do Ministério do Meio Ambiente.
Programação
Data : 18/03/2009
Horário: 17h às 00h
Local : Av. Ernestino Borges 567-A, Bairro Laguinho, Macapá/AP
(Fica entre a Rua General Rondon e Rua Eliezér Levi)
Para entrar em contato com a NossaCasa de Cultura e Cidadania escreva para nossacasaap@gmail.com
ou ligue para os telefones (96) 8129-1837 ou 9139 0464
Escrito por Chico Terra
18-Mar-2009
O movimento social NossaCasa de Cultura e Cidadania lança hoje (18) a rede de bibliotecas comunitárias Pororoca das Letras e realiza a entrega da primeira Barca das Letras. A ação acontece no município de Macapá (AP), a partir das 17h.
A Pororoca das Letras é uma rede comunitária que vai viabilizar o acesso ao livro a moradores de comunidades rurais do estado do Amapá e também às periferias da zona urbana. O objetivo é integrar o meio rural ao meio urbano. Conta com um acervo inicial de 3 mil títulos, adquiridos por meio de doações como as realizadas pelo programa de bibliotecas rurais Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
A Pororoca das Letras também lança hoje o projeto de mini-bibliotecas Barca das Letras, formado por acervos específicos, direcionados às necessidades de comunidades menores, com até 100 moradores cada, sendo elas rurais ou das periferias das zonas urbanas. A primeira Barca será entregue hoje, durante as ações do evento, à Casa de Cultura Vem Brincar Capoeira, localizada no Jardim Equatorial, em Macapá.
Além dessa entrega, o NossaCasa está realizando o levantamento em todo o estado do Amapá para instalar, à partir do mês de abril, 30 bibliotecas Arca das Letras. Os móveis-bibliotecas foram fabricados com o apoio da Oscip Missão Criança.
A festa de inauguração terá apresentações de danças e poesias, rodas de leitura, contadores de histórias e capoeira.Contará com a participação de movimentos sociais do Amapá, moradores da zona rural e apoiadores do movimento, como o Instituto Chico Mendes, do Ministério do Meio Ambiente.
Programação
Data : 18/03/2009
Horário: 17h às 00h
Local : Av. Ernestino Borges 567-A, Bairro Laguinho, Macapá/AP
(Fica entre a Rua General Rondon e Rua Eliezér Levi)
Para entrar em contato com a NossaCasa de Cultura e Cidadania escreva para nossacasaap@gmail.com
ou ligue para os telefones (96) 8129-1837 ou 9139 0464
Vamos salvar os animais silvestres em cativeiro?
http://simoneguimaraes2.blogspot.com/2009_07_01_archive.html
22.7.09
Vamos salvar os animais silvestres em cativeiro?
A ação liderada por estudantes, jornalistas e movimentos sociais merece destaque. Animais silvestres pegos em apreensões realizadas por órgãos ambientais são levados quase todas as semanas para a REVECON- Reserva do Patrimônio Natural, em Santana. Os bichinhos chegam lá debilitados, com ferimentos e muitas vezes mutilados. A reserva cuida, medica e alimenta os animais. A maioria não pode ser devolvida para a natureza por não ter condições de se readaptar ao habitat natural. A Revecon acaba se transformando no segundo lar. Hoje 366 animais como araras, papagaios, cobras, jacarés, cutias, macacos e onças vivem no espaço. É um pedacinho de floresta preservado dentro da cidade, cercado de um braço de igarapé.
A reserva hoje faz o papel do poder público em receber os animais silvestres retirados da natureza e que hoje ninguém quer assumir a responsabilidade. Em Macapá o parque zoobatânico, mantido pela prefeitura, deveria fazer este trabalho,,mas está fechado há cerca de doze anos.
A Revecon é aberta para o público em visitas monitoradas que rendem algum recurso para a manutenção. Mas é insuficiente para alimentar e cuidar dos animais. São necessários por mês cerca de vinte mil reais para esta manutenção. Para se ter uma idéia, só a onça Miau, mascote da reserva, come diariamente quatro quilos de carne.
O trabalho na reserva é desenvolvido há 10 anos pelo pediatra aposentado Paulo Amorim. É uma ação de solidariedade e doação sem fins lucrativos, que hoje está se tornando um fardo muito pesado para ser mantido só por ele.
Estudantes, jornalistas e movimentos sociais estão se unindo para chamar a atenção da sociedade sobre este trabalho que ajuda a preservar os animais silvestres em cativeiro, proporcionando as crianças a visitação e o contato com a natureza, além do trabalho de conscientização.
O Movimento NossaCasa, está à frente do movimento, junto com alunos da Unifap. Está marcada para o dia 25 de julho, sábado, uma visita à reserva. Está prevista uma programação cultural. Neste dia começa a ser traçado um plano para ajudar os animais através da conscientização e educação ambiental.
Contamos com o apoio da imprensa para que esta ação de voluntariado seja difundida.
Contato: Jonas Banhos
Tel:96 4141 08 29 e 96 8129 18 37
e-mail nossacasaap@gmail.com
Postado por Simone Guimarães às 14:11 0 comentários
22.7.09
Vamos salvar os animais silvestres em cativeiro?
A ação liderada por estudantes, jornalistas e movimentos sociais merece destaque. Animais silvestres pegos em apreensões realizadas por órgãos ambientais são levados quase todas as semanas para a REVECON- Reserva do Patrimônio Natural, em Santana. Os bichinhos chegam lá debilitados, com ferimentos e muitas vezes mutilados. A reserva cuida, medica e alimenta os animais. A maioria não pode ser devolvida para a natureza por não ter condições de se readaptar ao habitat natural. A Revecon acaba se transformando no segundo lar. Hoje 366 animais como araras, papagaios, cobras, jacarés, cutias, macacos e onças vivem no espaço. É um pedacinho de floresta preservado dentro da cidade, cercado de um braço de igarapé.
A reserva hoje faz o papel do poder público em receber os animais silvestres retirados da natureza e que hoje ninguém quer assumir a responsabilidade. Em Macapá o parque zoobatânico, mantido pela prefeitura, deveria fazer este trabalho,,mas está fechado há cerca de doze anos.
A Revecon é aberta para o público em visitas monitoradas que rendem algum recurso para a manutenção. Mas é insuficiente para alimentar e cuidar dos animais. São necessários por mês cerca de vinte mil reais para esta manutenção. Para se ter uma idéia, só a onça Miau, mascote da reserva, come diariamente quatro quilos de carne.
O trabalho na reserva é desenvolvido há 10 anos pelo pediatra aposentado Paulo Amorim. É uma ação de solidariedade e doação sem fins lucrativos, que hoje está se tornando um fardo muito pesado para ser mantido só por ele.
Estudantes, jornalistas e movimentos sociais estão se unindo para chamar a atenção da sociedade sobre este trabalho que ajuda a preservar os animais silvestres em cativeiro, proporcionando as crianças a visitação e o contato com a natureza, além do trabalho de conscientização.
O Movimento NossaCasa, está à frente do movimento, junto com alunos da Unifap. Está marcada para o dia 25 de julho, sábado, uma visita à reserva. Está prevista uma programação cultural. Neste dia começa a ser traçado um plano para ajudar os animais através da conscientização e educação ambiental.
Contamos com o apoio da imprensa para que esta ação de voluntariado seja difundida.
Contato: Jonas Banhos
Tel:96 4141 08 29 e 96 8129 18 37
e-mail nossacasaap@gmail.com
Postado por Simone Guimarães às 14:11 0 comentários
http://www.correaneto.com.br/noticias/09/21_9_09nossacasa.htm
ATO DE REPÚDIO
O Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania, ou simplesmente, NossaCasa, vem convidar a sociedade amapaense para um ATO DE REPÚDIO contra o terrorismo praticado pela Prefeitura Municipal de Macapá, após a entrega de um abaixo-assinado(154 assinaturas) solicitando a construção de uma parada de ônibus cultural decente na Av. Ernestino Borges, entre as Ruas General Rondon e Eliezer Levi, no bairro do Laguinho, Macapá/AP, a fim de abrigar nossa biblioteca comunitária BArca das Letras, a 55ª da Rede de Bibliotecas Comunitárias Pororoca das Letras.
Esse local, que era sujo, abandonado, foi adotado pelo Movimento NossaCasa que a partir de então começou a cuidar do espaço, transformando-o num ambiente agradável, atrativo, limpo, educativo e um ponto de encontro, de leitura e de cultura para crianças, adolescentes, jovens e idosos amantes da leitura.
De uma “parada de ônibus virtual” (sem placa, sem bancos, suja, sem nenhuma infraestrutura física para abrigar os passageiros, inclusive idosos e gestantes), foi sendo transformada, dia após dia, desde o dia 03/09/2009, em uma Parada Cultural com muitos livros, cadeiras de balanço, banco ecológico (feito de pneus velhos abandonados na rua), canoas cheias de livros e revistas, doados e disponibilizados gratuitamente à comunidade em geral. Além de abrigar a primeira Rádio Comunitária feita no meio da rua, a Rádio NossaCasa, ondas curtíssimas (“pororoquinha”) e sem autorização da ANATEL para funcionamento.
Segundo a vizinhança da Parada Cultural, no dia 16/09 (quarta-feira), na calada da noite, a Prefeitura Municipal de Macapá manda um caminhão de lixo “limpar” a Parada Cultural da NossaCasa, jogando no triturador de lixo todos os livros generosamente doados pela comunidade amapaense, que ouviu os apelos feitos pelo Movimento NossaCasa, após reportagem na TV Amapá e nos jornais locais Tribuna Amapaense e Jornal do Dia (http://www.youtube.com/watch?v=CFkjU-1D1dk).
E, em repúdio a este ato antidemocrático, contra a educação e cultura dos macapaenses é que o Movimento NossaCasa intensificará a ocupação pacífica, cultural e cidadã das nossas paradas de ônibus, implantando ainda mais bibliotecas comunitárias nesses espaços públicos, ou seja, de todos nós, cidadãos e moradores desta cidade, tão maltratada, abandonada e carente de idéias, iniciativas e ações voluntárias, simples e criativas, em prol da coletividade.
Junte-se a nós, nesta segunda-feira (21/09/2009), e participe da transformação da parada de ônibus em frente à Prefeitura de Macapá(Av. Fab) em uma Parada Cultural, com uma biblioteca comunitária com 200 (duzentos) livros/revistas, aproximadamente, e muitas atividades culturais (roda de leitura, exposição de artesanato da Reserva Extrativista do Cajari, exposição de fotos do Movimento NossaCasa na floresta, Rádio NossaCasa). Concentração na Parada Cultural da NossaCasa, a partir das 9 :00 horas e, em seguida, caminhada cultural em direção à Prefeitura de Macapá.
Venha, traga sua doação, sua apresentação artística, sua criatividade, seu ponto de vista. Afinal, a parada de ônibus em frente à Prefeitura também é a NossaCasa.
Disque Biblioteca Comunitária : 8129 1837 (Jonas Banhos)/ 9139 0464 (Rita de Cácia)
Fotos e vídeos da Parada Cultural da NossaCasa:
http://www.youtube.com/user/NossaCasadeCultura#play/all
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=4954502125303288669&aid=1252061165
www.nossacasaap.com.br
http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&idnoticia=10583
ATO DE REPÚDIO
O Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania, ou simplesmente, NossaCasa, vem convidar a sociedade amapaense para um ATO DE REPÚDIO contra o terrorismo praticado pela Prefeitura Municipal de Macapá, após a entrega de um abaixo-assinado(154 assinaturas) solicitando a construção de uma parada de ônibus cultural decente na Av. Ernestino Borges, entre as Ruas General Rondon e Eliezer Levi, no bairro do Laguinho, Macapá/AP, a fim de abrigar nossa biblioteca comunitária BArca das Letras, a 55ª da Rede de Bibliotecas Comunitárias Pororoca das Letras.
Esse local, que era sujo, abandonado, foi adotado pelo Movimento NossaCasa que a partir de então começou a cuidar do espaço, transformando-o num ambiente agradável, atrativo, limpo, educativo e um ponto de encontro, de leitura e de cultura para crianças, adolescentes, jovens e idosos amantes da leitura.
De uma “parada de ônibus virtual” (sem placa, sem bancos, suja, sem nenhuma infraestrutura física para abrigar os passageiros, inclusive idosos e gestantes), foi sendo transformada, dia após dia, desde o dia 03/09/2009, em uma Parada Cultural com muitos livros, cadeiras de balanço, banco ecológico (feito de pneus velhos abandonados na rua), canoas cheias de livros e revistas, doados e disponibilizados gratuitamente à comunidade em geral. Além de abrigar a primeira Rádio Comunitária feita no meio da rua, a Rádio NossaCasa, ondas curtíssimas (“pororoquinha”) e sem autorização da ANATEL para funcionamento.
Segundo a vizinhança da Parada Cultural, no dia 16/09 (quarta-feira), na calada da noite, a Prefeitura Municipal de Macapá manda um caminhão de lixo “limpar” a Parada Cultural da NossaCasa, jogando no triturador de lixo todos os livros generosamente doados pela comunidade amapaense, que ouviu os apelos feitos pelo Movimento NossaCasa, após reportagem na TV Amapá e nos jornais locais Tribuna Amapaense e Jornal do Dia (http://www.youtube.com/watch?v=CFkjU-1D1dk).
E, em repúdio a este ato antidemocrático, contra a educação e cultura dos macapaenses é que o Movimento NossaCasa intensificará a ocupação pacífica, cultural e cidadã das nossas paradas de ônibus, implantando ainda mais bibliotecas comunitárias nesses espaços públicos, ou seja, de todos nós, cidadãos e moradores desta cidade, tão maltratada, abandonada e carente de idéias, iniciativas e ações voluntárias, simples e criativas, em prol da coletividade.
Junte-se a nós, nesta segunda-feira (21/09/2009), e participe da transformação da parada de ônibus em frente à Prefeitura de Macapá(Av. Fab) em uma Parada Cultural, com uma biblioteca comunitária com 200 (duzentos) livros/revistas, aproximadamente, e muitas atividades culturais (roda de leitura, exposição de artesanato da Reserva Extrativista do Cajari, exposição de fotos do Movimento NossaCasa na floresta, Rádio NossaCasa). Concentração na Parada Cultural da NossaCasa, a partir das 9 :00 horas e, em seguida, caminhada cultural em direção à Prefeitura de Macapá.
Venha, traga sua doação, sua apresentação artística, sua criatividade, seu ponto de vista. Afinal, a parada de ônibus em frente à Prefeitura também é a NossaCasa.
Disque Biblioteca Comunitária : 8129 1837 (Jonas Banhos)/ 9139 0464 (Rita de Cácia)
Fotos e vídeos da Parada Cultural da NossaCasa:
http://www.youtube.com/user/NossaCasadeCultura#play/all
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=4954502125303288669&aid=1252061165
www.nossacasaap.com.br
http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&idnoticia=10583
Projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania entrega Bibliotecas Comunitárias
http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&idnoticia=1719
NOTÍCIAS Enviada em 10/04/2009 às 09:20:39
Projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania entrega Bibliotecas Comunitárias. O projeto visa cada vez mais expandir para vários bairros e comunidades do Estado
O Programa Arca das Letras foi criado em 2003, coordenado pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário para facilitar o acesso ao livro e incentivo ŕ leitura em todos os lugares do Brasil, fortalecendo o desenvolvimento da educaçăo, da cultura, do trabalho e entretenimento. Cada cidade idealiza o seu projeto, mas sempre visando um incentivo para Bibliotecas Comunitárias.
Aqui em Macapá Jonas Banhos idealizou o projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania fazendo uma Biblioteca Comunitária funcionando 24 horas e que em 11 meses já tem mais de 3 mil livros a disposiçăo, se localiza na Avenida Ernestino Borges. A intençăo é para a populaçăo ir ao espaço e se sentir em casa, ter liberdade para ler um livro, pegar emprestado sem pagar nada, fazendo um ambiente descontraído e um jeito novo e diferente de fazer as coisas.
O Projeto foi idealizado por mim, mas năo é meu é nosso para que todos tenham conscięncia que é nosso e tenham liberdade e se sintam em casa. O projeto nasce para provar que existem muito mais pessoas honestas, vamos provar năo com palavras, mas com o agir e fazer. Entăo aqui a intençăo é cada um ter liberdade para fazer o que quiser.A proposta é ser um movimento de políticas públicas para todo Brasil e também no desejo de ajudar o próximo sem querer nada em troca, afirmou Jonas Banhos.
O projeto visa cada vez mais expandir para vários bairros e comunidades do Estado sendo um ponto de cultura, de encontro, trocas de conhecimento com pessoas de vários movimentos sociais, de raças diferentes, de outros países. No espaço as pessoas podem colocar algumas coisas no ambiente que se transformam em arte e o objetivo é juntar no ambiente a Biblioteca, o Tele Centro, Videoteca, Brinquedoteca, Oficinas de palestras, Horta Comunitária.
Agora em abril o projeto vai entregar 14 Bibliotecas Comunitárias na Reserva Extrativista do Rio Cajarí. Aqui em Macapá o projeto tem apenas apoio do Instituto Chico Mendes e precisavam de outros parceiros para cada vez mais contribuir na formaçăo de melhores cidadăos.
NOTÍCIAS Enviada em 10/04/2009 às 09:20:39
Projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania entrega Bibliotecas Comunitárias. O projeto visa cada vez mais expandir para vários bairros e comunidades do Estado
O Programa Arca das Letras foi criado em 2003, coordenado pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário para facilitar o acesso ao livro e incentivo ŕ leitura em todos os lugares do Brasil, fortalecendo o desenvolvimento da educaçăo, da cultura, do trabalho e entretenimento. Cada cidade idealiza o seu projeto, mas sempre visando um incentivo para Bibliotecas Comunitárias.
Aqui em Macapá Jonas Banhos idealizou o projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania fazendo uma Biblioteca Comunitária funcionando 24 horas e que em 11 meses já tem mais de 3 mil livros a disposiçăo, se localiza na Avenida Ernestino Borges. A intençăo é para a populaçăo ir ao espaço e se sentir em casa, ter liberdade para ler um livro, pegar emprestado sem pagar nada, fazendo um ambiente descontraído e um jeito novo e diferente de fazer as coisas.
O Projeto foi idealizado por mim, mas năo é meu é nosso para que todos tenham conscięncia que é nosso e tenham liberdade e se sintam em casa. O projeto nasce para provar que existem muito mais pessoas honestas, vamos provar năo com palavras, mas com o agir e fazer. Entăo aqui a intençăo é cada um ter liberdade para fazer o que quiser.A proposta é ser um movimento de políticas públicas para todo Brasil e também no desejo de ajudar o próximo sem querer nada em troca, afirmou Jonas Banhos.
O projeto visa cada vez mais expandir para vários bairros e comunidades do Estado sendo um ponto de cultura, de encontro, trocas de conhecimento com pessoas de vários movimentos sociais, de raças diferentes, de outros países. No espaço as pessoas podem colocar algumas coisas no ambiente que se transformam em arte e o objetivo é juntar no ambiente a Biblioteca, o Tele Centro, Videoteca, Brinquedoteca, Oficinas de palestras, Horta Comunitária.
Agora em abril o projeto vai entregar 14 Bibliotecas Comunitárias na Reserva Extrativista do Rio Cajarí. Aqui em Macapá o projeto tem apenas apoio do Instituto Chico Mendes e precisavam de outros parceiros para cada vez mais contribuir na formaçăo de melhores cidadăos.
Projeto leva a leitura e cultura para a rua
http://www.jdia.com.br/pagina.php?pg=exibir_not&idnoticia=10583
NOTÍCIAS Enviada em 10/09/2009 às 10:06:48
A coordenação do Movimento lança mais um projeto cultural em Macapá, agora com lançamento da Parada Cultural da NossaCasa
O Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania vem contribuindo para ampliar os horizontes culturais das comunidades ribeirinhas do Estado através da leitura e da valorização regional de cada região.A coordenação do Movimento lança mais um projeto cultural em Macapá, agora com lançamento da Parada Cultural da NossaCasa.
O Projeto está sendo divulgado na parada de ônibus da Avenida Ernestino Borges, próximo ao INSS. “A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a “compreender” o mundo à nossa volta. Estamos divulgando o nosso trabalho através dessa biblioteca comunitária, onde todos ficam sabendo valorizar nossa cultura, a leitura, é um espaço democrático e livre”, disse o coordenador geral do Movimento, Jonas Banhos.
O coordenador adiantou que a Biblioteca está recebendo doações de revistas e livros, e que a população participe dos projetos elaborados pelo Movimento, citando um deles: a Barca de Letras, que consiste em instalar pequenas bibliotecas nas regiões mais longínquas do país, nas quais os livros são dispostos num tipo de Barca. “Então, adaptamos as velhas embarcações e as transformamos em bibliotecas para tornar a iniciativa mais familiar ao modo de vida das pessoas.
Afinal, os barquinhos são o principal meio de transporte aqui”, disse.
A população que passava pelo local aprovou a iniciativa do movimento. Para o estudante Alan Sanches, o Projeto tem uma informação fácil de compreender e de participar, revelando que ações dessa forma só tem a contribuir com a educação até mesmo de pessoas que nunca teve contato com a leitura. “Estava aqui na parada e achei super interessante essa ação, percebi que até as pessoas que não se interessam pela leitura ficou admirada pela forma do projeto ser apresentado”, ressalta.
Jonas anuncia que a NossaCasa de Cultura e Cidadania está de portas abertas para o público poder conferir o acervo de livros e revistas do Movimento. O coordenador anunciou que o Movimento já possui 55 bibliotecas comunitárias em 10 municípios. “Estamos de portas abertas para a população opinar e contribuir para progresso da NossaCasa, queremos resgatar a cultura popular dessas regiões, valorizando os costumes locais, e assim, contribuir para o intelecto de cada um”, conclui. A Casa de Cultura e Cidadania está localizada na Avenida Enertino Borges, entre as ruas Eliezer Levy e General Rondon.
NOTÍCIAS Enviada em 10/09/2009 às 10:06:48
A coordenação do Movimento lança mais um projeto cultural em Macapá, agora com lançamento da Parada Cultural da NossaCasa
O Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania vem contribuindo para ampliar os horizontes culturais das comunidades ribeirinhas do Estado através da leitura e da valorização regional de cada região.A coordenação do Movimento lança mais um projeto cultural em Macapá, agora com lançamento da Parada Cultural da NossaCasa.
O Projeto está sendo divulgado na parada de ônibus da Avenida Ernestino Borges, próximo ao INSS. “A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a “compreender” o mundo à nossa volta. Estamos divulgando o nosso trabalho através dessa biblioteca comunitária, onde todos ficam sabendo valorizar nossa cultura, a leitura, é um espaço democrático e livre”, disse o coordenador geral do Movimento, Jonas Banhos.
O coordenador adiantou que a Biblioteca está recebendo doações de revistas e livros, e que a população participe dos projetos elaborados pelo Movimento, citando um deles: a Barca de Letras, que consiste em instalar pequenas bibliotecas nas regiões mais longínquas do país, nas quais os livros são dispostos num tipo de Barca. “Então, adaptamos as velhas embarcações e as transformamos em bibliotecas para tornar a iniciativa mais familiar ao modo de vida das pessoas.
Afinal, os barquinhos são o principal meio de transporte aqui”, disse.
A população que passava pelo local aprovou a iniciativa do movimento. Para o estudante Alan Sanches, o Projeto tem uma informação fácil de compreender e de participar, revelando que ações dessa forma só tem a contribuir com a educação até mesmo de pessoas que nunca teve contato com a leitura. “Estava aqui na parada e achei super interessante essa ação, percebi que até as pessoas que não se interessam pela leitura ficou admirada pela forma do projeto ser apresentado”, ressalta.
Jonas anuncia que a NossaCasa de Cultura e Cidadania está de portas abertas para o público poder conferir o acervo de livros e revistas do Movimento. O coordenador anunciou que o Movimento já possui 55 bibliotecas comunitárias em 10 municípios. “Estamos de portas abertas para a população opinar e contribuir para progresso da NossaCasa, queremos resgatar a cultura popular dessas regiões, valorizando os costumes locais, e assim, contribuir para o intelecto de cada um”, conclui. A Casa de Cultura e Cidadania está localizada na Avenida Enertino Borges, entre as ruas Eliezer Levy e General Rondon.
Projeto de leitura muda a vida dos moradores de reserva extrativista no Amapá
http://www.revistaecotour.com.br/novo/home/default.asp?tipo=noticia&id=2490
Uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a a ONG NossaCasa vem contribuindo para ampliar os horizontes culturais das comunidades residentes na Reserva Extrativista (Resex) do Cajari, no Amapá.
Pelo projeto, moradores intercalam a colheita da castanha, do palmito e do açaí com a leitura de livros, o que tem gerado uma importante transformação cultural em suas vidas.A iniciativa, conduzida pelos ativistas da Nossa Casa, chama-se Barca das Letras e faz parte do projeto Arca das Letras, do MDA. Essa ação consiste em instalar pequenas bibliotecas nas regiões mais longínquas do país, nas quais os livros são dispostos num tipo de arca. Treze comunidades do baixo e médio Cajari já estão sendo beneficiadas pelo projeto. Seis delas receberam as obras do MDA e o restante da Nossa Casa.
O nome Barca das Letras tem uma explicação. O diretor da ONG NossaCasa, Jonas Banhos, conta que observou muitas barcas abandonadas pelas comunidades e imaginou que poderia aproveitar aquela estrutura para armazenar os livros. “Então, adaptamos as velhas embarcações e as transformamos em bibliotecas para tornar a iniciativa mais familiar ao modo de vida das pessoas. Afinal, os barquinhos são o principal meio de transporte aqui.
”Segundo Banhos, essa iniciativa é muito produtiva devido à parceira com o ICMBio, por intermédio da administração da Resex do Cajari. “A região é de difícil acesso. Se não tivéssemos tido total apoio do Instituto, esse trabalho seria completamente inviável. Hoje, já temos mais 70 leitores assíduos em locais onde inexistiam produtos culturais”, diz ele.
A analista ambiental Cristiane Gois, que atua na Resex, conta que, ao saber da novidade, as comunidades locais ficaram empolgadas. “Nas reuniões que antecederam a entrega, quando foram estipuladas as localidades que seriam atendidas nessa primeira etapa, podíamos notar a felicidade em cada rosto”, comenta.Ela faz questão de ressaltar que são os próprios moradores que cuidam dos livros, das anotações de empréstimos e da disseminação da leitura entre todos.
Cristiane detalha ainda que todos os títulos são lidos, sem distinção. "São livros didáticos, fonte de pesquisa em temas variados, infantis, contos, poesias e afins", diz ela.Tanto Jonas Banhos, da ONG, quanto Cristiane Gois e demais integrantes da administração da Resex do Cajari, estão muito animados e já programam a segunda fase do projeto. As ações previstas abrangem a ampliação do Arca e do Barca das Letras para outras regiões da Reserva, além de um programa de inclusão digital. “Existem muitas cooperativas na reserva, e quanto mais informações essas pessoas conseguirem, mais lucrativos serão os trabalhos delas”, pondera Cristiane.
Banhos destaca que esse ânimo em continuar dando assistência aos extrativistas é reação ao fato de serem tão bem recebidos pelas comunidades. “Agora mesmo estamos voltando lá para levar a eles uma mostra de cinema. As pessoas ficam animadíssimas ao terem o primeiro contato com a Sétima Arte. A gente fica mais ainda, por sentir o valor que essas ações têm”, conclui.
Curiosidade: O Arca das Letras já vem sendo implementando em várias regiões do Brasil, sobretudo aquelas onde o acesso à cultura é mais difícil, como áreas de quilombolas, de agricultura familiar ou de difícil acesso, o que é o caso da Resex do Cajari. O programa foi criado em 2003 pela Secretaria de Reordenamento Agrário, do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Cada biblioteca possui cerca de 220 títulos, frutos de doações. Atualmente são quase seis mil instaladas em todos os estados do país.
Fonte: Insituto Chico Mendes
Uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a a ONG NossaCasa vem contribuindo para ampliar os horizontes culturais das comunidades residentes na Reserva Extrativista (Resex) do Cajari, no Amapá.
Pelo projeto, moradores intercalam a colheita da castanha, do palmito e do açaí com a leitura de livros, o que tem gerado uma importante transformação cultural em suas vidas.A iniciativa, conduzida pelos ativistas da Nossa Casa, chama-se Barca das Letras e faz parte do projeto Arca das Letras, do MDA. Essa ação consiste em instalar pequenas bibliotecas nas regiões mais longínquas do país, nas quais os livros são dispostos num tipo de arca. Treze comunidades do baixo e médio Cajari já estão sendo beneficiadas pelo projeto. Seis delas receberam as obras do MDA e o restante da Nossa Casa.
O nome Barca das Letras tem uma explicação. O diretor da ONG NossaCasa, Jonas Banhos, conta que observou muitas barcas abandonadas pelas comunidades e imaginou que poderia aproveitar aquela estrutura para armazenar os livros. “Então, adaptamos as velhas embarcações e as transformamos em bibliotecas para tornar a iniciativa mais familiar ao modo de vida das pessoas. Afinal, os barquinhos são o principal meio de transporte aqui.
”Segundo Banhos, essa iniciativa é muito produtiva devido à parceira com o ICMBio, por intermédio da administração da Resex do Cajari. “A região é de difícil acesso. Se não tivéssemos tido total apoio do Instituto, esse trabalho seria completamente inviável. Hoje, já temos mais 70 leitores assíduos em locais onde inexistiam produtos culturais”, diz ele.
A analista ambiental Cristiane Gois, que atua na Resex, conta que, ao saber da novidade, as comunidades locais ficaram empolgadas. “Nas reuniões que antecederam a entrega, quando foram estipuladas as localidades que seriam atendidas nessa primeira etapa, podíamos notar a felicidade em cada rosto”, comenta.Ela faz questão de ressaltar que são os próprios moradores que cuidam dos livros, das anotações de empréstimos e da disseminação da leitura entre todos.
Cristiane detalha ainda que todos os títulos são lidos, sem distinção. "São livros didáticos, fonte de pesquisa em temas variados, infantis, contos, poesias e afins", diz ela.Tanto Jonas Banhos, da ONG, quanto Cristiane Gois e demais integrantes da administração da Resex do Cajari, estão muito animados e já programam a segunda fase do projeto. As ações previstas abrangem a ampliação do Arca e do Barca das Letras para outras regiões da Reserva, além de um programa de inclusão digital. “Existem muitas cooperativas na reserva, e quanto mais informações essas pessoas conseguirem, mais lucrativos serão os trabalhos delas”, pondera Cristiane.
Banhos destaca que esse ânimo em continuar dando assistência aos extrativistas é reação ao fato de serem tão bem recebidos pelas comunidades. “Agora mesmo estamos voltando lá para levar a eles uma mostra de cinema. As pessoas ficam animadíssimas ao terem o primeiro contato com a Sétima Arte. A gente fica mais ainda, por sentir o valor que essas ações têm”, conclui.
Curiosidade: O Arca das Letras já vem sendo implementando em várias regiões do Brasil, sobretudo aquelas onde o acesso à cultura é mais difícil, como áreas de quilombolas, de agricultura familiar ou de difícil acesso, o que é o caso da Resex do Cajari. O programa foi criado em 2003 pela Secretaria de Reordenamento Agrário, do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Cada biblioteca possui cerca de 220 títulos, frutos de doações. Atualmente são quase seis mil instaladas em todos os estados do país.
Fonte: Insituto Chico Mendes
Movimento NossaCasa - o que é???
http://frentepolonorte.com/colunas/paulo-zab/nossa-casa-de-cultura-e-cidadania
Nossa Casa de Cultura e Cidadania
O projeto Nossa Casa de Cultura e Cidadania é um claro exemplo de que iniciativas, quando inspiradas com dedicação e sinceridade, pode trazer grandes resultados. Após uma conversa com Jonas Banhos, idealizador, me senti envolvido pelas propostas e experiências. Resolvi fazer algumas perguntas a respeito para dividir com os leitores.
O que é o projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania?
A NossaCasa de Cultura e Cidadania é uma filosofia de vida, é um jeito de ser, de agir pela coletividade, de cuidar d@ outr@, do nosso “todo ambiente”. É uma união de pessoas que vivenciam e praticam a simplicidade, que fizeram uma opção voluntária pela simplicidade, como nos ensina Leonardo Boff. Somos pessoas que descobrimos que somente unidas em nossas diversidades, poderíamos construir as nossas próprias histórias, sem intermediários. Somos seres sendo, aprendentes que percebemos que quando aceitamos a diferença d@ outr@, isso torna a vida em sociedade mais suave, mais pacífica, mais colorida, mais amorosa. E por isso mesmo, resolvemos parar de reclamar da vida, e, simplesmente agir, fazendo a nossa parte nesse mundão de possibilidades, do nosso jeito. Tomar atitudes, ainda que possam parecer pequenas para muit@s, mas que sabemos que influenciam positivamente no universo.
Devagar e sempre, como numa longa e árdua caminhada (como a subida de uma grande montanha), desde abril/2008, passo a passo, o universo foi cruzando os nossos caminhos (@s que hoje fazem parte da NossaCasa) e nos tornamos o que somos hoje: um movimento social-ambiental-cultural e não uma ONG (Organização não Governamental) ou um CNPJ. Sempre negamos essa definição de pessoa jurídica, que a maioria dos governos tenta nos classificar. Nós TEMOS uma ONG (NossaCasa de Cultura e Cidadania – ArmaZen – CNPJ 04.353.333/0001-55) que nos serve tão-somente para oferecer àqueles (que ainda são poucos) que nos exigem um CNPJ para fazer uma parceria. Nós somos seres humanos, com vida, pensantes, criativ@s, crític@s, freirianos, que não precisamos de um CNPJ para fazermos algo pela NossaCasa chamada Terra/América Latina/Amazônia/Brasil/Amapá/Pará/Comunidade/Rua. Por isso, atuamos, antes de tudo, no campo da mística e da espiritualidade. Porque hoje vivemos tempos conturbados, em que somos levados aos mais profundos questionamentos, como por exemplo: O que estamos fazendo aqui? Qual é o nosso lugar no mundo? Como garantir um futuro melhor para tod@s? O que existe após a morte?
Somos @s filh@s de comunidades rurais/tradicionais da amazônia que tivemos a sorte de na loteria da vida, como bem falou Frei Betto no Fórum Social Mundial em Belém, de nascer em famílias que puderam, a duras penas, nos tirar de nossas comunidades (êxodo rural), onde o ensino é modular e de qualidade duvidosíssima, e nos propiciaram a oportunidade de nos educar em escolas/ rurais/agrícolas/família e universidades na zona urbana. Mas, apesar de (con)viver em cidades, nunca perdemos o vínculo com nossas comum unidades. Sempre contribuímos para o seu desenvolvimento e procuramos fazer alguma coisa para mudar as nossas sofríveis realidades sociais (falta de educação de qualidade, saúde, renda, telecomunicações, luz etc).
O Movimento NossaCasa é, portanto, este movimento que se espelha no modo de vida dos povos originários, dos nossos povos da floresta, das nossas gentes de “antigamente” (avós, pais, ti@s). Estes são nossos referenciais, nossos velhos, nossos sábios . São eles que nos ensinam que é possível sim viver em perfeita harmonia com a natureza, extraindo dela só o necessário para viver dignamente, sem os excessos das sociedades capitalistas-consumistas-devastadoras(latifúndios, pecuária, agronegócio, madereiras, garimpos, caçadores predatórios), que estão levando a nossa casa e mãe Terra ao esgotamento.
Somos um Movimento que vive centrado em valores éticos e imateriais, que nos preocupamos com as qualidades do espírito humano, como solidariedade, tolerância, amor, liberdade, criatividade, ética, respeito, compaixão, cuidado. A NossaCasa “vive da gratuidade e da disponibilidade, vive da capacidade de enternecimento e de compaixão, vive da honradez em face da realidade e da escuta da mensagem que vem permanentemente desta realidade. Quebra a relação de posse das coisas para estabelecer uma relação de comunhão com as coisas”, como bem coloca o teólogo escritor Leonardo Boff.
Quantas espaços culturais o projeto tem hoje no estado do Amapá?
A NossaCasa incentiva a leitura nas comunidades, em suas diversas formas:
literatura, cinema, brincadeiras, teatro, artesanato, música, dança, fotografia, filmagem, tradição oral. E, para isso, propõe a implantação de espaços culturais nas comunidades que contemplem, pelo menos : biblioteca, telecentro, videoteca, brinquedoteca, Oficinas e Palestras, Horta Comunitária.
Esses espaços culturais viram referência dentro da comunidade, em que qualquer pessoa, independente de religião, cor, idade, sexo, ideologia, pode ir buscar o alimento para a alma e para o corpo. É o que denominamos de a NossaCasa de Cultura e Cidadania da comunidade.
E sempre começamos com a biblioteca comunitária, que é a nossa primeira intervenção na comunidade. Porque entendemos que se a comunidade não consegue perceber a importância dos livros na formação das pessoas, preferimos não atuar nessa comunidade. Então, hoje nós já temos em funcionamento no Amapá a Rede de Bibliotecas Comunitárias Pororoca das Letras, que é formada, por enquanto, por 55 bibliotecas comunitárias rurais, urbanas e itinerantes.
Então, temos :
- 24 (vinte e quatro) Barca das Letras: biblioteca idealizada pelo Movimento NossaCasa em que se estimula as comunidades a retirarem dos rios/lagos aquelas canoas que estão abandonadas e “sujando” as beiras dos rios e transformem em bibliotecas. Então a NossaCasa fornece os livros, fruto de campanhas constantes de doação de livros, e a comunidade beneficiada doa o “móvel”(que pode ser a canoa ou qualquer outra coisa), indica o lugar onde funcionará a biblioteca e os Agentes de Leitura voluntários que cuidarão dos livros e incentivarão a leitura na comunidade.
- 31 (trinta e um) Arca das Letras: programa do Governo Federal (Ministério do Desenvolvimento Agrário) que existe desde de 2003, que já conta com mais de 6.000 bibliotecas rurais no Brasil todo. Só que no Amapá este programa só chegou em 2006, graças a uma moradora da zona rural (Agente de Leitura Luciana), que conheceu por acaso o programa em Brasília. Os órgãos rurais do Estado mais uma vez não se interessaram em expandir o programa, até que a NossaCasa resolveu ir diretamente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário em Brasília, em maio/2008, e, solicitar uma parceria para implantar mais 30 (trinta) bibliotecas rurais no Amapá e conseguimos entregá-las após 8 meses de visitação a comunidades agroestrativistas, quilombos, ribeirinhas, assentadas da reforma agrária, com o apoio das próprias comunidades rurais e somente do Instituto Chico Mendes, em Macapá, que é hoje o nosso principal parceiro.
- 1(um) Parada Cultural da NossaCasa : biblioteca comunitária em paradas de ônibus,
aonde a população em geral e os passageiros doam os livros e cuidam do espaço. Funciona 24 hs e não precisa anotar nadar, nem fazer cadastro e o livro/revista pode ser levado, sem prazo para devolução. A idéia da Parada Cultural nasceu depois de ouvirmos de muitos dos nossos doadores de que antes da NossaCasa, os livros eram queimados ou jogados no lixo. Daí então, sentimos a necessidade de criar um local que facilitasse a vida das pessoas que querem doar livros e daqueles que querem ler, mas não têm dinheiro para comprá-los.
- Agentes de Leitura Itinerantes: são pessoas, amantes da leitura que saem distribuindo livros em ônibus, pelas ruas. Fazendo rodas de leitura em locais públicos, tudo para incentivar a leitura e divulgar os pontos de leitura da NossaCasa. Somos hoje 6 pessoas que saímos por aí incentivando a leitura.
O projeto hoje está com intenções de se tornar um ponto de cultura. Como está o processo?
Na verdade, cada uma de nossas bibliotecas comunitárias já é, com certeza, um Ponto de Cultura e um Ponto de Leitura. Mas, precisamos que o Poder Público reconheça isso e nos disponibilize recursos públicos, que existem, para que a gente possa criar a infra-instrutora necessária para o desenvolvimento do nosso trabalho.
Tudo o que foi feito até hoje foi com os nossos próprios recursos, nós mesmos que pagamos o aluguel do imóvel, pagamos nossas passagens de ônibus/barcos, nossa alimentação nas comunidades, a luz (que foi cortada recentemente), água do imóvel, combustível, material de consumo, internet etc. Enfim, precisamos de recursos públicos para expandir nossas ações até alcançar todo o Estado do Amapá.
Somos especialistas em captar recursos junto ao Governo Federal, porque é mais fácil o diálogo, com mais profissionalismo. Feito por meio de editais, que são divulgados de forma transparente na internet, não precisamos fazer negociatas com ninguém, ser do partido A, B ou C, ou levar nomes de políticos. O que interessa é a nossa idéia, nossa capacidade de fazer acontecer, nosso profissionalismo. Somos respeitados pelo Governo Federal, o que não ocorre nas esferas estadual e municipal, aonde você tem que conhecer alguém para poder “abrir as portas”. Não temos tempo, nem energia para isso. Preferimos continuar nosso trabalho de incentivo à leitura com todas as dificuldades que temos, sem recursos, mas atingindo os nossos objetivos e ajudando nossas comunidades a se desenvolverem, se tornarem cidadãos-leitores, livres e buscadores, como nós, de políticas públicas para suas comunidades.
Então, o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura, abriu edital para classificar 15 projetos de Ponto de Cultura no Estado do Amapá. Participamos desse Edital com três projetos para comunidades da zona rural (Quilombo da Conceição do Macacoari, Ponta do Socorro na REBIO Piratuba e comunidades do Lago do Ajuruxi na Reserva Extrativista do Rio Cajari). Simplesmente fomos desclassificados pela Secretaria de Estado de Cultura ainda na primeira fase, da documentação. Por sorte, o Ministério da Cultura reavaliou nosso projeto, no segundo momento, e classificou um projeto, o da Resex Cajari. Porém, todos os 15 projetos tiveram pendendências, inclusive o nosso, que foi referente ao orçamento apresentado. Ajustamos por duas vezes e estamos aguardando o resultado. Estamos esperançosos de, enfim, ter cumprido com as exigências feitas pela Secretaria de Estado de Cultura. E, enfim, virar um Ponto de Cultura, com recursos públicos.
Recentemente foi montada uma parada cultural em Macapá. Qual o seu objetivo?
Pois é, nós inauguramos a nossa biblioteca-mãe, dentro da NossaCasa de Cultura e Cidadania, no dia 18/03/2009. De lá para cá, começamos a notar que as pessoas não entravam na NossaCasa, alguns não entendiam o que era, não liam a faixa de biblioteca comunitária pregada no muro. Enfim, tínhamos poucos leitores. Então, entendemos que deveríamos mudar nossa estratégia e ir atrás dos leitores, ao invés de ficar esperando. Começamos então a tirar as nossas Barcas das Letras de dentro da NossaCasa e colocar em frente à NossaCasa, na calçada e mesmo na rua e, então, passamos a fazer Rodas de Leitura, Jogos de Xadrez, e a pôr em funcionamento a Rádio Comunitária da NossaCasa. Aí, começamos a anunciar na Rádio para os passantes que éramos uma biblioteca comunitária e que eles poderiam pegar qualquer revista de dentro das Barcas das Letras de graça e levar. Alguns, ainda olhavam desconfiados, perguntavam se tinha que pagar. Tinham medo. Mas, depois de falar muito na Rádio NossaCasa, deu certo e começamos a atrair mais leitores.
Porém, ainda não estávamos satisfeitos, pois muitos funcionários de um magazine próximo à NossaCasa passavam todos os dias em frente às nossas Barcas das Letras e não pegavam nada. Então, começamos a perceber que eles ficavam na parada de ônibus em frente esperando até mesmo por mais de uma hora o ônibus passar, pois em Macapá, o sistema de transporte público é péssimo. Então, ficávamos fazendo leitura para eles pela Rádio Comunitária, dizíamos que poderíamos levar até eles revistas se eles quisessem. Era muito engraçada a situação, até eles riam de lá da parada de ônibus.
Então, no início de setembro/2009, após voltarmos de uma viagem mágica para inauguração da NossaCasa Com Vida em Vitória do Jarí e ter parado em Água Branca do Cajari (dentro da Reserva Extrativista do Rio Cajari, em Laranjal do Jarí) para reunir com a comunidade e de já deixar marcada a inauguração da NossaCasa Mergulhando e Colhendo o Saber, com 11 agentes de leitura voluntários, para o dia 15/09 próximo, decidimos que deveríamos levar a nossa biblioteca comunitária Barca das Letras para a parada de ônibus próxima à NossaCasa, pois assim poderíamos cuidar dela, sempre que não tivéssemos nas comunidades da floresta.
Assim, dia 3/09/2009 resolvemos ocupar a parada de ônibus e transformá-la na primeira Parada Cultural de Macapá, com a nossa biblioteca comunitária. Passamos o dia todo na parada apresentando a Parada Cultural da NossaCasa para os passageiros dos ônibus e para os que esperavam. Imediatamente, surgiu a idéia de fazermos um abaixo-assinado, pedindo três coisas:
1. A construção de uma parada decente no local, pois as pessoas (crianças, estudantes, idos@s, grávidas) têm que ficar em pé e na rua esperando o ônibus. Só que queremos que a parada tenha prateleiras para colocarmos os livros da biblioteca comunitária; 2. A limpeza diária do local e colocação de lixeira seletiva; 3. Que esse modelo de parada cultural seja implantado nas demais paradas de ônibus de Macapá, sobretudo nas periferias de Macapá, onde as pessoas, muitas das vezes não têm como se deslocar para fazer pesquisas na biblioteca pública, por exemplo, que por sinal foi fechada, no início deste mês, por absurdos 90 dias para reforma, trancafiando os livros, às vésperas do vestibular e em período de prova de estudantes. Um crime contra a educação e a leitura. Por isso, queremos que a idéia das Paradas Culturais seja incorporada como Política Pública cultural pelo Governo do Estado e a Prefeitura de Macapá, o mais rápido possível.
Entregamos nessa quarta-feira (09/09/09) pela manhã na Prefeitura de Macapá o abaixo-assinado com 154 assinaturas recolhidas em 4 dias. Registramos a entrega e para dar transparência ao processo, já colocamos na internet (). Agora acompanharemos o pedido, fazendo pressão popular, manifestações culturais até o atendimento do nosso pedido.
Ok Jonas, eu sei que você é um cara de poucas palavras, nossa conversa está muito boa e informativa, mas tenho que te pedir pra fazer as considerações finais.
Gostaríamos de agradecer a tod@s as pessoas importantes para o projeto: minha família, que me dá todo o apoio que a gente tanto precisa para desenvolver com alegria nosso trabalho social; à minha tia Cici, proprietária do imóvel onde está a sede da NossaCasa; meus amigos em Brasília, Macapá e Belém pelas doações, apoio, carinho e torcida; todas as comunidades rurais por onde passamos durante este um ano de árduo trabalho, pelos ensinamentos compartilhados, pela paciência em responder a tantas perguntas, fotos e filmagens, pela receptividade e pelo amor com que nos acolhem em suas comunidades; aos ativistas voluntários da NossaCasa que fazem o Movimento acontecer a cada dia aqui em Macapá e em todas as comunidades rurais/periféricas; aos nossos grandes e únicos parceiros governamentais no Amapá e Pará, até agora, o Instituto Chico Mendes (Unidades de Conservação da Reserva Extrativista do Rio Cajari, Reserva Biológica Piratuba, Estação Ecológica do Jarí) por nos fazerem chegar às comunidades tradicionais tão isoladas; nossos parceiros em Brasília (Programa Arca das Letras e Programa Territórios Digitais do Ministério do Desenvolvimento Agrário) e em Belém (Representação do Ministério da Cultura); a todas as pessoas que doaram livros, revistas, computador, impressora, filmes educativos, cd’s, artesanato, móveis, recursos financeiros para pagamento das despesas mensais, alimentação.
Por fim, gostaria de clamar aos macapaenses que venham nos conhecer e se juntar nesta grande corrente de solidariedade que é a NossaCasa, em prol da construção de um mundo melhor, de uma cidade melhor, de uma comunidade melhor, por meio da educação e cultura. Venham ser voluntários, agentes de leitura, venham exercitar o cuidado, amor, a compaixão, enfim, a espiritualidade. Venham fazer parte da família NossaCasa, afinal, como nos ensina Fritjof Capra, “a vida não vingou no planeta através do embate, mas através da parceria, do compartilhamento e do trabalho em rede.”
Fotos e vídeos:
www.nossacasaap.com.br
orkut : nossacasaap@gmail.com
youtube: http://www.youtube.com/watch?v=CFkjU-1D1dk
Contatos:
Disque Bibloteca Comunitária : 96 8129 1837 (Jonas Banhos) / 96 9139 0464 (Rita de Cácia)
Emails:
nossacasaap@gmail.com
jonasbanhosap@gmail.com
Endereço:
Av. Ernestino Borges 567-A, entre Ruas General Rondon e Eliezer Levi
Bairro Laguinho
Macapá/AP
CEP. 68.908-010
Nossa Casa de Cultura e Cidadania
O projeto Nossa Casa de Cultura e Cidadania é um claro exemplo de que iniciativas, quando inspiradas com dedicação e sinceridade, pode trazer grandes resultados. Após uma conversa com Jonas Banhos, idealizador, me senti envolvido pelas propostas e experiências. Resolvi fazer algumas perguntas a respeito para dividir com os leitores.
O que é o projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania?
A NossaCasa de Cultura e Cidadania é uma filosofia de vida, é um jeito de ser, de agir pela coletividade, de cuidar d@ outr@, do nosso “todo ambiente”. É uma união de pessoas que vivenciam e praticam a simplicidade, que fizeram uma opção voluntária pela simplicidade, como nos ensina Leonardo Boff. Somos pessoas que descobrimos que somente unidas em nossas diversidades, poderíamos construir as nossas próprias histórias, sem intermediários. Somos seres sendo, aprendentes que percebemos que quando aceitamos a diferença d@ outr@, isso torna a vida em sociedade mais suave, mais pacífica, mais colorida, mais amorosa. E por isso mesmo, resolvemos parar de reclamar da vida, e, simplesmente agir, fazendo a nossa parte nesse mundão de possibilidades, do nosso jeito. Tomar atitudes, ainda que possam parecer pequenas para muit@s, mas que sabemos que influenciam positivamente no universo.
Devagar e sempre, como numa longa e árdua caminhada (como a subida de uma grande montanha), desde abril/2008, passo a passo, o universo foi cruzando os nossos caminhos (@s que hoje fazem parte da NossaCasa) e nos tornamos o que somos hoje: um movimento social-ambiental-cultural e não uma ONG (Organização não Governamental) ou um CNPJ. Sempre negamos essa definição de pessoa jurídica, que a maioria dos governos tenta nos classificar. Nós TEMOS uma ONG (NossaCasa de Cultura e Cidadania – ArmaZen – CNPJ 04.353.333/0001-55) que nos serve tão-somente para oferecer àqueles (que ainda são poucos) que nos exigem um CNPJ para fazer uma parceria. Nós somos seres humanos, com vida, pensantes, criativ@s, crític@s, freirianos, que não precisamos de um CNPJ para fazermos algo pela NossaCasa chamada Terra/América Latina/Amazônia/Brasil/Amapá/Pará/Comunidade/Rua. Por isso, atuamos, antes de tudo, no campo da mística e da espiritualidade. Porque hoje vivemos tempos conturbados, em que somos levados aos mais profundos questionamentos, como por exemplo: O que estamos fazendo aqui? Qual é o nosso lugar no mundo? Como garantir um futuro melhor para tod@s? O que existe após a morte?
Somos @s filh@s de comunidades rurais/tradicionais da amazônia que tivemos a sorte de na loteria da vida, como bem falou Frei Betto no Fórum Social Mundial em Belém, de nascer em famílias que puderam, a duras penas, nos tirar de nossas comunidades (êxodo rural), onde o ensino é modular e de qualidade duvidosíssima, e nos propiciaram a oportunidade de nos educar em escolas/ rurais/agrícolas/família e universidades na zona urbana. Mas, apesar de (con)viver em cidades, nunca perdemos o vínculo com nossas comum unidades. Sempre contribuímos para o seu desenvolvimento e procuramos fazer alguma coisa para mudar as nossas sofríveis realidades sociais (falta de educação de qualidade, saúde, renda, telecomunicações, luz etc).
O Movimento NossaCasa é, portanto, este movimento que se espelha no modo de vida dos povos originários, dos nossos povos da floresta, das nossas gentes de “antigamente” (avós, pais, ti@s). Estes são nossos referenciais, nossos velhos, nossos sábios . São eles que nos ensinam que é possível sim viver em perfeita harmonia com a natureza, extraindo dela só o necessário para viver dignamente, sem os excessos das sociedades capitalistas-consumistas-devastadoras(latifúndios, pecuária, agronegócio, madereiras, garimpos, caçadores predatórios), que estão levando a nossa casa e mãe Terra ao esgotamento.
Somos um Movimento que vive centrado em valores éticos e imateriais, que nos preocupamos com as qualidades do espírito humano, como solidariedade, tolerância, amor, liberdade, criatividade, ética, respeito, compaixão, cuidado. A NossaCasa “vive da gratuidade e da disponibilidade, vive da capacidade de enternecimento e de compaixão, vive da honradez em face da realidade e da escuta da mensagem que vem permanentemente desta realidade. Quebra a relação de posse das coisas para estabelecer uma relação de comunhão com as coisas”, como bem coloca o teólogo escritor Leonardo Boff.
Quantas espaços culturais o projeto tem hoje no estado do Amapá?
A NossaCasa incentiva a leitura nas comunidades, em suas diversas formas:
literatura, cinema, brincadeiras, teatro, artesanato, música, dança, fotografia, filmagem, tradição oral. E, para isso, propõe a implantação de espaços culturais nas comunidades que contemplem, pelo menos : biblioteca, telecentro, videoteca, brinquedoteca, Oficinas e Palestras, Horta Comunitária.
Esses espaços culturais viram referência dentro da comunidade, em que qualquer pessoa, independente de religião, cor, idade, sexo, ideologia, pode ir buscar o alimento para a alma e para o corpo. É o que denominamos de a NossaCasa de Cultura e Cidadania da comunidade.
E sempre começamos com a biblioteca comunitária, que é a nossa primeira intervenção na comunidade. Porque entendemos que se a comunidade não consegue perceber a importância dos livros na formação das pessoas, preferimos não atuar nessa comunidade. Então, hoje nós já temos em funcionamento no Amapá a Rede de Bibliotecas Comunitárias Pororoca das Letras, que é formada, por enquanto, por 55 bibliotecas comunitárias rurais, urbanas e itinerantes.
Então, temos :
- 24 (vinte e quatro) Barca das Letras: biblioteca idealizada pelo Movimento NossaCasa em que se estimula as comunidades a retirarem dos rios/lagos aquelas canoas que estão abandonadas e “sujando” as beiras dos rios e transformem em bibliotecas. Então a NossaCasa fornece os livros, fruto de campanhas constantes de doação de livros, e a comunidade beneficiada doa o “móvel”(que pode ser a canoa ou qualquer outra coisa), indica o lugar onde funcionará a biblioteca e os Agentes de Leitura voluntários que cuidarão dos livros e incentivarão a leitura na comunidade.
- 31 (trinta e um) Arca das Letras: programa do Governo Federal (Ministério do Desenvolvimento Agrário) que existe desde de 2003, que já conta com mais de 6.000 bibliotecas rurais no Brasil todo. Só que no Amapá este programa só chegou em 2006, graças a uma moradora da zona rural (Agente de Leitura Luciana), que conheceu por acaso o programa em Brasília. Os órgãos rurais do Estado mais uma vez não se interessaram em expandir o programa, até que a NossaCasa resolveu ir diretamente ao Ministério do Desenvolvimento Agrário em Brasília, em maio/2008, e, solicitar uma parceria para implantar mais 30 (trinta) bibliotecas rurais no Amapá e conseguimos entregá-las após 8 meses de visitação a comunidades agroestrativistas, quilombos, ribeirinhas, assentadas da reforma agrária, com o apoio das próprias comunidades rurais e somente do Instituto Chico Mendes, em Macapá, que é hoje o nosso principal parceiro.
- 1(um) Parada Cultural da NossaCasa : biblioteca comunitária em paradas de ônibus,
aonde a população em geral e os passageiros doam os livros e cuidam do espaço. Funciona 24 hs e não precisa anotar nadar, nem fazer cadastro e o livro/revista pode ser levado, sem prazo para devolução. A idéia da Parada Cultural nasceu depois de ouvirmos de muitos dos nossos doadores de que antes da NossaCasa, os livros eram queimados ou jogados no lixo. Daí então, sentimos a necessidade de criar um local que facilitasse a vida das pessoas que querem doar livros e daqueles que querem ler, mas não têm dinheiro para comprá-los.
- Agentes de Leitura Itinerantes: são pessoas, amantes da leitura que saem distribuindo livros em ônibus, pelas ruas. Fazendo rodas de leitura em locais públicos, tudo para incentivar a leitura e divulgar os pontos de leitura da NossaCasa. Somos hoje 6 pessoas que saímos por aí incentivando a leitura.
O projeto hoje está com intenções de se tornar um ponto de cultura. Como está o processo?
Na verdade, cada uma de nossas bibliotecas comunitárias já é, com certeza, um Ponto de Cultura e um Ponto de Leitura. Mas, precisamos que o Poder Público reconheça isso e nos disponibilize recursos públicos, que existem, para que a gente possa criar a infra-instrutora necessária para o desenvolvimento do nosso trabalho.
Tudo o que foi feito até hoje foi com os nossos próprios recursos, nós mesmos que pagamos o aluguel do imóvel, pagamos nossas passagens de ônibus/barcos, nossa alimentação nas comunidades, a luz (que foi cortada recentemente), água do imóvel, combustível, material de consumo, internet etc. Enfim, precisamos de recursos públicos para expandir nossas ações até alcançar todo o Estado do Amapá.
Somos especialistas em captar recursos junto ao Governo Federal, porque é mais fácil o diálogo, com mais profissionalismo. Feito por meio de editais, que são divulgados de forma transparente na internet, não precisamos fazer negociatas com ninguém, ser do partido A, B ou C, ou levar nomes de políticos. O que interessa é a nossa idéia, nossa capacidade de fazer acontecer, nosso profissionalismo. Somos respeitados pelo Governo Federal, o que não ocorre nas esferas estadual e municipal, aonde você tem que conhecer alguém para poder “abrir as portas”. Não temos tempo, nem energia para isso. Preferimos continuar nosso trabalho de incentivo à leitura com todas as dificuldades que temos, sem recursos, mas atingindo os nossos objetivos e ajudando nossas comunidades a se desenvolverem, se tornarem cidadãos-leitores, livres e buscadores, como nós, de políticas públicas para suas comunidades.
Então, o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura, abriu edital para classificar 15 projetos de Ponto de Cultura no Estado do Amapá. Participamos desse Edital com três projetos para comunidades da zona rural (Quilombo da Conceição do Macacoari, Ponta do Socorro na REBIO Piratuba e comunidades do Lago do Ajuruxi na Reserva Extrativista do Rio Cajari). Simplesmente fomos desclassificados pela Secretaria de Estado de Cultura ainda na primeira fase, da documentação. Por sorte, o Ministério da Cultura reavaliou nosso projeto, no segundo momento, e classificou um projeto, o da Resex Cajari. Porém, todos os 15 projetos tiveram pendendências, inclusive o nosso, que foi referente ao orçamento apresentado. Ajustamos por duas vezes e estamos aguardando o resultado. Estamos esperançosos de, enfim, ter cumprido com as exigências feitas pela Secretaria de Estado de Cultura. E, enfim, virar um Ponto de Cultura, com recursos públicos.
Recentemente foi montada uma parada cultural em Macapá. Qual o seu objetivo?
Pois é, nós inauguramos a nossa biblioteca-mãe, dentro da NossaCasa de Cultura e Cidadania, no dia 18/03/2009. De lá para cá, começamos a notar que as pessoas não entravam na NossaCasa, alguns não entendiam o que era, não liam a faixa de biblioteca comunitária pregada no muro. Enfim, tínhamos poucos leitores. Então, entendemos que deveríamos mudar nossa estratégia e ir atrás dos leitores, ao invés de ficar esperando. Começamos então a tirar as nossas Barcas das Letras de dentro da NossaCasa e colocar em frente à NossaCasa, na calçada e mesmo na rua e, então, passamos a fazer Rodas de Leitura, Jogos de Xadrez, e a pôr em funcionamento a Rádio Comunitária da NossaCasa. Aí, começamos a anunciar na Rádio para os passantes que éramos uma biblioteca comunitária e que eles poderiam pegar qualquer revista de dentro das Barcas das Letras de graça e levar. Alguns, ainda olhavam desconfiados, perguntavam se tinha que pagar. Tinham medo. Mas, depois de falar muito na Rádio NossaCasa, deu certo e começamos a atrair mais leitores.
Porém, ainda não estávamos satisfeitos, pois muitos funcionários de um magazine próximo à NossaCasa passavam todos os dias em frente às nossas Barcas das Letras e não pegavam nada. Então, começamos a perceber que eles ficavam na parada de ônibus em frente esperando até mesmo por mais de uma hora o ônibus passar, pois em Macapá, o sistema de transporte público é péssimo. Então, ficávamos fazendo leitura para eles pela Rádio Comunitária, dizíamos que poderíamos levar até eles revistas se eles quisessem. Era muito engraçada a situação, até eles riam de lá da parada de ônibus.
Então, no início de setembro/2009, após voltarmos de uma viagem mágica para inauguração da NossaCasa Com Vida em Vitória do Jarí e ter parado em Água Branca do Cajari (dentro da Reserva Extrativista do Rio Cajari, em Laranjal do Jarí) para reunir com a comunidade e de já deixar marcada a inauguração da NossaCasa Mergulhando e Colhendo o Saber, com 11 agentes de leitura voluntários, para o dia 15/09 próximo, decidimos que deveríamos levar a nossa biblioteca comunitária Barca das Letras para a parada de ônibus próxima à NossaCasa, pois assim poderíamos cuidar dela, sempre que não tivéssemos nas comunidades da floresta.
Assim, dia 3/09/2009 resolvemos ocupar a parada de ônibus e transformá-la na primeira Parada Cultural de Macapá, com a nossa biblioteca comunitária. Passamos o dia todo na parada apresentando a Parada Cultural da NossaCasa para os passageiros dos ônibus e para os que esperavam. Imediatamente, surgiu a idéia de fazermos um abaixo-assinado, pedindo três coisas:
1. A construção de uma parada decente no local, pois as pessoas (crianças, estudantes, idos@s, grávidas) têm que ficar em pé e na rua esperando o ônibus. Só que queremos que a parada tenha prateleiras para colocarmos os livros da biblioteca comunitária; 2. A limpeza diária do local e colocação de lixeira seletiva; 3. Que esse modelo de parada cultural seja implantado nas demais paradas de ônibus de Macapá, sobretudo nas periferias de Macapá, onde as pessoas, muitas das vezes não têm como se deslocar para fazer pesquisas na biblioteca pública, por exemplo, que por sinal foi fechada, no início deste mês, por absurdos 90 dias para reforma, trancafiando os livros, às vésperas do vestibular e em período de prova de estudantes. Um crime contra a educação e a leitura. Por isso, queremos que a idéia das Paradas Culturais seja incorporada como Política Pública cultural pelo Governo do Estado e a Prefeitura de Macapá, o mais rápido possível.
Entregamos nessa quarta-feira (09/09/09) pela manhã na Prefeitura de Macapá o abaixo-assinado com 154 assinaturas recolhidas em 4 dias. Registramos a entrega e para dar transparência ao processo, já colocamos na internet (). Agora acompanharemos o pedido, fazendo pressão popular, manifestações culturais até o atendimento do nosso pedido.
Ok Jonas, eu sei que você é um cara de poucas palavras, nossa conversa está muito boa e informativa, mas tenho que te pedir pra fazer as considerações finais.
Gostaríamos de agradecer a tod@s as pessoas importantes para o projeto: minha família, que me dá todo o apoio que a gente tanto precisa para desenvolver com alegria nosso trabalho social; à minha tia Cici, proprietária do imóvel onde está a sede da NossaCasa; meus amigos em Brasília, Macapá e Belém pelas doações, apoio, carinho e torcida; todas as comunidades rurais por onde passamos durante este um ano de árduo trabalho, pelos ensinamentos compartilhados, pela paciência em responder a tantas perguntas, fotos e filmagens, pela receptividade e pelo amor com que nos acolhem em suas comunidades; aos ativistas voluntários da NossaCasa que fazem o Movimento acontecer a cada dia aqui em Macapá e em todas as comunidades rurais/periféricas; aos nossos grandes e únicos parceiros governamentais no Amapá e Pará, até agora, o Instituto Chico Mendes (Unidades de Conservação da Reserva Extrativista do Rio Cajari, Reserva Biológica Piratuba, Estação Ecológica do Jarí) por nos fazerem chegar às comunidades tradicionais tão isoladas; nossos parceiros em Brasília (Programa Arca das Letras e Programa Territórios Digitais do Ministério do Desenvolvimento Agrário) e em Belém (Representação do Ministério da Cultura); a todas as pessoas que doaram livros, revistas, computador, impressora, filmes educativos, cd’s, artesanato, móveis, recursos financeiros para pagamento das despesas mensais, alimentação.
Por fim, gostaria de clamar aos macapaenses que venham nos conhecer e se juntar nesta grande corrente de solidariedade que é a NossaCasa, em prol da construção de um mundo melhor, de uma cidade melhor, de uma comunidade melhor, por meio da educação e cultura. Venham ser voluntários, agentes de leitura, venham exercitar o cuidado, amor, a compaixão, enfim, a espiritualidade. Venham fazer parte da família NossaCasa, afinal, como nos ensina Fritjof Capra, “a vida não vingou no planeta através do embate, mas através da parceria, do compartilhamento e do trabalho em rede.”
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Bem Vind@s!!!
Olá, este é o meu, o nosso blog. Resolvi criar este espaço para compartilhar com @s nov@s e velh@s bons amaig@s minhas vivências durante meu período sabático, iniciado em julho/2008.Deixa eu explicar essa pequena estória para vocês.
Vamos começar pelo início. Ano sabático é muito comum lá fora. No Brasil, não é muito divulgado e praticado ainda. Em síntese, poderia dizer que é largar tudo e fazer o que você gosta durante um período da sua vida. Por exemplo, sair viajando, com pouco dinheiro no bolso, pouca roupa na bagagem e uma vontade enorme de "desbravar o mundo".
O meu ano sabático começou a ser planejado quando conheci Machu Pichu, no Peru, em julho/2006. Fiquei tão tocado por aquela viagem e pela história daquele povo guerreiro que resovi que tirari um ano sabático quando completasse 5 anos no meu atual emprego.
Então, comecei a me preparar para ficar um ano sem trabalhar, sem renda e aí tirar meu ano sabático. E tinha decidido que colocaria a mochila nas costas e cairia neste mundão de meu Deus. Iria conhecer os países da América Latina que ainda não conheço e, se o dinheiro desse, tentaria chegar na Índia e Russia, pela Transiberiana.Estava tudo caminhando como planejado, até que em abril/2008 comprei uma passagem barata na GOL e fui visitar minha família na minha terra natal, Macapá/AP.Feliz por reencontrar ti@s, prim@s e amig@s. Mas, extremamente triste por ver o estado de abandono em que se encontrava minha cidade. Caramba, vi em apenas dois dias muito lixo, ruas intrafegáveis de tanto buraco, esgoto a céu aberto, crianças "jogadas" nas ruas em horário escolar. E pior de tudo, foi ver a apatia dos moradores com aquela situação, como se tudo estivesse funcionando a mil maravilhas.Voltei para Brasília, onde moro, muito pensativo. Daí, na semana seguinte, dois amigos que estão no exterior me falaram que estavam indo fazer trabalho voluntário. Um iria para o Timor Leste e outro para o Haiti. Fiquei com aquilo na cabeça e então decidi que dedicaria meu ano sabático a trabalho voluntário, uma coisa que sempre fiz e que gosto muito.Bom, a partir daí, era definir onde, o que, para quem, como fazer, porque quando iniciar eu já sabia: julho/2008. Aí lembrei daquela música do Caetano Veloso que diz que o Haiti é aqui. E o aqui para mim, era lá em Macapá, diante do que tinha visto. Pronto, o onde já estava respondido também.Bem, aí agora era definir o que fazer. Tinha muito claro que teria que ser algo que eu gostasse muito. Sabe aquela estória de quando você tem que escrever algo ou fazer um trabalho, monografia, mestrado, doutorado. E que todos os professores te dizem para você escolher um tema que você goste. Pois é, para mim era mesma coisa. Então escolhi fazer algo que envolvesse muita cultura e cidadania. Só que tudo junto.Aí comecei a fuçar na internet, relembrar das minhas viagens, das coisas legais que acontecem aqui em Brasília. Enfim, depois de meditar um bocado, dormir apenas 4 horas por dia, achei o que eu queria. Montaria espaços contendo, pelo menos, um dos seguintes itens: biblioteca comunitária, telecentro, videoteca, brinquedoteca, sala de oficinas e horta comunitária. A isso chamo de Casa de Cultura e Cidadania, depois de ler um artigo da filósofa Marilena Chauí.Os beneficiários dessas Casas serão os mais excluídos de nossa sociedade, no meu entendimento, que são as populações tradicionais, os povos originários, que vivem no interior do Estado. São quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária, pescadores, extrativistas, ribeirinhos. É para eles e elas que dedicarei minhas energias, meus pensamentos e, principalmente, o melhor de mim nos próximos 3 anos, no mínimo.Enfim, no final de tudo ficou assim :Onde: AmapáO que: Casas de Cultura e Cidadania : são espaços contendo, pelo menos, um dos seguintes itens: biblioteca comunitária, telecentro, videoteca, brinquedoteca, sala de oficinas e horta comunitária.Para quem: os excluídos do interior do Estado do Amapá (assentados da reforma agrária, quilombolas, populações tradicionais, extrativistas, pescadores, reibeirinhos)Como : através de uma ONG (NossaCasa de Cultura e Cidadania – www.nossacasaap.com.br) e de uma Produtora Cultural (Jonas Banhos Produções de Raiz - http://jonasbanhos.blogspot.com/)Quando: a partir de julho/2008."O fruto do silêncio é a oração. O fruto da oração é a fé. O fruto da fé é o amor. O fruto do amor é a assistência aos demais. O fruto da assistência aos demais é a paz". Madre Teresa de Calcutá
Postado por Produções de Raiz às 04:00
Marcadores: ano sabático, solidariedade, viagens, voluntariado
1 comentários:
Theo disse...
Demais seu texto, vou acompanhar cada postagem. Abraços amigo.
10 de Dezembro de 2008 14:41
Vamos começar pelo início. Ano sabático é muito comum lá fora. No Brasil, não é muito divulgado e praticado ainda. Em síntese, poderia dizer que é largar tudo e fazer o que você gosta durante um período da sua vida. Por exemplo, sair viajando, com pouco dinheiro no bolso, pouca roupa na bagagem e uma vontade enorme de "desbravar o mundo".
O meu ano sabático começou a ser planejado quando conheci Machu Pichu, no Peru, em julho/2006. Fiquei tão tocado por aquela viagem e pela história daquele povo guerreiro que resovi que tirari um ano sabático quando completasse 5 anos no meu atual emprego.
Então, comecei a me preparar para ficar um ano sem trabalhar, sem renda e aí tirar meu ano sabático. E tinha decidido que colocaria a mochila nas costas e cairia neste mundão de meu Deus. Iria conhecer os países da América Latina que ainda não conheço e, se o dinheiro desse, tentaria chegar na Índia e Russia, pela Transiberiana.Estava tudo caminhando como planejado, até que em abril/2008 comprei uma passagem barata na GOL e fui visitar minha família na minha terra natal, Macapá/AP.Feliz por reencontrar ti@s, prim@s e amig@s. Mas, extremamente triste por ver o estado de abandono em que se encontrava minha cidade. Caramba, vi em apenas dois dias muito lixo, ruas intrafegáveis de tanto buraco, esgoto a céu aberto, crianças "jogadas" nas ruas em horário escolar. E pior de tudo, foi ver a apatia dos moradores com aquela situação, como se tudo estivesse funcionando a mil maravilhas.Voltei para Brasília, onde moro, muito pensativo. Daí, na semana seguinte, dois amigos que estão no exterior me falaram que estavam indo fazer trabalho voluntário. Um iria para o Timor Leste e outro para o Haiti. Fiquei com aquilo na cabeça e então decidi que dedicaria meu ano sabático a trabalho voluntário, uma coisa que sempre fiz e que gosto muito.Bom, a partir daí, era definir onde, o que, para quem, como fazer, porque quando iniciar eu já sabia: julho/2008. Aí lembrei daquela música do Caetano Veloso que diz que o Haiti é aqui. E o aqui para mim, era lá em Macapá, diante do que tinha visto. Pronto, o onde já estava respondido também.Bem, aí agora era definir o que fazer. Tinha muito claro que teria que ser algo que eu gostasse muito. Sabe aquela estória de quando você tem que escrever algo ou fazer um trabalho, monografia, mestrado, doutorado. E que todos os professores te dizem para você escolher um tema que você goste. Pois é, para mim era mesma coisa. Então escolhi fazer algo que envolvesse muita cultura e cidadania. Só que tudo junto.Aí comecei a fuçar na internet, relembrar das minhas viagens, das coisas legais que acontecem aqui em Brasília. Enfim, depois de meditar um bocado, dormir apenas 4 horas por dia, achei o que eu queria. Montaria espaços contendo, pelo menos, um dos seguintes itens: biblioteca comunitária, telecentro, videoteca, brinquedoteca, sala de oficinas e horta comunitária. A isso chamo de Casa de Cultura e Cidadania, depois de ler um artigo da filósofa Marilena Chauí.Os beneficiários dessas Casas serão os mais excluídos de nossa sociedade, no meu entendimento, que são as populações tradicionais, os povos originários, que vivem no interior do Estado. São quilombolas, indígenas, assentados da reforma agrária, pescadores, extrativistas, ribeirinhos. É para eles e elas que dedicarei minhas energias, meus pensamentos e, principalmente, o melhor de mim nos próximos 3 anos, no mínimo.Enfim, no final de tudo ficou assim :Onde: AmapáO que: Casas de Cultura e Cidadania : são espaços contendo, pelo menos, um dos seguintes itens: biblioteca comunitária, telecentro, videoteca, brinquedoteca, sala de oficinas e horta comunitária.Para quem: os excluídos do interior do Estado do Amapá (assentados da reforma agrária, quilombolas, populações tradicionais, extrativistas, pescadores, reibeirinhos)Como : através de uma ONG (NossaCasa de Cultura e Cidadania – www.nossacasaap.com.br) e de uma Produtora Cultural (Jonas Banhos Produções de Raiz - http://jonasbanhos.blogspot.com/)Quando: a partir de julho/2008."O fruto do silêncio é a oração. O fruto da oração é a fé. O fruto da fé é o amor. O fruto do amor é a assistência aos demais. O fruto da assistência aos demais é a paz". Madre Teresa de Calcutá
Postado por Produções de Raiz às 04:00
Marcadores: ano sabático, solidariedade, viagens, voluntariado
1 comentários:
Theo disse...
Demais seu texto, vou acompanhar cada postagem. Abraços amigo.
10 de Dezembro de 2008 14:41
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