Para + Leituras das nossas comunidades, acesse:

1) http://barcadasletras.blogspot.com/O blog da nossa biblioteca comunitária itinerante Barca das Letras. Lá vc viajará conosco incentivando prazerosamente o gosto pela leitura, praticará a democratização do acesso à leitura, literatura, ao livro. E saberá como e onde doar livros para nossas comunidades ribeirinhas da Amazônia e tmb de outras ecoregiões brasileiras. Então, venha conosco e boa leitura!!!

2) http://www.mochileirotuxaua.blogspot.com/
as mochiladas culturais pelas comunidades tradicionais do Oiapoque ao Chuí (Prêmio Tuxaua Cultura Viva 2010 do Ministério da Cultura)


3) http://editaisdecultura.blogspot.com/
Oportunidades para apoio a projetos culturais para quem faz ou quer fazer cultura viva


4) http://nossosmestres.blogspot.com/
Desescondendo os mestres da cultura popular brasileira, conhecidos durante as várias atividades pelas comunidades tradicionais do Brasil, desde 2008.


5) http://circomagicodaleitura.blogspot.com/
Vários textos, publicações e indicações de leitura crítica para quem faz cultura viva


6) http://palhacoalecrim.blogspot.com/
Blog em homenagem ao Palhaço Alecrim da Beira D'Água, que animou a garotada do Pará, da capital e do interior, nas décadas de 60 a 90.


7) http://caminhadadaluz.blogspot.com/
Lugares especiais, de gentes e energia positiva para quem quer (con)viver com simplicidade e humanidade. Ideal para galera que vive em cidade, atordoada pelo consumismo e outros ismos mais... Viaje por esses caminhos de luz, vale o prazer...


8) http://radianossacasaamazonia.blogspot.com/
Vídeos-reportagens realizados durante nossas intervenções megafônicas da nossa "rádia comunitária itinerante" pelas comunidades tradicionais do interior do Brasil e em eventos culturais nas capitais.


9) http://nossacasaap.com.br/
desativado


10) http://nossagendacultural.blogspot.com/: divulgação de eventos de movimentos culturais populares Brasil afora.


11) conexaonossacasa.blogspot.com : blog que divulga as ações ecoculturais realizadas em Brasília, a partir de setembro/2011, compartilhando nossos saberes adquiridos nas comunidades ribeirinhas do Amapá, desde 2008.




Boa diversão!!!


11) Twitter : @JonasBanhos


12) youtube: nossacasadecultura


13) https://www.facebook.com/#!/jonas.banhos

https://www.facebook.com/#!/pages/Barca-das-Letras-NossaCasa-de-Cultura-e-Cidadania/145617575484649


14) + fotos: http://www.flickr.com/photos/mochileirotuxaua/



Meus contatos:
jonasbanhosap@gmail.com
(61) 8167 1254 - Tim Brasília/DF



Trupe Cultura Viva na Foz do Rio Macacoari, apresentando o prazer da leitura com as crianças (Itaubal/AP)

Trupe Cultura Viva na Comunidade Foz do Rio Macacoari(Itaubal/AP)

Foz do Rio Macacoari (Itaubal/AP)

Trupe Cultura no Rio Macacoari (Carmo do Macacoari - Itaubal/AP)

Trupe Cultura Viva na Comunidade Foz do Rio Macacoari (Itaubal/AP)

Rio Macacoari (Itaubal/Amapá)

Rio Matapi - Amapá

Irmandade de São Benedito preparando-se para a chegada na Festividade de São Raimundo do Quilombo Pirativa (Amapá)

Festividade na Comunidade Quilombo Pirativa (Amapá)

Palhaço Ribeirinho nas comunidades do Piauí

Trupe Cultura Viva no quilombo Pirativa (Amapá). Leia + em http://www.mochileirotuxaua.blogspot.com/

Mestre da cultura popular de Nossa Senhora de Nazaré (PI), premiado pelo Mais Cultura do Ministério da Cultura.

Trupe Cultura Viva em visita aos mestres da cultura popular... belos aprendizados!!!

Trupe Cultura Viva no Piauí, só alegria, leitura e cultura popular!!

Criança piauiense "brincando" de ler, durante nossa Pororoca Cultural Picoler. Leia + em mochileirotuxaua.blogspot.com

Circo Mágico da Leitura na Comunidade Boquinha (zona rural de Teresina/PI))

CGU no Carmo do Macacoari, fiscalizando prédios públicos abandonados (Itaubal/AP)

I Turma de Controladores Sociais do Rio Macacoari (Carmo do Macacoari-Itaubal/AP)

NossaCasa de Cultura e Cidadania do Rio Macacoari (Carmo do Macacoari/Itaubal-AP




































































PRÊMIO TUXÁUA CULTURA VIVA 2010

PRÊMIO TUXÁUA CULTURA VIVA 2010
Fomos premiados pelo Ministério da Cultura com o Prêmio Tuxáua 2010, representando as comunidades ribeirinhas/tradicionais do Amapá e da Amazônia. Agradecemos a tod@s as comunidades que nos recebem e receberam nos últimos 2 anos com muito amor, carinho, respeito e atenção. Obrigado pela troca sincera de saberes, sabores, dizeres e fazeres.Dedico este prêmio a vocês, à minha família, à minha tia Cici Ardasse, à voluntária ativista Rita de Cácia e a tod@s que embarcaram nas ondas da Rádi@ NossaCas@ Amazôni@, que nos permitirá levar para 16 comunidades tradicionais do Brasil a cultura ribeirinha amapaense, com o projeto "Mochileiro Tuxáua Cultura VIva - Do Oiapoque ao Chuí".

Dois palhaços do Amapá, da Amazônia na TEIA 2010

Dois palhaços do Amapá, da Amazônia na TEIA 2010
Praia de Iracema, Fortaleza-CE - março/2010

Incentivando a leitura com meninos de rua em Macapá-AP

Incentivando a leitura com meninos de rua em Macapá-AP
Literatura, artes, brinquedos, fotografia, desenhos e Rádi@ NossaCas@ Amazôni@

Palhaço Ribeirinho entrevistando Palhaço Charles

Palhaço Ribeirinho entrevistando Palhaço Charles
Março 2010 - Teia - Fortaleza-Ceará

Oficina de Comunicação Livre para crianças de rua em frente ao Rio Amazonas

Oficina de Comunicação Livre para crianças de rua em frente ao Rio Amazonas
Em Macapá, exercício de comunicação livre com a Rádi@ NossaCas@ Amazônia e a BArca das Letras.

Em Belém do Pará

Em Belém do Pará
pela justiça, contra a impunidade, contra a violência do Estado e da própria sociedade!!! Todo domingo, na Praça da República. Apóie essa causa, esse movimento!!!

Menin@s de rua de Macapá no comando da BArca das Letras

Menin@s de rua de Macapá no comando da BArca das Letras
Leitura, música, arte, fantoches, contação de histórias, troca de saberes e fazeres, cheiros e sabores... mística e espiritualidade com os excluídos inocentes da sociedade capitalista selvagem!!!

15 de maio - Encontros da Rádi@ NossaCas@ Amazônia na Praça da República em Belém/PA

15 de maio - Encontros da Rádi@ NossaCas@ Amazônia na Praça da República em Belém/PA
Escritor paraense Antonio Juraci Siqueira, cordelista, fazendo divulgação do seu cordel premiado este ano "O menino que ouvia estrelas e se sonhava canoeiro." e Daniel Rocha da Revista PZZ O Pará de zero a zero (www.revistapzz.com.br). Galera que faz cultura viva na Amazônia. Bom reencontrá-los amigos!!!

Mais doações de livros em Brasília para nossas comunidades ribeirinhas da Amazônia

Mais doações de livros em Brasília para nossas comunidades ribeirinhas da Amazônia
Valeu a tod@s @s doadores de livros.... muuuuiiiitttoooo obrigado!!!

Dois palhaços se encontram na TEIA 2010 - Fortaleza/CE

Dois palhaços se encontram na TEIA 2010 - Fortaleza/CE
Show de bola, de alegria, de cidadania. Valeu Palhaço Charles... saudades irmão!!!

Vai ter cinema ambiental na Comunidade Carmo do Macacoari em breve

Vai ter cinema ambiental na Comunidade Carmo do Macacoari em breve
Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, a NossaCasa exibirá 52 filmes com temática ambiental. Em seguida, rodas de leitura...

NossaCasa é elo de ligação, ponte...

NossaCasa é elo de ligação, ponte...
Ligamos pontos de cultura popular da Amazônia, do Brasil, porque acreditamos que é preciso um mutirão de amor para que a gente viva feliz, na simplicidade, com respeito e muita união e solidariedade.

Programa NossaCasa Amazônia, toda 5ª feira, das 18h/19h

Programa NossaCasa Amazônia, toda 5ª feira, das 18h/19h
Agora você pode acompanhar o programa pela internet no link http://radiotime.com/station/s_124090/Novo_Tempo_FM_1059.aspx ou http://www.novotempofm105.com/. E pode participar pelo email nossacasaap@gmail.com ou pelo meu msn jbanhos@hotmail.com ou ligar no (96) 3251 2470 (Macapá/AP).

3 de maio - Rádi@ NossaCasa Amazônia com Sem Terrinhas de Mosqueiro/PA

3 de maio - Rádi@ NossaCasa Amazônia com Sem Terrinhas de Mosqueiro/PA
Comunicação livre, brincadeiras, leitura de mundo no Assentamento Mártires de Abril, na Ilha de Mosqueiro no Pará.

1º de maio - NossaCasa no lançamento do livro "João Batista mártir da luta pela reforma agrária"

1º de maio - NossaCasa no lançamento do livro "João Batista mártir da luta pela reforma agrária"
A convite do escritor Pedro Batista participamos de mais uma atividade de incentivo à leitura de mundo com as comunidades rurais (Município de Ipixuna do Pará)

Sem terrinha no Julgamento do assassino de Irmã Dorothy

Sem terrinha no Julgamento do assassino de Irmã Dorothy
Belém/PA, 30 de abril de 2010.

Rádi@ NossaCas@ Amazônia estará presente no:

Rádi@ NossaCas@ Amazônia estará presente no:
Venha participar, falar, colocar para fora o que está lhe oprimindo... A Rádi@ que dá voz aos oprimidos pelo sistema!!!!

AGENDA DAS PRÓXIMAS INTERVENÇÕES MEGAFÔNICAS DA RÁDI@ NOSSACAS@ AMAZÔNI@.

AGENDA DAS PRÓXIMAS INTERVENÇÕES MEGAFÔNICAS DA RÁDI@ NOSSACAS@ AMAZÔNI@.
30/04 - Julgamento do Assassino da Irmã Dorothy - Belém/PA; 01/05 - Ato in memorian de João Batista - mártir amazônida da reforma agrária em Mãe do Rio, Aurora do Pará e Ipixuna do Pará; 3/05 - Roda de Carimbó do Iaçá - Belém/PA; 06/05 - Programa NossaCasa Amazônia na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9 FM; 12 a 15/05 - Festival da Cultura Negra - Montes Claro/MG.

II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES

II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES
Dois grandes escritores paraenses, que retratam a realidade das comunidades ribeirinhas e periféricas da Amazônia. Valeu galera pelas poesias e arte!!!

Amig@s do Arraial do Pavulagem, Belém/PA, visitando a NossaCasa.

Amig@s do Arraial do Pavulagem, Belém/PA, visitando a NossaCasa.
II Jirau de Escritores Paraenses - abril/2010

Um domingo, de manhãzinha, em Macapá/AP

Um domingo, de manhãzinha, em Macapá/AP
Invisibilidade social, exclusão, abandono, insensibilidade coletiva, desamor pelo próxim@: os frutos do capitalismo selvagem...

NossaCasa na Conferência Nacional de CUltura 2010

NossaCasa na Conferência Nacional de CUltura 2010
Com minhas amigas paraenses do incentivo à leitura nas comunidades da Amazônia. Valeu galera, pela ajuda e participação na Rádi@ NossaCas@ Amazôni@.

Rádi@ NossaCas@ Amazôni@ entre em ação na Pré Conferência Setorial do Livro, Literatura e Leitura

Rádi@ NossaCas@ Amazôni@ entre em ação na Pré Conferência Setorial do Livro, Literatura e Leitura
Na falta de energia, entra a Rádi@ das ribeirinhas da Amazônia, onde o luz para todos não chegou ainda.... O Diretor do Livro do Ministério da Cultura, Fabiano Santos, e toda a mesa, acharam fantástica a forma de fazer comunicação livre na Amazônia livre e de incentivar a leitura, principalmente.

GOG, grande ativista social por meio do hip hop, participou ativamente da Rádi@ NossaCas@ Amazônia

GOG, grande ativista social por meio do hip hop, participou ativamente da Rádi@ NossaCas@ Amazônia
Conferência Nacional de Cultura - Brasília/DF - março/2010

Delegação da NossaCasa e amigos na 8ª Oficina de Inclusão Digital - Belo Horizonte - outubro/2009

Delegação da NossaCasa e amigos na 8ª Oficina de Inclusão Digital - Belo Horizonte - outubro/2009
Neste evento, conseguimos o Telecentro para nossa comunidade do Carmo do Macacoari (Itaubal/AP), em mais uma articulação vitoriosa dos ativistas da NossaCasa em prol de um mundo melhor, mais humano, mais solidário e inclusivo digitalmente. Assim, nossas vozes e imagens serão ouvidas e vistas além da floresta amazônica e da beira de nosso rio Macacoari...

NossaCasa na Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na Conferência Nacional de Cultura
De entrevistador a entrevistado na Rádi@ NossaCas@ Amazônia, a voz dos excluíd@s e oprimid@s desta sociedade capitalista, homogênea que tenta tudo nos impor, ao invés de dispor, discutir ao invés de dialogar, competir ao invés de cooperar, odiar ao invés de amar, discordar ao invés de unir, duvidar ao invés de acreditar, desesperar ao invés de esperançar, cultuar a tristeza, a violência ao invés da alegria e da paz, valorizar a cultura de massa ao invés da nossa rica e diversa cultura popular....

NossaCasa do Rio Macacoari

NossaCasa do Rio Macacoari
Estamos transformando, devagar e sempre, por meio da cultura a vida das comunidades do nosso rio, das nossas raízes....

NossaCasa no II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES - Belém/PA

NossaCasa no II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES - Belém/PA
Artes integradas para incentivar a leitura de mundo!!!!

NossaCasa na TEIA 2010 - Fortaleza/CE

NossaCasa na TEIA 2010 - Fortaleza/CE
Mais uma vez as gentes de partidos políticos do Amapá, infiltradas nos Movimentos Sociais, tentaram nos deixar de fora. Aprendam de uma vez por todas: vocês não conseguirão jamais nos deter seus limitados, incompetentes, covardes!!!

NossaCasa na TEIA 2010 - Fortaleza/CE

NossaCasa na TEIA 2010 - Fortaleza/CE
Mobilizando os Pontos de Cultura do Brasil para assinar Moção de Repúdio ao Governo do Amapá/Secretaria de Cultura, que estão assassinando o Programa no Amapá: diminuindo de R$180.000 para R$160.000,00 (este é um excelente exemplo de Custo Amazônico, ou seja, governos insensíveis, corruptos e descompromissados com a cultura popular. É o mesmo governo que pagou R$300.000,00 para Vicor e Léo tocar por 1h30m na Feira Agropecuária de 2009... ABSURDO!!!! Cadê o Tribunal de Contas, Ministério Público???); só selecionaou 12 Pontos de Cultura ao invés de 15 vagas no Edital (num Estado pobre de apresentação de projetos, o DESGOVERNO ainda se dá ao luxo de devolver recursos federais kkkkk r-i-d-í-c-u-l-o-s); não divulgou o resultado final na internet (falta transparência... DESONESTOS. DESPREPARADOS, INEFICIENTES, DESONESTOS), prejudicando os 3 projetos desclassificados de RECORRER do resultado; só liberaram R$40.000,00 da parcela de R$53.333,33 previstano Convênio (cadê o dinheiro PÚBLICO seus INCOMPETENTES, GENOCIDAS DA CULTURA POPULAR). Fora INCOMPETENTES DA SECRETARIA DE CULTURA DO AMAPÁ!!!

Déia Palheta do Grupo de Carimbó Iaçá de Belém do Pará doando CD à Rádi@ NossaCas@ na TEIA 2010/CE

Déia Palheta do Grupo de Carimbó Iaçá de Belém do Pará doando CD à Rádi@ NossaCas@ na TEIA 2010/CE
Todo primeiro domingo do mÊs, tem Roda de Carimbó Iaçá, na Escola de Samba Piratas da Batucada, das 14h/23h, na AV. ANTÔNIO EVERDOSA, 1630, entre Augustura e Lomas Valentinas, na Pedreira. Ingressos só R#3,00. E viva o carimbó, cultura popular paraense, amazônida!!!

NossaCasa na Praça da República em Belém/PA

NossaCasa na Praça da República em Belém/PA
Artistas de rua, trabalhadores de rua, crianças, jovens e adultos, por meio da cultura, nos tornamos tod@s iguais!!!

NossaCasa no II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES - ABRIL/2010

NossaCasa no II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES - ABRIL/2010
Com meus amigos da cultura popular paraense.

ARRASTÃO DO PAVULAGEM 2010 (BELÉM/PA) - CALENDÁRIO

ARRASTÃO DO PAVULAGEM 2010 (BELÉM/PA) - CALENDÁRIO
Da Escadinha da Estação das Docas até a Praça da República. Hora: a partir de 9h, 13, 20 e 27/06 e 4/07/2010. Nos vemos lá!!!

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Contribuindo para a formação do novo cidadão, em qualquer lugar do Brasil, da América Latina, do mundo!!!

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Todo mundo monta e desmonta a NossaCasa de Cultura e Cidadania: isso é participação, protagonismo e solidariedade. Paulo Freire na veia!!!

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Criança candanga admirando urubus e araras amazônicos, obra de artistas do Arraial do Pavulagem e da Praça da República (Belém/PA)

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Roda de Leitura:artigo da Revista Simples para ajudar a ler o mundo ao redor...

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 26/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 26/04/2010
Oficineira Popular Mariane, apresentando seu e, depois, nosso "amiguinho tímido", na Rodo de Terapia Comunitária: muito bom!!!

NossaCasa em São Sebastião - Brasilia/DF - 24/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasilia/DF - 24/04/2010
Roda de Conversa

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010

NossaCasa em São Sebastião - Brasília/DF - 24/04/2010
Oficina para "Economistas Solidári@s": lindo, mágico e feliz.

Crianças ribeirinhs atentas á aula de marabaixo e carimbó

Crianças ribeirinhs atentas á aula de marabaixo e carimbó
Comunidade Carmo do Macacoari/AP

NossaCasa no aniversário de Brasília, outros 50 anos

NossaCasa no aniversário de Brasília, outros 50 anos
Brasilia é assim, céu azul, alegria, família, arte, cultura e cidadania.

NossaCasa no aniversário de Brasília, outros 50 anos

NossaCasa no aniversário de Brasília, outros 50 anos
Brasília do respeito à diversidade religiosa e afrocultural.

NossaCasa na Brasília, outros 50

NossaCasa na Brasília, outros 50
21 de abril de 2010 - Aniversário de Brasília - 50 anos.

Roda de Conversa na Comunidade Carmo do Macacoari

Roda de Conversa na Comunidade Carmo do Macacoari
Diálogo com alunos, professores, pais, agentes de leitura para decidir e construir a participação em mais um Edital do Ministério da Cultura: Pontinhos de Cultura.

Mais uma doação artística vinda de uma Comunidade Ribeirinha Curuá do Bailique

Mais uma doação artística vinda de uma Comunidade Ribeirinha Curuá do Bailique
Artesã D. Regina Pantoja.

Agente de Leitura Raimunda Trindade fiscaliza reforma da NossaCasa no Carmo do Macacoari/AP

Agente de Leitura Raimunda Trindade fiscaliza reforma da NossaCasa no Carmo do Macacoari/AP
Biblioteca, Cinema, Telecentro, Brinquedoteca, Rádio Comunitária, Oficinas e Palestras, Horta Agroecológica, apresentações artísticas. Tudo num só lugar, num só Ponto de Cultura e Cidadania. Inauguração em breve!!!

Crianças da Comunidade Carmo do Macacoari

Crianças da Comunidade Carmo do Macacoari
Roda de Brincadeira no Rio Macacoari - Município de Itaubal - Amapá

A Quadrilha da nossa biblioteca Arca das Letras

A Quadrilha da nossa biblioteca Arca das Letras
Comunidade Carmo do Macacoari - Itaubal/Amapá

Transporte que leva à minha comunidade Carmo do Macacoari/AP

Transporte que leva à minha comunidade Carmo do Macacoari/AP
Em razão do péssimo estado da estrada, 115 km são percorridos 3m 3h30minutos. Isto é o custo amazônico também.

Nossas crianças ribeirinhas precisam de muito cuidado...

Nossas crianças ribeirinhas precisam de muito cuidado...
Comunidade Carmo do Macacoari - município Itaubal - Amapá - abril/2010

Verônica dos Tambores

Verônica dos Tambores
Mantenedora da cultura popular do Marabaixo em Mazagão, Macapá e no Brasil. Quando perguntei se a cultura e o Marabaixo têm o poder de transformar a educação ela me respondeu: “A cultura é o ponto fundamental. Quando você tem arte, quando você tem tradição, quando você não tem vergonha de mostrar o que é teu, faz efeito. Agora quando você tem vergonha de ser você e apresentar o que é de você, você se esconde e não faz efeito.agora eu verônica dos tambores, eu tenho torcido muito, pela postura que eu tenho, pela indignação que eu tenho, pela forma que meu pai me deu de me educar e educar meu povo. Só a coragem, só a força, só a energia, só a determinação pode chegar no ponto fundamental. E o Marabaixo é a resistência não do negro, mas de um povo que veio para salvar a humanidade.”

Festividade do Glorioso São Jorge

Festividade do Glorioso São Jorge
Seara de Umbanda Ogum Rompe Mata

Mestra D. Coló - erveira do Ver-o-Peso

Mestra D. Coló - erveira do Ver-o-Peso
Não deixe de visitá-la ao ir a Belém/PA. Vale a pena!!!

Parabéns Brasília linda, viva, diversa, cultural e cidadã.

Parabéns Brasília linda, viva, diversa, cultural e cidadã.
Que venha mais 50 anos!!!

Roda de Conversa na Comunidade Carmo do Macacoari

Roda de Conversa na Comunidade Carmo do Macacoari
Assunto: preparativos para a chegada do Telecentro da comunidade ribeirinha.

BArca das Letras em ação: incentivando a leitura de mundo com as comunidades ribeirihas.

BArca das Letras em ação: incentivando a leitura de mundo com as comunidades ribeirihas.
Comunidade Carmo do Macacoari - município de Itaubal/AP

Banheiro nas comunidades ribeirinhas da Amazônia

Banheiro nas comunidades ribeirinhas da Amazônia
Os dejetos caem direto nos rios.... É assim que cuidamos da Amazônia??? Governos incompetentes!!! Todos!!!!


Movimento Educacionista: luta por uma educação de qualidade.

Movimento Educacionista: luta por uma educação de qualidade.
NossaCasa é Educacionista. Lutamos pela educação de qualidade na ribeirinha e periferia amapaense e de toda a Amazônia.

16/04 - Doações diárias à Biblioteca Comunitária 24 horas BArca das Letras

16/04 - Doações diárias à Biblioteca Comunitária 24 horas BArca das Letras
Obrigado a tod@s @s noss@s doadores. Vocês estão ajudando a democratizar o acesso ao livro, literatura e leitura. Juntos, estamos construindo um mundo melhor, mais humano, mais justo e soldiário. Valeu!!!!

Caricatura do Palhaço Ribeirinho Jonas Banhos

Caricatura do Palhaço Ribeirinho Jonas Banhos
Arte do meu novo amigo da cultura : Adailton Costa de Belém/PA.

II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES

II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES
7 A 10 de abril - Roda de poesia, doação de livros para comunidades ribeirinhas da NossaCasa Amazônia.

Comunicadora popular da NossaCasa Rita de Cácia

Comunicadora popular da NossaCasa Rita de Cácia
Valeu parceira Rita por tocar, voluntariamente, também o Programa NossaCasa Amazônia nas minhas ausências e na presença também.

7 a 10 de abril - II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES

7 a 10 de abril - II JIRAU DE ESCRITORES PARAENSES
A NossaCasa esteve ativa e alegremente presente. Muito bom!!

Programa NossaCasa Amazônia, toda quinta-feira (18h/19h) na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9FM

Programa NossaCasa Amazônia, toda quinta-feira (18h/19h) na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9FM
Depois de dois meses ausente do meu programa, retornando com uma entrevistada especial da ribeirinha amapaense, lá do Bailique: D. Regina Pantoja, artesão, leitora, defensora da NossaCasa Amazônia. É o des-silenciamento das comunidades ribeirinhas da Amazônia.

15/04 - Professores na rua em luta por educação de qualidade no Amapá

15/04 - Professores na rua em luta por educação de qualidade no Amapá
Chegando em Macapá, encontrei com professores indignad@s pelo (des)caso da educação no Amapá: escolas públicas abandonadas, professores desmotivados, desvio de R$200 milhões pelo Secretario de Educação entre muitas outras coisitas....

Biblioteca Comunitária BArca das Letras

Biblioteca Comunitária BArca das Letras
15 de abril - leitores, doadores e pesquisadores da nossa Biblioteca-mãe 24 horas. Obrigado galera!!!

Crianças ribeirinhas: futur@s cuidadores ou destruidores da Floresta Amazônica???

Crianças ribeirinhas: futur@s cuidadores ou destruidores da Floresta Amazônica???
Depende do que tod@s nós fizermos por elas. Pela qualidade da sua educação, cultura e comunicação.

Editais em aberto do Ministério da Cultura - Aproveite!!!

Editais em aberto do Ministério da Cultura - Aproveite!!!
Acesse http://www.cultura.gov.br/site/categoria/editais-ministerio-da-cultura/

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
A Delegação dos Excluídos do Amapá, mais uma vez sabotados pelos incompetentes da Secretaria de Estado de Cultura do Amapá se fez presente, com muito barulho e ação. Mais uma vez, fizemos a diferença...

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
A Teia de relações da NossaCasa esteve presente: Wajãpi, ribeirinhos do Macacoari, Cajari, Quilombo Pirativa etc. Todos representados pela NossaCasa.

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
Veja essa entrevista denúncia em http://www.iteia.org.br/jonas-banhos-denúncia.Fazendo o bom combate...

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03

TEIA 2010 - Fortaleza/CE - 25 a 31/03
Entrevistado pelo Palhaço Charlie na Praia de Iracema. Valeu parceiro!!!

NossaCasa na Pré-Conferência Setorial de Cultura

NossaCasa na Pré-Conferência Setorial de Cultura
Galera especial do artesanato piauiense, divulgando gratuitamente na Rádio Comunitária NossaCasa Amazônia

NossaCasa na Teia Amazônica 2010 - Belém/PA, de 4 a 7 de março de 2010

NossaCasa na Teia Amazônica 2010 - Belém/PA, de 4 a 7 de março de 2010
Amig@s para sempre, graças à cultura!!!

NossaCasa na Pré-Conferência Setorial de Cultura - 7 a 9/03/2010 - Brasília/DF

NossaCasa na Pré-Conferência Setorial de Cultura - 7 a 9/03/2010 - Brasília/DF
Com nov@s amigos da diversidade cultural brasileira. Valeu galera, vocÊs são muito especeiais!!!

“O artista nunca pode confiar no governo.”

“O artista nunca pode confiar no governo.”
Citação feita pelo cineasta Naville D'Almeida, em entrevista a Roberto D'Avila na TV Brasil, exibida em 21/03/10.

NossaCasa na Teia Amazônica - Belém/PA - 7 a 9 de março/2010

NossaCasa na Teia Amazônica - Belém/PA - 7 a 9 de março/2010
Célio Turino foi amorosamente acolhido na NossaCasa Amazônia, construída diariamente e coletivamente na Teia Amazônica 2010, em Belém/PA, de 7 a 9 de março. Seja bem vindo Célio e nov@s amig@s da cultura amazônica. Sintam-se em Casa, na NossaCasa.

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Cantoria da Paraíba na Rádio NossaCasa Amazônia

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Tuxauá goiana participa da programação da Rádio NossaCasa Amazônia, compartilhando saberes e fazeres.

NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura

NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura
Minha bata africana, instrumento de trabalho, foi rifada para ajudar a pagar minha passagem de volta para o Amapá. Isto é custo cultural amazônico: em razão da farsa promovida pelo Secretário Estadual de Cultura não conseguimos nos eleger delegados pelo Amapá, e tivemos que vir a Brasília às nossas custas. Não é um secretariozinho temporário que calará o Movimento NossaCasa...

NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura - Brasília/DF

NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura - Brasília/DF
Tecendo muit@s amig@s...

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
NossaCasa é de tod@s nós, por isso que todos se sentem em casa

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Visitantes bem à vontade se divertem na NossaCasa de Cultura e Cidadania

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Muita cultura popular na Rádio NossaCasa Amazônia : muito carimbó

Trupe Cultura Viva

Este blogg é para quem curte leitura de mundo, sobretudo das comunidades ribeirinhas e tradicionais da Amazônia e do Brasil. Aqui, des-silenciamos e des-escondemos os protagonistas de várias histórias legais de voluntariado, solidariedade, amor, respeito ao próximo e à mãe natureza, que fazem Cultura Viva, cada um de seu jeito.

Aqui você encontra as vivências dos integrantes e amig@s do Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania (Ponto de Cultura sem convênio com governos, ou seja, sem recursos públicos)

Nosso endereço : Av. Ernestino Borges 567-A, Bairro Laguinho, Macapá/AP, CEP 68908-010

Email: nossacasaap@gmail.com

jonasbanhosap@gmail.com

Orkut : Jonas Banhos

Nossos contatos telefônicos:

(96) 8129 1837 - Macapá/AP (Claro) - Jonas Banhos

(96) 9139 0464 - Macapá (Vivo) - Rita de Cácia

(91) 8312 8015 - Belém/PA (TIM) - Jonas Banhos

(61) 3208 5555 - Brasília/DF - Fixo Jonas Banhos

http://editaisdecultura.blogspot.com/
(só oportunidades para apoio a projetos culturais)

(@s mestres da cultura popular do Brasilzão!!!)

(caminhadas por comunidades tradicionais do Brasil que trazem luz e paz)

(as mochiladas culturais vivas pelas comunidades tradicionais)

(o site do Movimento NossaCaasa)
(minhas vivências interiores a partir do Movimento NossaCasa)

Doações de livros/revistas/brinquedos/computadores/filmes/matarial de consumo para arte/criatividade, envie para nosso endereço ou ligue-nos. As comunidades ribeirinhas da Amazônia e do Brasil agradecem a gentileza.

Doações financeiras (esmola cultural) para pagar as mochiladas da Trupe Cultura Viva:

Banco do Brasil
Agência 4267-6
Conta Corrente 73.200-1

Para contratar a Trupe Cultura Viva é só entrar em contato. Montamos a NossaCasa de Cultura e Cidadania na sua comunidade, bairro, rua com diversão cidadã garantida, num dia de incentivo à leitura, com livros, música de raiz, vídeos, danças, artes visuais, fotografia, filmagem, poesia, rádia comunitária NossaCasa Amazônia Livre, mestres da cultura popular e muita leitura de mundo.

Nosso grupo é formado por ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, agricultores familiares, parteiras, erveiras, marabaixeir@s, indígenas, capoeiristas, pescadores artesanais, agentes de leitura, educadores populares, comunicadores populares, arte-educadores populares, tod@s com raízes no mundo rural.

NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura

NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura
Com meu amigo, conterrâneo e lutador do movimento cultural Paulo Zab, da cultura digital. Valeu e vale a pena a nossa luta mano, a favor da cultura livre, autonomo, independente e diversa!!! A luta continua. Agora nas nossas bases!!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - março/2010 - Brasília/DF

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - março/2010 - Brasília/DF
aila Caddah (hoje da Trupe Cultura Viva) conhecendo e brincando no mundo mágico da leitura e cultura, na NossaCasa na II CNC. Só alegria...

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Binho, representante do hip hop amapaense, visitando e se apresentando na NossaCasa Amazônia. Valeu mano, mandou legal!!!

Acolhendo todo mundo na NossaCasa Amazônia, com muita amorosidade, espiritualidade e mística. Valeu galera, tod@s voccês são muito especiais. Quem quiser nos levar para fazer intervenção de rua/de comunidade em seus lugares, estamos à disposição: jonasbanhosap@gmail.com ou nossacasaap@gmail.com.

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Somos tod@s irmãos nesta vida, neste Brasil diverso, rico e plural!!! Viva a liberdade. Martinha do Coco e Sandra, amo tod@s vocÊs e obrigad@ pela ajuda e momentos mágicos na NossaCasa Amazônia!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Rádio NossaCasa Amazônia, rádio livre da ConferÊncia, recebe GOG, grande representante do hip hop brasileiro. Valeu GOG pelas rimas, poesias e mensagens positivas de transformação social. Valeu mesmo mano!, que Deus continue a te iluminar!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Com o mestre do Maracatu de Pernambuco, lutando pela defesa da cultura popular. Maracatu de festa e luta!!!!

NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura

NossaCasa na II ConferÊncia Nacional de Cultura
Sem as crianças a NossaCasa nunca está completa. Obrigado meninas & meninos que me ajudaram a decorar e cuidar da NossaCasa Amazônia e por se envolverem de corpo e alma nas oficinas de fotografia e comunicação popular (rádio comunitária NossaCasa Amazônia). A Casa é de vocês também!!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Agradecemos todas as doações de CD' e DVD's de artistas e grupos excluid@s da grande mídia. Tod@s serão tocados em nosso programa de Rádio na Novo Tempo FM 105.9 Mhz, toda quinta-feira, das 18h/19h em Macapá. Na foto, recebendo CD duplo Vale dos Tambores de Carlos Henrique Machado Freitas, vários chorinhos com músicas afrodescendentes. Lindo!!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Branc@s, índi@s, negr@s & mestiç@s, somos todos iguais na NossaCasa chamada Terra!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Muita gente se solidarizou com as comunidades ribeirinhas da Amazônia amapaense, como o Edson, chefe da Segurança da Conferência que elaborou o Projeto Ver e Viver no Amapá. Valeu irmão, você também faz parte da NossaCasa Amazônia!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - março/2010 - Brasília/DF

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - março/2010 - Brasília/DF
Com o mestre da cultura popular pernambucana, zona canavieira, mostrando a força da música, dança e poesia do Cavalo marinho. Muito lindo e mágico!!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura - Brasília/DF março/2010

NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura - Brasília/DF março/2010
Lutamos pela inclusão digital de nossas comunidades tradicionais e indígenas, como meu amigo Raoni, da terra indígena Pataxó em Porto Seguro/Bahia. Achei seu DVD, entre em contato comigo para eu te devolver jonasbanhosap@gmail.com.

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Com Paulo Zab unimos forças e chegamos à II CNC representando com muita dignidade o Amapá livre, ético, das gentes honestas e simples, historicamente excluídas das políticas públicas, sobretudo culturais. Honramos a nossa Amazônia e contribuímos para colocá-la no lugar que merece!!! Valeu e vale a pena a luta. Continuemos atentos e firmes!!!!

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Todas as fotos tiradas no evento estão em meu orkut Jonas Banhos

NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura

NossaCasa na II Conferência Nacional de CUltura
Recebendo nos "estúdios" da Rádio NossaCasa o grupo de Carimbó de Santarém Novo/Pará, defendendo com muito estilo o reconhecimento do Carimbó como patrimônio nacional.

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Galera do samba de raiz animando o almoço d@s delegad@s, convidad@s, organizadores, observadores & trabalhadores da II CNC.

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura
Rádio NossaCasa Amazônia, a rádio livre da II CNC, recebe Ministro da Cultura Juca Ferreira, que fica espantado ao saber do aparelhamento pelo Secretário Estadual de Cultura da Conferência Estadual de Cultura, excluindo as comunidades tradicionais/ribeirinhas do Amapá da II CNC. Delegação do Amapá sem nenhum representante de quilombos, extrativistas, indígenas, ribeirinhos, assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, erveiras, parteiras, marabaixeiras, verdadeiros representantes da cultura popular amapaense. Uma vergonha.... mas, o Ministro se comprometeu de ir ao Amapá reunir com os representantes da cultura popular excluídos da II CNC. A NossaCasa organizará este grande evento.... em breve!!!!

NossaCasa na Pré Conferência Nacional de CUltura - Setoriais

NossaCasa na Pré Conferência Nacional de CUltura - Setoriais
Delegado livre pelo Amapá, setorial do Livro, Leitura e Literatura, representando as comunidades ribeirinhas/tradicionais do Amapá, localizadas nas Unidades de Conservação e seus entornos, também excluídas das Conferências. Depois de ser excluído da Conferência Estadual de Cultura, aparelhada pelo Secretário Estadual de Cultura e seu irmão Deputado Federal e seu partido político. Tudo devidamente denunciado na Conferência Nacional de Cultura e para o Ministro da Cultura.

Estradas do Amapá

Estradas do Amapá
Isto não é um rio. É a estrada, esburacada, que liga Macapá/AP à minha comunidade, Carmo do Macacoari, no município de Itaubal. Apenas70 km da capital: Macapá. Absurdo, incompetência do Governador do Estado...

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - fotos

NossaCasa na II Conferência Nacional de Cultura - fotos
muitas fotos lindas feitas pelo meu novo amigo Marconi em http://www.flickr.com/photos/jmarconi/sets/72157623585222808/show/with/4427440549/

NossaCasa na Conferência Nacional de Cultura

NossaCasa na Conferência Nacional de Cultura
De 9 a 14 de março de 2010 - Brasília/DF

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
Boi do Pavulagem também presente na Teia

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
Rádio NossaCasa Amazônia, fazendo a cobertura ao vivo do grande encontro cultural da região norte.

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
Criativida, encantamento, mística, espiritualidade, alegria...

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
Marujada de Capanema/PA

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
BArca das Letras presente na Teia em Belém/PA - 4 a 7 de março de 2010.

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
Cultura popular presente - Grupo Folclórico de Marujada de Capanema/PA

NossaCasa na Teia Amazônica

NossaCasa na Teia Amazônica
Uma mostra da diversidade e da pluralidade da cultura regional.

NossaCasa na Teia Amazônica 2010

NossaCasa na Teia Amazônica 2010
Encontro com Célio Turino idealizador do Programa Ponto de Cultura.

NossaCasa na Teia Amazônica Cultural

NossaCasa na Teia Amazônica Cultural
A Rádio NossaCasa em ação, participando ativamente da Mostra Artística da Teia Amazônica. Agradecemos o apoio dos organizadores do evento pela seleção e apoio à NossaCasa.

NossaCasa na Teia Amazônica com Célio Turino

NossaCasa na Teia Amazônica com Célio Turino
A NossaCasa é de carne e osso, demasiada humana, e foi inspirada e idealizada no exemplo de vida de várias pessoas que deixaram um legado favorável para a humanidade. Muitos del@s já se foram fisicamente, mas continuam vivos em nossas memórias e almas. Por sorte, ainda temos alguns deles entre nós, como o nosso adorável Célio Turino, que massageia, diariamnte, cada PONTO do nosso corpo DE CULTURA. Assim, desde 21/04/2008, bebemos nessa fonte viva de pura poesia e filosofia, e tocamos em frente a NossaCasa de Cultura e Cidadania, verdadeiro Pontinho, Ponto e Pontão de Cultura e Cidadania, ainda que sem nenhum centavo de recurso público.

Rádio NossaCasa Amazônia com jovem estudante da UNIFAP e blogueiro Randerson Lobato

Rádio NossaCasa Amazônia com jovem estudante da UNIFAP e blogueiro Randerson Lobato
"Entrando na Cantina dei de cara com um homem vestido de palhaço ,munido de um megafone,falando alto e cantando, claro, pensei ''puta que ..odeio palhaços''. E como sempre, me enganei. O palhaço na verdade não faz palhaçada, pelo contrário, divulga o que de mais importante temos: a cultura! E foi assim que corri o risco de perder a aula da Professora Carmentilla. Nada mais interessante do que chegar na universidade e ver estudantes expressando o que sentem.Ficamos horas pintando, desenhando, lendo e discutindo a melhor forma de expandir a cultura em geral." Leia mais impressões de Randerson em seu blog (http://randersonlobato.blogspot.com/2010/02/feira-para-fazer-cabeca-do-fregu.html), sobre nossa intervenção na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

Rádio NossaCasa na hora do almoço da galera

Rádio NossaCasa  na hora do almoço da galera
Feira Cultural da UNIFAP não pára, afinal, todo dia é dia de feira!!!

Rádio NossaCasa entrevista Pró Reitora de Extensão da UNIFAP

Rádio NossaCasa entrevista Pró Reitora de Extensão da UNIFAP
Professora SImone

Rádio NossaCasa recebe galera do ICMBIO/Unidade RESEX CAJARI (Analista Nonato)

Rádio NossaCasa recebe galera do ICMBIO/Unidade RESEX CAJARI (Analista Nonato)
Feira Cultural da UNIFAP - 25 e 26/02/2010

NossaCasa de Cultura e Cidadania sendo decorada e apropriada pela galera da UNIFAP

NossaCasa de Cultura e Cidadania sendo decorada e apropriada pela galera da UNIFAP
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

Promovendo Roda de Leitura na Feira Cultural da UNIFAP

Promovendo Roda de Leitura na Feira Cultural da UNIFAP
26 e 27/02/2010 - Macapá/AP

Rádio NossaCasa Amazônia, estimulando o debate na UNIFAP

Rádio NossaCasa Amazônia, estimulando o debate na UNIFAP
"Provocando" de forma irreverente o debate na Feira Cultural da UNIFAP

NossaCasa de Cultura e Cidadania na UNIFAP

NossaCasa de Cultura e Cidadania na UNIFAP
Estimulando a leitura do mundo d@s comunidades ribeirinh@s da Amazônia com a galera da Academia - 26 e 27/02/2010 - Macapá/AP

NossaCasa na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

NossaCasa na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010
Galera da organização entrando na onda, na nossa Pororoca Cultural e Cidadã.

Rádio NossaCasa Amazônia ouvindo todo mundo!!!

Rádio NossaCasa Amazônia ouvindo todo mundo!!!
Informando "gratuitamente" os serviços de educação à distância da Universidade. Afinal, rádio comunitária não tem que cobrar por anúncios de interesse da coletividade...

Rádio NossaCasa dando vez e voz aos mais humildes

Rádio NossaCasa dando vez e voz aos mais humildes
Na Feira Cultural da UNIFAP, o povo fala mesmo!!!

BArca das Letras chega à UNIFAP

BArca das Letras chega à UNIFAP
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

Rádio NossaCasa Amazônia botando a galera pra falar o que tá oprimindo

Rádio NossaCasa Amazônia botando a galera pra falar o que tá oprimindo
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

Rádio NossaCasa em ação na Universidade Federal do Amapá

Rádio NossaCasa em ação na Universidade Federal do Amapá
Intervenção na Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

Feira Cultural da UNIFAP 26 e 27/02/2010

Feira Cultural da UNIFAP  26 e 27/02/2010
Início da montagem da NossaCasa de Cultura e Cidadania na UNIFAP : participação, alegria e solidariedade da galera.

BArca das Letras aporta no Porto de Cultura da UNIFAP

BArca das Letras aporta no Porto de Cultura da UNIFAP
Feira Cultural da UNIFAP - 26 e 27/02/2010

Galera da organização da Feira Cultural da UNIFAP

Galera da organização da Feira Cultural da UNIFAP
Valeu pelo convite e apoio galera!!! Foi show de bola!!!

NossaCasa de Cultura e Cidadania - Macapá/AP

NossaCasa de Cultura e Cidadania - Macapá/AP
Av. Ernestino Borges 567-A Bairro Laguinho Cep. 68.908-010 entre Rua General Rondon e Rua Eliezer Levi. Doe livros/revistas/brinquedos que levamos para as comunidades ribeirinhas amapaenses. Já somos 58 bibliiotecas comunitárias em 10 municípios do Amapá e na Terra Indígena Wajãpi. Desde 21/04/2008, já são mais de 20.000 livros arrecadados e entregues às comunidades, muitas rodas de leitura, exibição de filmes, oficinas de fotografia/filmagem/rádio comunitária/organização social de base, saraus culturais. Telefones 96 8129 1837/ 9148 3049 Email: nossacassaap@gmail.com

BArca das Letras a caminho da UNIFAP

BArca das Letras a caminho da UNIFAP
Embarcando para incentivar a leitura de mundo com galera da Feira Cultural da UNIFAP (Macapá/AP - 26/02/2010)

Democratizando o acesso ao livro às crianças da periferia de Macapá

Democratizando o acesso ao livro às crianças da periferia de Macapá
Sede do Movimento NossaCasa de Cultura e Cidadania

2ª Entrega de Bilbiotecas Rurais Arca das Letras - maio/2009

2ª Entrega de Bilbiotecas Rurais Arca das Letras - maio/2009
Depois dessa entrega, o RURAP (orgão que descuida do meio rural do Amapá) tomou a coordenação do programa do Governo Federal da NossaCasa e NUNCA mais houve nenhuma entrega de bibliotecas rurais no Amapá. É uma vergonha a falta de comprometimento com a coletividade dos maus gestores públicos do Amapá, só gente indicada por polític@s do Amapá.

Levando informação/diversão para comunidades ribeirinhas isoladas

Levando informação/diversão para comunidades ribeirinhas isoladas
Se cada um fizesse a sua parte.... viveríamos num mundo mais justo, solidário e humano.

Inauguração da Biblioteca Comunitária BArca das Letras do Projeto Vem Brincar Capoeira

Inauguração da Biblioteca Comunitária BArca das Letras do Projeto Vem Brincar Capoeira
Periferia de Macapá/AP

Encontro de Agentes de Leitura Arca da Letras 2008

Encontro de Agentes de Leitura Arca da Letras 2008
Centro Cultural Cartola - Morro da Mangueira - Rio de Janeiro/RJ

Nossos Velhos, Nossos Sábios da Comunidade do Carmo do Macacoari

Nossos Velhos, Nossos Sábios da Comunidade do Carmo do Macacoari
Dl Diquinha, S. Zecazinho e S. Zé Picanço

Agente de Leitura do Quilombo Pirativa

Agente de Leitura do Quilombo Pirativa
Município de Santana - Amapá

Escola Estadual Retiro Santo Antonio da Pedreira - zona rural de Macapá/AP

Escola Estadual Retiro Santo Antonio da Pedreira - zona rural de Macapá/AP
Localizada apenas a 50 km de Macapá. O estado da Escola reflete exatamente como a educação é tratada pelos governantes de plantão: sem maiores comentários...

BArca das Letras protestando em frente ao Palácio do Governo contra a Secretaria de Cultura

BArca das Letras protestando em frente ao Palácio do Governo contra a Secretaria de Cultura
Falta de transparência na divulgação do resultado do Edital Pontos de Cultura (Ministério da Cultura). Fomos pré-aprovados com projeto para a Reserva Extrativista do Rio Cajari, há mais de um ano o resultado final não foi divulgado amplamente na internet, conforme estabelece no Edital. Por isso, estamos impedidos de assinar o convênio de R$160.000,00 aplicáveis em 3 anos. Engraçado, em todo Brasil é R$180.000,00, no Amapá diminuiu o valor para R$160.000,00. Mas, dupla sertaneja é contratada pela SECULT por R$300.000,00 para tocar por 1h30m na Expofeira/2009. Completa inversão de valores!!!

Lutamos por uma Casa de Cultura e Cidadania em cada comunidade ribeirinha/tradicional da Amazônia

Lutamos por uma Casa de Cultura e Cidadania em cada comunidade ribeirinha/tradicional da Amazônia
A NossaCasa é simples: biblioteca, telecentro, videoteca, brinquedoteca, oficinas e palestras, horta agroecológica.

Rádio NossaCasa entrevista o jovem Iuri, mantenedor da cultura popular amazônica, o marabaixo.

Rádio NossaCasa entrevista o jovem Iuri, mantenedor da cultura popular amazônica, o marabaixo.
Em frente à NossaCasa de Cultura e Cidadania em Macapá/AP

Jovem assina abaixo-assinado a favor da internet banda larga para o Amapá

Jovem assina abaixo-assinado a favor da internet banda larga para o Amapá
Biblioteca Móvel BArca das Letras, aportada no Rio Amazonas, em Macapá/AP - fevereiro/2010

Lixo : um problemão do mundo moderno

Lixo : um problemão do mundo moderno
E nos rios da Amazônia, infelizmente, essa realidade não é diferente. Educação e cultura, um bom caminho para modificar essa realidade.

Rádio NossaCasa ouve os indígenas em frente ao Rio Amazonas - Macapá/AP

Rádio NossaCasa ouve os indígenas em frente ao Rio Amazonas - Macapá/AP
Etnias que vivem no entorno do Parque do Tumucumaque - fevereiro/2010

Mestre Sassuca e família, em Macapá/AP

Mestre Sassuca e família, em Macapá/AP
Exímio fazedor de instrumentos folclóricos do Marabaixo

Pororoca Cultural e Cidadã em Macapá/AP: 16 horas de cultura

Pororoca Cultural e Cidadã em Macapá/AP: 16 horas de cultura
Recebendo ilustres convidados, S.Martinho (extrativista), André (universitário), Oswaldo SImões(poeta e jornalista), Dr. Haroldo Franco (Promotor do Meio Ambiente) e Branco (happer)

Entrevistando na Rádio NossaCasa galera do Ministério da Cultura (Fred e Alcione)

Entrevistando na Rádio NossaCasa galera do Ministério da Cultura (Fred e Alcione)
Durante a I Conferência Nacional de Comunicação - dezembro/2009

Crianças e adolescentes (vítimas do trabalho infantil) brincando de ler em frente ao Rio Amazonas

Crianças e adolescentes (vítimas do trabalho infantil) brincando de ler em frente ao Rio Amazonas
Roda de Leitura em Macapá/AP - fevereiro/2010

Recebendo os livros doados por Frei Betto à nossa Biblioteca Comunitária BArca das Letras

Recebendo os livros doados por Frei Betto à nossa Biblioteca Comunitária BArca das Letras
Macapá/AP

NossaCasa de Cultura e Cidadania montada para os Conselheiros do Parque do Tumucumaque

NossaCasa de Cultura e Cidadania montada para os Conselheiros do Parque do Tumucumaque
Reunião em dezembro/2009 no município de Amapá/AP

Explanando sobre o Programa Territórios Digitais/Casas Digitais do Governo Federal

Explanando sobre o Programa Territórios Digitais/Casas Digitais do Governo Federal
Comunidade Carmo do Macacoari - Município de Itaubal/AP

Rádio NossaCasa na I Conferência Nacional de COmunicação

Rádio NossaCasa na I Conferência Nacional de COmunicação
De 14 a 17 de dezembro de 2009, em Brasília/DF

Mestra D. Jitoca do Pirativa - 102 anos

Mestra D. Jitoca do Pirativa - 102 anos
Apreendendo os ensinamentos com noss@s mestres, noss@s sábi@s do interior da floresta Amazônica. Verdadeiras aulas de simplicidade e humanidade.

Jovens leitores da Reserva Extrativista do Rio Cajari

Jovens leitores da Reserva Extrativista do Rio Cajari
Comunidade São Sebastião - Município de Vitória do Jari - Amapá

O futuro da floresta Amazônica depende do tratamento que daremos para nossas crianças.

O futuro da floresta Amazônica depende do tratamento que daremos para nossas crianças.
A ausência do Estado brasileiro com políticas públicas básicas (educação regular e de qualidade, Comunicação, Mais Alimentos, Mais Cultura, rios e estradas trafegáveis, valorização da cultura popular local, escola rural/família/agroecológica, posto de saúde com médicos e remédios, internet banda larga, rádio comunitária, banheiro decente) é o que salvará ou derrubará de vez a floresta Amazônica. O diagnóstico é simples assim, como nós amazônidas....

O futebol e a televisão são, praticamente, as únicas diversões das Comunidades Tradicionais

O futebol e a televisão são, praticamente, as únicas diversões das Comunidades Tradicionais
Comunidade São Pedro do Ajuruxi - Reserva Extrativista do Rio Cajari

Casa de farinha no meio da floresta Amazônica

Casa de farinha no meio da floresta Amazônica
Reserva Extrativista do Rio Cajari/Amapá

Extrativistas em ação: coletar, carregar e depois vender os frutos (castanha) da floresta na Feira.

Extrativistas em ação: coletar, carregar e depois vender os frutos (castanha) da floresta na Feira.
Comunidade Água Branca do Cajari - Reserva Extrativista do Rio Cajari - Amapá. 15/09/2008

Artesão Raimundo. Produz belas obras, mas não tem apoio para escoar a produção.

Artesão Raimundo. Produz belas obras, mas não tem apoio para escoar a produção.
Comunidade Conceição do Muriacá, município Laranjal do Jari, Reserva Extrativista do Rio Cajari - Amapá. 16/09/2008

Levando a menor (mas a melhor) política pública do Ministério do Desenvolvimento Agrário

Levando a menor (mas a melhor) política pública do Ministério do Desenvolvimento Agrário
Consultando as comunidades do Lago do Ajuruxi (Reserva Extrativista do Rio Cajari/Amapá) sobre o interesse em receber o Programa Biblioteca Rural Arca das Letras - 20/09/2008.

Participando de Oficina no Lago do Ajuruxi - Amapá

Participando de Oficina no Lago do Ajuruxi - Amapá
Reserva Extrativista do Rio Cajari - 20/09/2008

Participando ativamente de encontros comunitários

Participando ativamente de encontros comunitários
Quilombo São Raimundo do Pirativa - município de Santana/AP

A caminho das comunidades ribeirinhas do Amapá

A caminho das comunidades ribeirinhas do Amapá
Rio Vila - Municipio de Santana/Amapá

Paisagem no Retiro Santo Antonio da Pedreira

Paisagem no Retiro Santo Antonio da Pedreira
Zona Rural de Macapá/AP

O ouro negro da Amazônia, o fruto do açai é transformado pelas mãos de mulheres e homens amazônidas

O ouro negro da Amazônia, o fruto do açai é transformado pelas mãos de mulheres e homens amazônidas
APA do Curiaú - Macapá/AP - 5/08/2008

Pontes são fundamentais em nossas caminhadas

Pontes são fundamentais em nossas caminhadas
Foto de 5/08/2008 na APA do Curiaú - Macapá/AP, ao entardecer.

Mestre S. Bernardo - Quilombola da Casa Grande/Amapá

Mestre S. Bernardo - Quilombola da Casa Grande/Amapá
Como Zumbi, ele também é um guerreiro-defensor do seu território na década de 70. Uma história que merece ser (re)contada, na visão do oprimido.

Mestra D. Maria do Rosário

Mestra D. Maria do Rosário
Tacacazeira em Nazaré, há mais de 35 anos. (Belém/PA). Preservando a cultura amazônica!!!

15/05/2009 - Inauguração da Biblioteca BArca das Letras na Casa do Chorinho

15/05/2009 - Inauguração da Biblioteca BArca das Letras na Casa do Chorinho
Bairro Jesus de Nazaré - Macapá/AP. Parceria com Ceará da Cuica, mantenedor do Samba de Raiz em Macapá..

Rádio NossaCasa na Praça da República

Rádio NossaCasa na Praça da República
Mais um dia de incentivo à leitura de mundo em Belém/PA

Mestra Marciana - marabaixeira & louceira

Mestra Marciana - marabaixeira & louceira
Comunidade Maruanum - zona rural de Macapá/AP

"Nós usamos as borboletas para dar asas à imaginação."

"Nós usamos as borboletas para dar asas à imaginação."
Homenagem à minha fiel irmã de caminhada do voluntariado: Rita de Cácia

Crianças amazônidas de comunidades tradicionais: direitos fundamentais excluídos

Crianças amazônidas de comunidades tradicionais: direitos fundamentais excluídos
Reserva Extrativista do Rio Cajari - Comunidade São Pedro do Ajuruxi

Primeira apresentação (para familiares e amigos) do projeto NossaCasa no Amapá

Primeira apresentação (para familiares e amigos) do projeto NossaCasa no Amapá
21/06/2008 - Macapá/AP

Lindas cachoeiras na Amazônia amapaense

Lindas cachoeiras na Amazônia amapaense
Venha fazer ecoturismo comunitário: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

Rádio NossaCasa Amazônia

Rádio NossaCasa Amazônia
Incentivando a leitura com ribeirinhos aportados no Canal do Perpétuo Socorro - Macapá/AP

Livros arrecadados com amig@s em Brasília/DF.

Livros arrecadados com amig@s em Brasília/DF.
Aguardando uma "alma boa" pagar o frete para as comunidades ribeirinhas da Amazônia paraense/amapaense

AMART - Associação de Mulheres Artesãs de Vitória do Jari/Amapá

AMART - Associação de Mulheres Artesãs de Vitória do Jari/Amapá
Belas biojóias feitas por mulheres amazônidas

Sementes da Amazônia

Sementes da Amazônia
Utilizadas por artesãs para fazer biojóias

S. Barbosa, poeta popular. Primeiro frequentador da nossa biblioteca-mãe BArca das Letras

S. Barbosa, poeta popular. Primeiro frequentador da nossa biblioteca-mãe BArca das Letras
Macapá/AP

Rádio NossaCasa Amazônia incentivando leitura

Rádio NossaCasa Amazônia incentivando leitura
Biblioteca BArca das Letras no Município de Vitória do Jari/Amapá

Rádio NossaCasa Amazônia entrevistando Dep. Luiza Erundina

Rádio NossaCasa Amazônia entrevistando Dep. Luiza Erundina
I Conferência Nacional de Comunicação - dezembro/2009

Ensinamento de Irmã Dulce

Ensinamento de Irmã Dulce

I CARNAVAL DAS LETRAS - 13/02/2010 - MACAPÁ/AP

I CARNAVAL DAS LETRAS - 13/02/2010 - MACAPÁ/AP
Crianças, adolescentes de rua brincaram no nosso carnaval

BArca das Letras Itinerante (livros, brinquedos, artesanato, arte, Rádio Comunitária NossaCasa)

BArca das Letras Itinerante (livros, brinquedos, artesanato, arte, Rádio Comunitária NossaCasa)
Incentivando a leitura nas ruas, praças públicas, paradas de ônibus de Macapá

I CARNAVAL DAS LETRAS - 13/02/2010 - MACAPÁ

I CARNAVAL DAS LETRAS - 13/02/2010 - MACAPÁ
Apoio Cultural: Centro Hotel

Universitários amapaenses pesquisando sobre a BArca das Letras

Universitários amapaenses pesquisando sobre a BArca das Letras
Dezembro/2009 - Macapá/AP

Mestra D. Coló - Erveira do Ver-o-Peso - Belém/PA

Mestra D. Coló - Erveira do Ver-o-Peso - Belém/PA
Mestra da cultura popular paraense, mantendo tradição que vem da avó e já vai seguindo com seus filh@s e net@s.

24/01/2009 - Pré-inauguração da Biblioteca-mãe BArca das Letras em Macapá

24/01/2009 - Pré-inauguração da Biblioteca-mãe BArca das Letras em Macapá
Apresentação para parentes e amigos

18/03/2009 - Inauguração da Biblioteca-mãe BArca das Letras - Macapá/AP

18/03/2009 - Inauguração da Biblioteca-mãe BArca das Letras - Macapá/AP
Presentes índios, quilombolas, extrativistas, ribeirinhos, pescadores artesanais, artistas de rua, pesquisadores, parceiros de órgãos públicos, crianças, capoeristas, Rádio NossaCasa, educadores populares, comunicadores populares, minha mãe e familiares.

15/02/2010 - Crianças brincam na nossa Biblioteca Comunitária BArca das Letras 24 horas em Macapá

15/02/2010 - Crianças brincam na nossa Biblioteca Comunitária BArca das Letras 24 horas em Macapá
Mais um dia de incentivo a leitura de forma lúdica e alegre!!!

18/02/2010 - Estréia do Programa NossaCasa Amazônia na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9 Mhz FM

18/02/2010 - Estréia do Programa NossaCasa Amazônia na Rádio Comunitária Novo Tempo 105.9 Mhz FM
Falamos da Amazônia Rural, a NossaCasa. Com o primeiro convidado: Zé Reinaldo, especialista em mundo rural Amazônico. Toda 5ª feira, das 18h/19h. Participe do único programa que incentiva a leitura de mundo e que dá voz aos excluídos e oprimid@s da Amazônia (extrativitstas, quilombolas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados da reforma agrária, parteiras, benzedeiras, mantenedores da cultura popular, escalpeladas). Fone: (96) 3251 2470 ou pelo email nossacasaap@gmail.com. Aguardo sua participação.

19/02/2010 - Fundadores do Bloco Carnavalesco Kunossauro da Comunidade do Curicaca (Itaubal/AP)

19/02/2010 - Fundadores do Bloco Carnavalesco Kunossauro da Comunidade do Curicaca (Itaubal/AP)
Marivaldo Costa e Antonio Avelino (Preto), levando um pouco de diversão para a zona rural da Amazônia.

19/02/2010 - Tia Pixica - 101 anos - Comunidade Curicaca (Itaubal/AP)

19/02/2010 - Tia Pixica - 101 anos - Comunidade Curicaca (Itaubal/AP)
Mais uma relíquia de sabedoria no interior da Amazônia... Noss@s Velh@s, Noss@s Sábi@s.

19/02/2010 - NossaCasa Digital do Rio Macacoari (Município de Itaubal/AP)

19/02/2010 - NossaCasa Digital do Rio Macacoari (Município de Itaubal/AP)
Conselho Gestor eleito em 19/02/2010

15/02/2010 - Tia Cici Ardasse (Macapá/AP)

15/02/2010 - Tia Cici Ardasse (Macapá/AP)
90 anos de sabedoria. Obrigado pelas leituras de mundo diárias.

Rádio NossaCasa em Belém

Rádio NossaCasa em Belém
Dando voz e vez ao "invisíveis sociais"!!!

MOVIDA - MOVIMENTO PELA VIDA

MOVIDA - MOVIMENTO PELA VIDA
NossaCasa une-se ao MOVIDA em Belém. Na luta por justiça, educação, cultura e cidadania para tod@s.

Macapá de valores invertidos, em pleno século XXI

Macapá de valores invertidos, em pleno século XXI
Em Macapá, fechar a rua em frente à principal praça da cidade, por um final de semana, Para vender carros e motos de luxo, PODE.Deixar livros e revistas educativas em uma parada de ônibus em frente à Prefeitura de Macapá, ao lado da Câmara de Vereadores, isso, NÃO PODE. (http://chicoterra.com/joomla/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=6642)

Promovendo Rodas de Leitura em Paradas de Ônibus

Promovendo Rodas de Leitura em Paradas de Ônibus
Macapá/AP

2ª Parada Cultural da NossaCasa

2ª Parada Cultural da NossaCasa
Localizada em frente à Prefeitura de Macapá. Funcionou durante uma semana, no mês de setembro/2009, mas os garis da Prefeitura toda noite jogaram nossos livros no lixo. Fizemos a nossa parte...

NossaCasa já em Belém

NossaCasa já em Belém
Praça da República: aqui com os primeiros doadores de livros paraenses para a BArca das Letras e meus parceiros de primeira mão do MOVIDA - MOVIMENTO PELA VIDA. Amo todos vocês. Muito obrigado por acreditarem na nossa onda pela leitura: a Pororoca Cultural e Cidadã. Vejam todas as fotos nas postagens abaixo.

JULHO/2008 1ª apresentação do projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania - junho/2008 - Brasília/DF.

JULHO/2008 1ª apresentação do projeto NossaCasa de Cultura e Cidadania - junho/2008 - Brasília/DF.
Valeu amig@s pela força que vocês me deram, desde o início. Amo tod@s vocês!!!

Quilombolas, ainda não reconhecidos, da Reserva Extrativista do Rio Cajari

Quilombolas, ainda não reconhecidos, da Reserva Extrativista do Rio Cajari
Agora em 2010, tentaremos ajudar a comunidade do Tapereria, município de Vitória do Jari, no Amapá, a conseguir o título de Terra Quilombola.

BArca das Letras no Projeto Vem Brincar Capoeira

BArca das Letras no Projeto Vem Brincar Capoeira
Mestre Eudo comanda a Barca das Letras no Jardim Equatorial - Macapá/AP. Ele precisam de ajuda também. Entre em contato conosco: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

Biblioteca Arca destaque da região-norte em 2008 e Ponto de Leitura/2008 pelo Ministério da Cultura

Biblioteca Arca destaque da região-norte em 2008 e Ponto de Leitura/2008 pelo Ministério da Cultura
Ajudamos os mais humildes a construir a sua própria história. Essas vitórias não têm preço. Venha conhecer essa galera conosco: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

Agricultor portador de direitos especiais

Agricultor portador de direitos especiais
Mesmo com restrições físicas, ele planta e colhe o alimento para o corpo de muitos. Ajude-nos, faça sua parte neste mundão de possibilidades: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

A água das comunidades ribeirinhas da Amazônia

A água das comunidades ribeirinhas da Amazônia
Vejam a cor da água que tomamos em nossa comunidade. Esse é o "tratamento" que nós ribeirinhos, que cuidamos da floresta amazônica recebemos dos governantes. Advinhem quem serão os beneficiados com os euros que virão após a COP-15 (Copenague)? Para nossos opressores, claro, pois são os donos do poder...

Marabaixo - Cultura Popular Amapaense

Marabaixo - Cultura Popular Amapaense
Festa na minha comunidade - Quilombo Conceição do Macacoari. Venha conhecer!!! nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

No inverno, andar pelas estradas do Amapá é quase impossível...

No inverno, andar pelas estradas do Amapá é quase impossível...
E o Governo ainda vive fazendo propaganda que tá tudo uma beleza. Acho que essa galera vive em outro mundo... Gente totalmente sem noção...

D. Matilde, uma sábia guerreira amazônida

D. Matilde, uma sábia guerreira amazônida
Levando a biblioteca comunitária BArca das Letras para ajudar na educação dos seus netos. Apesar dela não ter tido a mesma oportunidade, inclusive é analfabeta, mas fez questão de levar os netos para serem treinados como Agentes de Leitura. Obrigado pelos ensinamentos e exemplo de vida, d. Matilde.

Estradas do Amapá: "o Haiti é aqui", já diria Caetano...

Estradas do Amapá: "o Haiti é aqui", já diria Caetano...
Um horror. Pequenos trechos, sem o mínimo de asfalto. Estou falando de 50 a 200 km de estrada. Você acredita nisso, em pleno século XXI??? Venha ver então e aproveite e faça trabalho voluntário nas nossas comunidades: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

Roda de Leitura com nossas crianças de comunidades tradicionais da Amazônia

Roda de Leitura com nossas crianças de comunidades tradicionais da Amazônia
Estamos interferindo positivamente no futuro de nossas crianças. Levamos e trazemos muito amor!!! Junte-se a nós, você também pode fazer a sua parte: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

Crianças amazônidas

Crianças amazônidas
Nossas crianças também precisam ter acesso a livros, revistas, filmes, brinquedos educativos, internet banda larga, oficinas de fotografia, filmagem, artesanato, comunicação comunitária

Transporte escolar das crianças, adolescentes e jovens amazônidas

Transporte escolar das crianças, adolescentes e jovens amazônidas
O ensino na Amazônia ribeirinha é modular: uma disciplina que é dada em uma ano na cidade é ministrada em 52 dias para as comunidades invisíveis sociais da Amazônia. Você realmente acha que a Amazônia será salva com esse tratamento dado aos futuros cuidadores da floresta Amazônica? Pois é, porque os filh@s dos depredadores da Amazônia (mineradoras, pecuária, agronegócio, indústrias da madeira, pesca e caça predatória) recebem um ótimo ensino em escolas particulares das grandes cidades, usando o dinheiro ganho com a derrubada da nossa floresta e com a exploração da nossa biodiversidade (açai, sementes, essências para perfumes e cremes de beleza), tudo numa completa inversão de valores.... "Que país é este?", perguntaria nosso Renato Russo.

Crianças da Reserva Extrativista do Cajari/AP

Crianças da Reserva Extrativista do Cajari/AP
O futebol e o banho de rio são as diversões das comunidades ribeirinhas da Amazônia. Notem o estado da bola. Faça sua parte, ajude-nos a melhorar a qualidade de vida das crianças amazônidas. Doe livros, revistas, brinquedos, material para arte-educação, filmes educativos, instrumentos musicais etc. Venha fazer trabalho voluntário e compartilhar seu amor, seu saber com essas crianças lindas e amorosas.Entre em contato conosco: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com

Agricultoras cantoras da Reserva Extrativista do Rio Cajari/AMAPÁ

Agricultoras cantoras da Reserva Extrativista do Rio Cajari/AMAPÁ
Em busca de oportunidades, escondidas no meio da floresta. Veja o talento delas no http://www.youtube.com/watch?v=uA8XFyYmFwQ

Crianças ribeirinhas amazônidas

Crianças ribeirinhas amazônidas
Ajude-nos a interferir na educação de nossos irmãos ribeirinhos. Todo mundo pode fazer a sua parte. Inscreva-me e saiba como. É muito simples: nossacasaap@gmail.com; jonasbanhosap@gmail.com.

Horta Agroecológica Amazônica

Horta Agroecológica Amazônica
Alimento para o corpo. Dessa Barca, surgiu a idéia da BArca das Letras, o alimento para a alma dos meus irmãos ribeirinhos. Você doa livros/revistas, a gente leva para a floresta Amazônica, as comunidades retiram as canoas dos rios (limpando-os) e aí nasce a Barca das Letras (biblioteca comunitária). Crianças lêem e se tornarão cidadãos críticos, propositivos, que não aceitarão mais a INVISIBILIDADE PÚBLICA. Escreverão suas próprias histórias, sem intermediários (eleitoreiros).

Agentes de Leitura da Reserva Extrativista do Rio Cajari/AMAPÁ

Agentes de Leitura da Reserva Extrativista do Rio Cajari/AMAPÁ
Com o certificado concedido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Infelizmente, depois dessa entrega os (maus) gestores públicos dos órgãos rurais do Amapá paralisaram novamente o programa Arca das Letras do Governo Federal. Cadê o TCU, a CGU e o MP a exigir eficiência, princípio básico da Administração Pública?

NossaCasa é Zilda Arns

NossaCasa é Zilda Arns
Descanse em paz. Agradecemos pela vida dedicada às crianças pobres do Brasil e do Mundo. Continuaremos seguindo seus ensinamentos e trilhando seu caminho!!!

NossaCasa é Che Guevara

NossaCasa é Che Guevara
Não só vestimos a camisa, como vivenciamos diariamente seus princípios, endurecendo sempre, sem perder jamais a ternura.

Gratidão

Gratidão
Agradecemos a tod@s que ajudaram, cada um do seu jeito, a NossaCasa a contribuir para a construção de um mundo mais humano, justo, livre, feliz e cheio de leitor@s.

Eu tenho lado. E você tem que escolher o seu (ou não?!): Opressor ou Oprimido???

No dia 21/04/2008, depois de uma longa caminhada ao meu interior, tomei uma decisão muito importante na minha vida: largar meu emprego estável (concursado) em Brasília, por um tempo, e servir, gratuitamente e voluntariamente, às comunidades tradicionais/rurais da Amazônia (quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, pescadores artesanais, indígenas, assentados da reforma agrária), em primeiro lugar, e depois as do restante do Brasil, de acordo com minhas possibilidades físicas, psicológicas e financeiras. À isso, cada um dá um nome: loucura, ano sabático, ousadia.
É bom ficar claro que quem banca as minhas ações voluntárias e o Movimento NossaCasa sou eu mesmo. Nunca conseguimos nenhum CONVÊNIO ou PARCERIA financeira com os Governos Federal, Estadual e Municipais do Amapá, em que pese termos tentado várias vezes por meio da ONG NossaCasa de Cultura e Cidadania - ArmaZen, criada só para esse fim, seguindo conselhos dos mais "experientes" em movimento social.
Na verdade, é bom que se diga, somos boicotados, perseguidos e excluídos do sistema porque damos TRANSPARÊNCIA às manobras político-partidárias dessa gente que controla os recursos públicos, portanto, meu, seu, nosso dinheiro. Em tão pouco tempo (1 ano e meio), acumulamos muitas estórias desagradáveis dos TRAPARCEIROS governamentais do Estado do Amapá, sobretudo os maus gestores dos órgãos rurais e de cultura do Estado, incompetentes e indicados políticos de dois deputados federais (que nem cito o nome para não dar IBOPE, mas que dá pra sacar né!!! Tá na cara. kkk), que irão às nossas comunidades agora em 2010 pedir ou comprar votos para sí e para seus comparsas.
Alguns exemplos: tentativa de apropriar-se da entrega das bibliotecas Arca das Letras (RURAP/Delegacia do MDA); tomada da Coordenação da Arca das Letras para paralisar novamene a entrega de bibliotecas rurais(RURAP/Delegacia do MDA); desmontagem das paradas culturais (bibliotecas comunitárias) e colocação de nossos livros no lixo (Prefeitura de Macapá); tentativa de eliminação do nosso projeto Ponto de Cultura para a Reserva Extrativista do Cajari (Secretaria de Cultura/AP); exclusão de nossa participação como delegado nas Conferências de Comunicação e Cultura (partidos políticos ditos de esquerda - kkkk).
É uma gente patética, de pouca leitura e despreparada tecnicamente!!!! Como diz Frei Betto, um bando de "militonto"!!! Mas, AMAMOS tod@s vocês, apesar dessas atitudes anti-éticas e do SISTEMA (capitalista) excludente que vocês alimentam e servem. Saibam, de forma muito clara, que vocês são os nossos OPRESSORES, em que pese tentarem a todo momento se camuflar de cordeirinhos, dando-nos 'tapinhas" chatos nas costas. kkkk. Acordem, vocês não nos enganam mais. Agora já compreendemos o processo, pois lemos o MUNDO ao nosso redor.
Obrigado PAULO FREIRE e demais educadores de nossas vidas!!!!

NossaCasa é Cultura Popular da floresta amazônica

NossaCasa é Cultura Popular da floresta amazônica
Hoje com uma pequena aparelhagem informática, eletrônica, com meios limitados, também se faz opinião, também se produzem coisas centrais na reelaboração da história. (Milton Santos)

Minha bandeira de luta e de transformação social: leitura!!! Por que???

1. Desenvolve o repertório. Ler é um ato valioso para nosso desenvolvimento pessoal e profissional.
2. Amplia o conhecimento geral. Além de ser envolvente, a leitura expande as referências e a capacidade de comunicação.
3. Estimula a criatividade. Ler é fundamental para soltar a imaginação. Pr meio dos livros, criamos lugares e personagens.
4. Aumenta o vocabulário. Graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos.
5. Emociona e causa impacto. Quem já se sentiu triste ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
6. Muda a nossa vida. Quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
7. Liga o senso crítico na tomada. Livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
8. Facilita a escrita. Ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Quem lê mais escreve melhor.

Vamos ler mais e sempre galera!!!

Agora, desça mais um pouco e conheça o movimento que idealizei para espalhar, pelo menos, livros doados pelos moradores da zona urbana (Brasília, Belém, Macapá) para nossos irmã@s que vivem na Amazônia Rural: a NossaCasa.

NossaCasa é literatura e leitura

NossaCasa é literatura e leitura
Biblioteca Comunitária BArca das Letras de Vitória do Jari/AP.

Movimento NossaCasa: faça parte!!!

Um movimento simples, sem intelectualismos, formado por pessoas de comunidades tradicionais/rurais da Amazônia amapaense, que tivemos a sorte de estudar e regressar para nossas comunidades para tentar ajudar a modificar positivamente nossas realidades históricas de exclusão social por meio da educação e cultura, sem os intermediários interesseiros eleitorais de plantão (maus polític@s).
Buscamos, nós mesm@s, para nossas comunidades, equipamentos comunitários como : biblioteca, telecentro, brinquedoteca, videoteca, Oficinas e Palestras, TV/Rádio Comunitária, Projetos de Agroecologia (PAIS - Programa Agroecológico Integrado e Sustentável da Fundação Banco do Brasil), Projetos de Ecoturismo Comunitário. Tudo isso para que sejamos SEMPRE LIVRES e mais FELIZES e pernameçamos em nossas comunidades, protejendo a exuberante floresta Amazônica das atividades econômicas predatórias : agronegócio, mineradoras, pecuária em larga escala, madereira, caça e pesca predatória. E viva a Agricultura Familiar!!!!

Ajude-nos!!! Junte-se a nós!!!! É muito simples!!!

Conheça-nos mais um pouco. Veja nossos vídeos, fotos e reportagens na internet:
http://www.nossacasaap.com.br/
nossacasaap@gmail.com
youtube: NossaCasadeCultura

NossaCasa é democratização da leitura

NossaCasa é democratização da leitura
1ª Parada Cultural da NossaCasa

Gostou? Quer ajudar a NossaCasa?

Somos simples, precisamos de poucas coisas materiais para fazer acontecer. Entre em contato conosco pelo nossacasaap@gmail.com. É bacana ajudar quem precisa!!!

NossaCasa é ponte temporária (elo)

NossaCasa é ponte temporária (elo)
entre as comunidades rurais/tradicionais e pessoas sensíveis e solidárias, governos/terceiro setor/empresas socialmente responsáveis.

NossaCasa é arte e fotografia

NossaCasa é arte e fotografia
Comunidade São Tomé do Macacoari - Itaubal/AP

NossaCasa é divulgação do jeito amazônida de ser

NossaCasa é divulgação do jeito amazônida de ser
Cozinha típica da Amazônia Rural (RESEX CAJARI/AP)

NossaCasa é preservação da Amazônia

NossaCasa é preservação da Amazônia
Moradia de ribeirinho com plantação de açai (RESEX CAJARI/AP)

NossaCasa é diversidade

NossaCasa é diversidade
Família feliz do Rio Macacoari

NossaCasa é mística e espiritualidade

NossaCasa é mística e espiritualidade
Novena de Nossa Senhora da Conceição do Macacoari.

NossaCasa é cuidado com a natureza.

NossaCasa é cuidado com a natureza.
Educação ambiental com sutileza.

NossaCasa é direitos humanos.

NossaCasa é direitos humanos.
Comunidade São Raimundo do Pirativa feita cobaia humana do mosquito da malária em 2005. Ninguém punido até agora!!!

NossaCasa é integração entre urbano e rural

NossaCasa é integração entre urbano e rural
Jovens da cidade emprestando livro e conhecendo um pouco do mundo rural.

NossaCasa é esporte e lazer.

NossaCasa é esporte e lazer.
Criançada da Reserva Extrativista do Rio Cajari (São Pedro do Ajuruxi - Mazagão/AP)

NossaCasa é respeito aos nossos velhos, nossos sábios

NossaCasa é respeito aos nossos velhos, nossos sábios
Remanescentes quilombolas da Conceição do Macacoari, minhas raízes.

NossaCasa é controle social.

NossaCasa é controle social.
Escola Estadual no Retiro Santo Antonio da Pedreira - desabou em novembro/2009 e o Governo preferiu construir um Centro Comunitário para festas, cachaçada e violência.

NossaCasa é cuidado com crianças e adolescentes,

NossaCasa é cuidado com crianças e adolescentes,
brincadeiras e teatro de bonecos

Apresento meus princípios inegociáveis. Não tente infringi-los. Não insista!!!

LIBERDADE, RESPEITO, PARTICIPAÇÃO, AMOROSIDADE, VOLUNTARIADO, SIMPLICIDADE, PAZ, RETIDÃO, ÉTICA, ALEGRIA, COMPAIXÃO, PERSEVERANÇA, JUSTIÇA, INCLUSÃO SOCIAL, DIVERSIDADE, FRATERNIDADE, COOPERAÇÃO, CUIDADO, HUMILDADE, HONESTIDADE, GRATIDÃO, ESPIRITURALIDADE, MÍSTICA, TRANSPARÊNCIA, COMUNHÃO, UNIÃO, GENTILEZA.

AVISO IMPORTANTE AOS OPORTUNISTAS DE PLANTÃO:

"Não estou ligado a nenhum partido, pois para mim partido é parte. Eu como intelectual me interesso pelo todo embora, concretamente, saiba que o todo passa pela parte. Tal posição me confere a liberdade de emitir opiniões pessoais e descompromissadas com os partidos."
Faço minhas as palavras acima, do intelectual Leonardo Boff. Não sou intelectual (nem quero ser), mas sou um arte-educador-comunicador popular, um transformador social, um pesquisador livre e pensador de políticas públicas. Portanto, quero deixar muito claro que não sou e nem quero ser filiado a NENHUM partido político e, por lógico, não sou candidato a nenhum cargo eletivo e nem o serei, pois não acredito no atual sistema político-corrupto. E nem apóio nem apoiarei nenhum dos atuais polític@s do Amapá, sobretudo.

Entendo que não merecemos nenhum desses atuais políticos. Tod@s nos mantém escravizados, nos enganam (nós de comunidades ribeirinhas/tradicionais) e só se interessam por permanecer no poder, com todas as suas benesses (emprego público em abundância aos parentes, amigos e cabos eleitorais, por meio milhares de cargos comissionados; acesso a recursos públicos -maquiado, claro - para financiar campanhas políticas; banquetes e cerimônias; apropriação indevida de rádios e TV's públicas e/ou comunitárias; indicações de parentes e amigos para outros cargos eletivos, conselhos e tribunais; beneficiar os financiadores das campanhas políticas e agressores da natureza - agronegócio, mineradoras, pecuaristas, grandes empresas de pesca em detrimento da agricultura familiar, do ecoturismo comunitário, economia solidária).

Os atuais políticos do Amapá só aparecem em nossas comunidades tradicionais/rurais para dar cachaça para noss@s pais e irmã@s e estimular a gravidez precoce por meio de festas regadas a brega, ignorando nossa cultura de raiz, popular.. Apropriam-se de políticas públicas e não deixam chegar em nossas comunidades para nos manter isolados, sem educação, sem saúde, sem informação, sem comunicação, sem renda, sem dignidade.

Chega!!! Estamos cansados de tanta patifaria, corrupção e enganação!!! E como diria Cazuza: "A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia. A burguesia não repara na dor Da vendedora de chicletes. A burguesia só olha pra si. A burguesia só olha pra si. A burguesia é a direita, é a guerra. As pessoas vão ver que estão sendo roubadas. Vai haver uma revolução. Ao contrário da de 64. O Brasil é medroso. Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia. Vamos pra rua. Vamos acabar com a burguesiaVamos dinamitar a burguesiaVamos pôr a burguesia na cadeiaNuma fazenda de trabalhos forçadosEu sou burguês, mas eu sou artistaEstou do lado do povo, do povo. A burguesia fede - fede, fede, fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia. Não vai haver poesia. Porcos num chiqueiro São mais dignos que um burguês. Mas também existe o bom burguês. Que vive do seu trabalho honestamente. Mas este quer construir um país E não abandoná-lo com uma pasta de dólares. O bom burguês é como o operário. É o médico que cobra menos pra quem não tem E se interessa por seu povo. Em seres humanos vivendo como bichos Tentando te enforcar na janela do carro. No sinal, no sinal No sinal, no sinal. A burguesia fede. A burguesia quer ficar rica. Enquanto houver burguesia Não vai haver poesia.

http://letras.terra.com.br/cazuza/43858/

NossaCasa é mar acima MARABAIXO

NossaCasa é mar acima MARABAIXO
Divulgando nossa cultura de raiz na internet. Quilombolas de Curralinho/AP durante o Dia da Consciência Negra.

Pensamento apreendido da leitura do dia:

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo." Bertoldt Brecht

"Se avexe não Toda caminhada começa No primeiro passo A natureza não tem pressa Segue seu compasso Inexorávelmente chega lá Se avexe não Observe quem vai subindo a ladeira Seja princesa ou seja lavadeira Pra ir mais alto vai ter que suar." (Composição: Acioli Neto)

"Os Pontos de Cultura são o bolsa família das identidades, dos valores, dos significados e da imaginação criativa dos que são maioria, mas tinham se tornado minoria SILENCIADA." Emir Sader, sociólogo, comentando o Livro Ponto de Cultura, de Celio Turino.

"Estou cada vez mais convencido enquanto se vive neste reino da técnica, da gestão, que a base de tudo é a filosofia. Quando você tem uma matriz filosófica clara, tem esse entendimento mágico, essa visão poética que não se faz nas planilhas. A gente vai ajustando, não estou negando a necessidade de gestão. Mas acho que quando o fundamento é sólido, as coisas vão se equacionando, abrindo novos caminhos." Celio Turino em Revista Forum - dez/2009

"Para lutar contra a opressão é preciso um cavalo pra isso e esse cavalo é a arte, a criatividade, que é mais importante que só a consciência social. A arte iguala todo mundo." Zé Celso Martinez, comentando sobre Augusto Boal (Teatro do Oprimido). Revista Fórum - dez/2009

"A idéia de cultura, sempre moldada conforme as visões políticas de cada tempo, detém em si as chaves dos sitemas de poder. Chaves que podem abrir portas para a liberdade, para a equidade e para o diálogo. Mas também podem fechá-las, cedendo ao controle, à discriminação e à intolerância." Leonardo Brant no livro 'O poder da Cultura'.


Canto o crepúsculo da tarde/E o clarão da linda aurora/Canto aquilo que me alegra/E aquilo que me apavora/E canto os injustiçados/Que vagam de mundo afora."(Patativa do Assaré, poeta popular cearense)

A mística é a própria vida tomada em sua radicalidade e extrema densidade. Cultivada conscientemente confere à existência sentido de gravidade, leveza e profundidade. A mística sempre nos leva a transcender todos os limites, a descobrirmos o outro lado das coisas e a suspeitarmos que por detrás das estruturas do real não há o absurdo e o abismo que nos mete medo, mas vige ternura, acolhida, o mistério amoroso que se comunica como alegria de viver, sentido de trabalhar e sonho benfazejo de um universo de coisas e pessoas confraternizados entre si e ancorados fortemente no coração de Deus que é Pai e Mãe de infinita bondade. Leonardo Boff

Todas as atividades ditas populares eram desaconselhadas, de forma não explícita, na produção deum homem de elite, de um bacharel." Milton Santos (1926/2001)

O território é a matriz da vida social. Nele, tudo acontece, desde relações orgânicas, como a solidariedade entre vizinhos, até relações organizacionais e externas, que buscam impor-se.
(Maria Laura Silveira, comentando a obra de Milton Santos)

Desde menino a noção de movimento me impressionava, ver as pessoas se movendo, as mercadorias se movendo. A noção de movimento veio depois, mas das mercadorias, das coisas, das pessoas, talvez tenha me levado para a geografia." Milton Santos

"Não quero parecer crítico além da conta, mas, acredito que merecíamos algo melhor. Os que produzem arte e cultura e os que as consomem, todos merecíamos. E é por isso que quero firmar aqui a minha convicção de que precisamos escolher, nas próximas eleições, um governante que tenha um compromisso de verdade com a cultura de nosso povo e tenha a sensibilidade mínima para entender que a arte é essencial à vida das pessoas. A arte é, também, saúde mental e física. A arte é ecologia. A arte é educação. A arte empreende e constroi. A arte recupera e socializa. A arte é anti-violência. A arte é esperança.
Eu tenho certeza de que um governante que possua essa concepção das coisas tenderá a fazer, sempre, um bom governo. Mirará na profundidade das coisas e vislumbrará projetos a realizar. Não se perderá no achismo, na politicalha e num falso pragmatismo que impede a visão do sensível."
http://grandeponto.blogspot.com/2010/04/um-governante-para-cultura.html

NossaCasa é união, solidariedade, respeito,

NossaCasa é união, solidariedade, respeito,
ação, voluntariado, juventude rural

Seres humanos importantes na minha formação, além de meus adoráveis pais/irmãos/avós/tio Zé:

JESUS, FILÓSOFOS GREGOS, CHE, MANDELA, ZUMBI, MADRE TEREZA, PAULO FREIRE, IRMÃ DULCE, DOM HELDER CAMARA, FREI BETTO, LEONARDO BOFF, DOM PEDRO CASALDÁGLIA, MARILENA CHAUÍ, MILTON SANTOS, ZILDA ARNS, AUGUSTO BOAL, GANDHI, BUDA, MARTIN LUTHER KING, IRMÃ DOROTHY, CHICO MENDES, GLAUBER ROCHA, CARLOS DRUMOND DE ANDRADE, MÁRIO QUINTANA, OSCAR NIEMEYER, RAUL SEIXAS.

NossaCasa é Telecentro Comunitário

NossaCasa é Telecentro Comunitário
NossaCasa Digital do Rio Macacoari (Carmo do Macacoari - Itaubal/AP) - inauguração em março/2010.

sábado, 28 de maio de 2011

De luto, pela morte do Dr. Haroldo Franco, Promotor do Meio Ambiente do Amapá








Do Blog Repiquete no Meio do Mundo, da jornalista amapaense Alcilene Cavalcante trago a triste notícia do falecimento do Dr. Haroldo Franco, Promotor do Meio Ambiente do meu Amapá. Meu Deus, estou muito triste pela passagem do Dr. Haroldo, um ser humano fantástico, com imenso senso de justiça e solidariedade.

Tive a oportunidade de conhecê-lo quando buscava apoiar a Comunidade Quilombo São Raimundo do Pirativa (Santana/AP), por ocasião dos 5 anos do caso Cobaias Humanas da Malária sem punição.
Exposição Photo Arte das Comunidades 040

O Dr. Haroldo Franco foi quem descobriu esse caso e lutou muito para punir os pesquisadores envolvidos neste triste caso de abuso aos direitos humanos dos quilombolas. Atendendo, generosamente meu convite, Dr. Haroldo veio até a NossaCasa de Cultura e Cidadania em julho/2009 para falar sobre esse caso para nossos leitores. Depois, tive o prazer de entrevistá-lo, juntamente com a comunicadora popular Rita de Cácia, em meu programa(NossaCasa Amazônia) na Rádio Comunitária Novo Tempo(Macapá) em 03/06/2010, onde fomos brindados com uma verdadeira aula de meio ambiente.



Para esse exemplar ser humano Haroldo Franco, dedico minhas orações. Que ele descanse em paz e que sua esposa e filhos tenham força e fé para seguir em frente.
Jonas Banhos

Abaixo a íntegra da notícia
disponível em http://www.alcilenecavalcante.com.br/.

Luto

Alcilene Cavalcante em 28 de maio de 2011

É com imensa dor que esse blog noticia o falecimento do querido Promotor de Justiça Haroldo José de Arruda Franco, ocorrida no final da tarde deste sábado, 28.05.
O Amapá perdeu Haroldo para um grave AVC sofrido no dia 09 de maio enquanto trabalhava na promotoria do Meio Ambiente, aos 44 anos.
Um grande promotor de Justiça. Dos mais competentes. Um grande amigo. Marido, pai e filho exemplar. Um irmão companheiro de suas irmãs. Um ser humano especial, humilde, solidário, correto.
Estou realmente muito triste em noticiar esse fato.
Leis mais sobre o querido Haroldo no blog de Alcinéa Cavalcante HTTP://www.alcinea.com
Nota do Ministério Público do Amapá
Morre o promotor de Justiça Haroldo José de Arruda Franco
O corpo será velado a partir da meia noite, no auditório da Promotoria de Justiça de Macapá
O promotor de Justiça Haroldo José de Arruda Franco faleceu neste sábado (28), por volta das 16h30, no Hospital Alberto Lima, em Macapá. O corpo será velado a partir da meia noite, no auditório da Promotoria de Justiça de Macapá, na Av. Padre Júlio, ao lado do Corpo de Bombeiros. O sepultamento será em Belém (PA).
Haroldo Franco deu entrada no Hospital de Especialidades Alberto Lima, vítima de AVC (Acidente Vascular Cerebral), que o deixou por vários dias na UTI. Permaneceu internado até 28 de maio, quando veio a falecer.
Haroldo José de Arruda Franco, filho de Ana Maria de Arruda Franco e do jornalista Haroldo Franco, já falecido, nasceu em Belém do Pará, em 18 de setembro de 1966. Casou-se com Arlete Maria Tavares Franco, com quem teve duas filhas, Nathalia Tavares Franco e Noelle Maria Tavares Franco. Era irmão da procuradora-geral de Justiça, Ivana Lúcia Franco Cei, e de Josiane e Simone Franco.
Mudou-se para Macapá (AP) e atuou como Defensor Publico, no extinto Território Federal do Amapá. Em 6 de setembro de 1994 foi empossado no Ministério Público do Estado do Amapá, ocupando o cargo de Promotor de Justiça. No ano de 2002 ganhou o prêmio de Melhor Arrazoado Forense, concurso organizado pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional, Procuradoria-Geral de Justiça e pela Associação dos Membros do Ministério Público (AMPAP). Foi condecorado em 2008 com a Medalha do Mérito Militar “Tenente José Alves Pessoa”.
Promotor de Justiça renomado participou de diversos casos de grande repercussão na capital, como os relacionados a crimes ambientais, enquanto titular da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.
Além da família e do Ministério Público, Haroldo Franco tinha como paixão o xadrez, esporte no qual foi campeão paraense, e o Paisandu, de Belém, clube de seu coração.



Do Blog da Alcinea Cavalcante (http://www.alcinea.com/)
Morre o promotor Haroldo Franco
Postado por: Alcinéa Cavalcante
28.05.11
5:55 pm
Faleceu agora a tarde o promotor Haroldo Franco, 44 anos. Ele estava internado há mais de 15 dias. Haroldo sofreu um AVC no próprio local de trabalho. Chegou a ser operado, mas nos últimos dias seu quadro agravou-se.
O corpo será trasladado para Belém. Mas antes será velado por algumas horas , a partir da meia noite, na Promotoria de Justiça (Avenida Padre Júlio, entre Leopoldo Machado e Hamiltom Silva).
Queria fazer uma homenagem aqui no blog ao Haroldo, mas o choque, o nó na garganta, os olhos marejados aprisionam as palavras.
Queria contar para vocês que sempre tive enorme carinho e admiração por ele e por suas irmãs, que o pai dele foi amigo do meu pai e meu amigo, que a avó dele também era nossa “vozinha” quando eu era criança.
Queria contar de como eu sentia orgulho quando Haroldo conquistava títulos de campeão de xadrez no Pará e em outros lugares. Ah, era um jovem amapaense nos enchendo de orgulho.
Gostaria de contar o quanto fiquei feliz quando ele e sua irmã Ivana, formados voltaram para o Amapá para contribuir com esse Estado e se tornaram promotores dos mais respeitados, verdadeiros exemplos de seriedade com a coisa pública, integridade, ética e amor ao Amapá.
Tanta coisa pra contar, mas … me desculpem, estou sem condições nesse momento.
Vou fazer uma prece, pedindo ao Pai do Céu que receba o meu amigo Haroldinho com muita luz e que dê forças para sua mãe e irmãs, esposa e filhos e demais familiares neste momento tão difícil, tão doído, tão molhado de lágrimas.
Segue em paz, querido Haroldinho. Aqui no blog estou noticiando teu falecimento, mas lá no céu o saudoso jornalista Haroldo Franco, teu pai, e outros jornalistas que te viram nascer e crescer (como o meu pai) devem estar noticiando no jornal celestial o teu nascimento. Sim, pois o que a imprensa terrena noticia como morte a imprensa celestial anuncia como nascimento.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Por Escolas, Universidade e Comunidades Indígenas de Roraima

Roraima Indígenas 003
Comunidade Indígena Sorcaima II, 13 de maio de 2011.

É hora de compartilhar alguns dos momentos especiais das minhas vivências do mês de maio/2011. Desta vez, vim mochilar aqui pelas terras de Macunaima, no extremo + ao norte do Brasil, Roraima, aonde está localizado o Monte Caburaí, o Monte Roraima, a Terra Indígena Raposa Serra do Sol e um montão de gente muito, + muito especial meessmmooo, a quem sou muito grato pela receptividade, acolhida e cuidado.
roraima ensaio quadrilhas 156 (2)

Daqui do alto, começo declamando minha gratidão a três caras bacanas, que me deram total apoio para as atividades, que me levaram e participaram ativamente das intervenções, alimentaram-me fisicamente e, claro, a minha alma e meu espírito com suas artes, com seus dizeres. Ah, e ainda por cima, e por baixo, guiaram-me pelos diversos caminhos sinuosos e verdes de Roraima. Pode-se até dizer, com certeza: eles são "os caras" da cultura "orgânica" em Roraima. Grandes parceiros da cultura viva! É só chamar, na Rádia NossaCasa ou não, pelo nome deles:

- Edgar Borges, do Coletivo ArteLiteratura Caimbé, que me convidou para participar das atividades do Projeto Caminhada Arteliteratura em comunidades indígenas, premiado pela Funarte/Minc;

Veja como foi nas comunidades indígenas em http://caimbe.blogspot.com/

- Mário Moura, coordenador do Ponto de Cultura Anarriê Amazônia (quadrilhas juninas), que me levou para a intervenção na Escola Estadual COEMA;

Veja como foi na Escola em http://www.folhabv.com.br/noticia.php?id=108582

- Mibielli, professor da Universidade Federal de Roraima, que me chamou para a intevenção na UFRR.



Eita, espera aí, deixa eu chegar um "pouquito" + para a ponta desta Serra, chamada de Pacaraima, já quase na fronteira com a Venezuela. Pronto, agora sim, daqui posso "mirar" melhor a bela paisagem,a florestona, finalmente nas mãos dos verdadeiros donos desta terra sagrada, os povos originários, após a emblemática saída dos arrozeiros daqui da Raposa Serra do Sol. Visivelmente preservada, esta parte da floresta Amazônica oferece vida, ar puro, espiritualidade, bem diferente de uma área em que o agronegócio(monocultura) domina. E nesse clima, eu posso re-citar também minha gratidão a tod@s que participaram, cada um do seu jeitinho muito especial, alegremente das intervenções de incentivo à leitura na/da NossaCasa aqui em Roraima:
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- crianças, adolescentes, jovens, os mais sábios, professores da Academia e das Escolas de Boa Vista e das comunidades indígenas, alunos do EJA, universitários;
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- lideranças (tuxauas) das comunidades indígenas Boca da Mata e Sorocaima II;
- as senhoras que fizeram e serviram nosso delicioso almoço típico na comunidade Sorocaima II, a tão famosa damorida(Peixe ou carne assada na brasa folha de pimenta malagueta pimenta jiquitaia - pimenta ardosa - goma de tapioca sal a gosto. E muito amor no preparo, como foi o caso desta aí. Delícia ardente!!!), acompanhada da bebida indígena Caxiri (bebida de baixo teor alcoólico preparada pelas mulheres por meio da fermentação da mandioca)
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- Prof. Magalhães e todos os funcionários da Escola Estadual COEMA
- Cecy Brasil - escritora e Presidente da Academia Roraimense de Letras
- Helen Simone - escritora de Roraima
- Chacon - Representante de Roraima na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura
- Zanny Adairalba - escritora, poeta do Coletivo ArteLiteratura Caimbé
- Tana Halú - ilustrador, poeta, contador de histórias do Coletivo ArteLiteratura Caimbé
- Eroquês, escritor, poeta
- Coletivo FotoClube de Roraima
- Jornalistas Verinha (TV Universitária de Roraima) e Roberta Cruz, repórter de cultura do Jornal Folha de Boa Vista, pela divulgação do trabalho;
- Professores do Curso de Cultura de Fotografia da Paz, realizado na Relações Internacionais da UFRR;
UFRR 062
- Catarina, coordenadora do Ponto/Pontão de Cultura A Bruxa Tá Solta;
- Dona Lidia Raposo, mestra griô indígena, artesã das panelas de barro de Roraima.
Mestra Lidia Raposo - Roraima 028


Por fim, mas já planejando um novo re-começo, transcrevo abaixo um dos poemas da Zanny, companheira de caminhada arte-literária por estas terras indígenas, que sintetiza muito bem nossa caminhada, por estas bandas do extremo norte do Brasil:
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“ Como relatar o brilho encontrado
Em cada um daqueles olhares?

Como descrever o riso inocente
Estampado em cada um daqueles rostos?

Como definir a magia que se dá entre
Doar um tempo tão curto
E receber algo tão belo:
A gratidão?”

É isso aí gente!!! Depois de tudo que vivenciei aqui em Roraima, em apenas uma semana, aonde tive a felicidade de pela primeira vez, desde que comecei a mochilar em prol da cultura, visitar comunidades indígenas (Sorocaima II, Boca da Mata e São Marcos, esta última colada com a Raposa Serra do Sol), só me resta concordar com o poeta:

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.
(Fernando Brant e Milton Nascimento)
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Até a próxima mochilada cultural, do Oiapoque ao Chuí, sempre passando, de agora em diante, pelo Caburaí!!! Afinal, somos um só povo de cultura, sem dúvida, ligados na mesma energia, aqui ó, na NossaCasa Amazônia.
P1070972

Para ver as fotos, acesse http://www.facebook.com/media/set/?set=a.191064504273145.46473.100001087898897&l=06ba96a5a8 ou http://www.flickr.com/photos/mochileirotuxaua/sets/72157626616760289/ ou clique nas fotos.

grato, grato a tod@s,
abraços fraternos,

Jonas Banhos
mochileirotuxaua.blogspot.com

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Vários links sobre cultura afro

Compartilho com você, amig@ leitor@, links para sites que abordam a afrocultura:


http://www.globaldialogues.org/FilmsPT.htm
http://www.baixedetudo.net/preciosa-uma-historia-de-esperanca
http://www.pensarfilmes.com/radio.cfm?audio=41



Boa leitura de mundo!!!


Jonas Banhos
mochileirotuxaua.blogspot.com
twitter @JonasBanhos

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Curso da CGU sobre controle Social. - inscrições de 6 a 10/05

Curso gratuito da Controladoria-Geral da União "Controle Social e Cidadania"

Dia 6 de maio, a Controladoria-Geral da União (CGU) abrirá inscrições para 1.000 vagas no curso a distância "Controle Social e Cidadania". O curso será gratuito e realizado totalmente pela Internet, entre 2 de junho e 3 de julho.

Voltado para todo cidadão interessado em saber mais sobre como acompanhar a gestão pública, especialmente as lideranças locais, conselheiros, e representantes sociais, o Curso "Controle Social e Cidadania" está estruturado em três módulos de estudo:

Módulo I - "A participação popular no Estado brasileiro"
Módulo II - "O controle das ações governamentais"
Módulo III - "O encaminhamento de denúncias aos órgãos responsáveis"

Para participar, basta ter acesso à internet, um endereço de e-mail e conhecimentos básicos navegação.

Os participantes serão avaliados com base em sua participação nos fóruns de discussão e questionários objetivos. Os participantes que obtiverem aproveitamento mínimo de 70% receberão certificado.

As inscrições poderão ser feitas no endereço
www.escolavirtual.cgu.gov.br do dia 6 até o dia 10 de maio, ou enquanto houver vagas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Inscrições para diversas bolsas de estudo e aperfeiçoamento profissional no exterior

Estão abertas as inscrições para diversas bolsas de estudo e aperfeiçoamento profissional no exterior. As oportunidades são destinados a profissionais do campo da mídia, empreendedores, cientistas e ativistas de direitos humanos. Dentre os países que oferecem os benefícios estão a Alemanha, Itália, Estados Unidos e Índia. Confira abaixo as vagas:

Maio 2011

- Bolsas de Estudos para estrangeiros do Governo da Itália 2011-2012 - até 2 de maio de 2011

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Universidade de Rennes 2 e Instituto das Américas-Rennes lançam chamada a candidaturas para a Chaire des Amériques, França - até 10 de maio de 2011 – (novo)

http://www.comunidadefb.com.br/web/index_not.php?p=6844

- Financial Times oferece bolsa em jornalismo econômico - até 13/05/11 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Fotojornalistas que trabalham para uma mudança social podem concorrer a uma bolsa - até 13/05/11 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Edital CNPq Nº 01/2011 - Brasil/Suiça - até 15 de maio de 2011 - Inscrições prorrogadas

http://cooperation.epfl.ch/op/edit/page-53418-fr.html

- Master NanoScale Engineering em Lyon, França - até 15 de maio de 2011

http://www.comunidadefb.com.br/web/index_not.php?p=6584

- Bolsas de Estudo no Japão 2012 - até 16 de maio de 2011 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Cátedra Fulbright em Meio Ambiente na Universidade do Texas, Austin, EUA - até 31 de maio de 2011

http://www.fulbright.org.br/2010/content/view/60/121/

- Cátedra Fulbright em Ciências Agrícolas na Universidade do Nebraska, Lincoln, EUA - até 31 de maio de 2011

http://www.fulbright.org.br/2010/content/view/104/153/

- Institutos europeus de estudos avançados acolhem cientistas de alto nível - até 31 de maio de 2011 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Programa CAPES/ Fund for the Improvement of Post Secondary Education (Fipse) - 31 de maio de 2011 – (novo)

http://www.capes.gov.br/editais/abertos/4502-programa-capesfipse

- Cátedra Fulbright em Direitos Humanos na Universidade de Notre Dame, EUA - até 31 de maio de 2011 – (novo)

http://www.fulbright.org.br/2010/content/view/61/123/


Junho 2011

- Bolsa destinada a mulheres empreendedoras de mídia - Índia - até 01/06/11 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Bolsas para curso preparatório em Colônia (Alemanha) para graduação em economia ou engenharia - até 1 de junho de 2011

http://rio.daad.de/shared/programas_especiais.htm

- Bolsas para o Curso de Inverno de Língua e Cultura Alemãs (Winterkurs) - até 14 de junho de 2011 – (novo)

http://rio.daad.de/shared/graduacao.htm

- DAAD e Leibniz oferecem bolsas de pós-doutorado Alemanha - até 20 de junho de 2011

http://rio.daad.de/shared/programas_especiais.htm

- DAAD e Leibniz oferecem bolsas de pós-doutorado Alemanha - até 20 de junho de 2011 – (novo)

http://rio.daad.de/shared/programas_especiais.htm

- Bolsas para "Master in Global Logistics" e "Master in Management" na Alemanha - até 30 de junho de 2011 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Bolsas Marie Curie, da Fundação Henkel Gerda - até 30 de junho de 2011 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

- Bolsas de estudo para aperfeiçoamento profissional nos EUA - Programa Hubert. H. Humphrey - até 30 de junho de 2011 – (novo)

http://www.fulbright.org.br/2010/content/view/113/161/


- Programa Endeavour 2012 - Austrália - até 30/06/2011 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...


Julho 2011

- Programa de bolsas para cursos de "Master in Public Policy and Good Governance - PPGG" na Alemanha - até 31 de julho de 2011 – (novo)

http://rio.daad.de/shared/pos_graduacao.htm

- Bolsas para cursos de pós-graduação Master e Doutorado com temáticas relevantes para países em desenvolvimento na Alemanha - até 31 de julho de 2011 – (novo)

http://rio.daad.de/shared/pos_graduacao.htm

Outubro 2011

- Bolsas Acadêmicas Organização dos Estados Americanos (OEA) - até 21 de outubro de 2011

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

Novembro 2011

- Bolsa Regan-Facell em Washington, EUA - até 1° de novembro de 2011 – (novo)

http://www.grupoaplub.com.br/fundaplub/credito-educativo/centro-inf...

Fonte:
http://www.ufrb.edu.br/agencia/central-do-aluno/2282-assessoria-par...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Palhaça Pequeno na Trupe Cultura Viva

Compartilho aí o depoimento de Eliane Pequeno, indígenista em Brasília, em resposta ao meu convite para ingressar na nossa Trupe Cultura Viva, como a Palhaça Pequeno:



Que alegria fazer contato contigo, ´´e melhor sentar pois a preleção é enorme, saiu espontâneamente, e quando percebi a msn virou jornal, de antigamente...lá vai:

já aprecio sua família através da mana Carol, vamos nos encontrar 2x por semana daqui por diante, e como meu sobrenome - que recebi do Luciano Alves Pequeno, quando nos casamos, pode incluir a família pequeno na trupe, temos a palhaça-mader (euzinha!), que adora cantar, meu sonho de consumo atual é ganhar um microfone portátil, do tipo xuxa, só que há um detalhe, eu sou goiana, e como qualquer conterrâneo/a, só sei cantar em dupla (enem precisa ser sertaneja,hehehe!); Luciano, o pai-lhaço, além de bem-humorado tal como um paraibano arretado, sabe levar a vida na flauta, só que no caso dele, como muito sofisticado, só toca na transversal (é verdade, se bem que há anos ele vem estudando, e ainda continua estudando, estudando..., chique, né!); tem o Pedro-paiaço, nosso filho de 12 anos, muito 'científico' - e olha que este adjetivo ele não recebeu da mãe, são as/os amiguinhos que dizem, pode crer!, até a professora do jardim-de-infância já observava que o menino, meio aéreo e sempre ligado em tudo ao seu redor, parecia que tinha sempre um quebra-molas no caminho dele, ele primeiro analisava, cientificava, e só depois dava seu palpite e opinião elaborada sobre o assunto em pauta - e as partituras, esqueci de comentar que ele também é artista, toca violão hoje, já com o olho na guitarra de amanhã com amplificador e tudo, mas no passado, começou no violino, passou pra o violão, experimentou a clarineta e chegou em casa um dia dizendo: olhe, mãinha, o instrumento de sopro é bem legal, mas cansa (o beiço) nas apresentações de mais de uma hora de duração!!! Ah! não poderia terminar esta apresentação deixando de lado o paiacinho pequeninim, por ser o caçula, chama-se André, 9 anos, mas pode chamar do que queizer que ele sempre atende, é regido pelo signo de Leão, e como todo bom leonino, parece que onde ele anda tem um sol particular brilhando e clareando tudo, não dá pra entrar sem ser percebido, nem sair à francesa, todos a sua volta são tocados (nos dois sentidos, pois ele é mais corporal, adora tudo que tem haver com os movimentos), ele escolheu a bateria, mas como está só começando, por enquanto se satisfaz somente com as baquetas (haja palhaçada para adquirir o intrumento completo! e nós vamos lutando neste sentido, devagarinho, e com muita alegria!), só pra se ter uma idéia do menino-pequeno-maluquinho, ele, com cerca de 4 anos de idade, viu uma apresentação de rap (onde a palhaça-pequeno dava uma canja de DF - com microfene e tudo, numa festa da primavera do bairro, do tipo: quem sabe qual é o santo protetor da ecologia? vale um brinde, é São Francisco de Assis, padroeiro do André, só pra constar, ele, no mesmo jardim-de-infância, era do tipo: quando aparecia qualquer inseto, e todos corriam de medo, o André era sempre o primeiro, a correr pra ver o bicho, pegava, mostrava pra professora -ela, assuntadíssima, com nojo, pois ele pegava de tudo, até lagarta de fogo, já que era ela quem se queimava do 'sol particular' e ele, muito bonitinho, com aquela cara de anjo dizia: é liiindo! não tenham medo, é da natureza! - foi assim que a tia, como chamamos as primeiras professoras, descobriu sua veia de São Francisco! mas a família é grande, só pra concluir, ainda tem o meio-irmão mais velho por parte de mãe, vai fazer 27 anos no próximo dia 26, e não é mentira de 1º de abril, é verdade, o Paulo Henrique - ganhou este nome pois a mãe tinha 16 anos quando ele nasceu e o livro do momento dela - muito criança pra ser mãe - era o Pequeno Príncipe, tradução literal de Paulo Henrique - outro muuuito científico e estudioso, este é um 'homem-de-bem" que ele mesmo se intitulou quando entrou pra polícia rodoviária federal, o primeiro da família (o resto é tudo elemento mesmo), advogado como o tio, o avô, - só nós paialho que não estudamos direito, estudamos esquerdo/torto e caimos na antropologia (eu e Luciano, vixe Maria!) - mas pra completar temos ainda outra palhacinha na família, auto-intitulada piquininha, que chegou com o pai-aço, pois amãe já estava sem marido há mais de uma década, e isso, naqueles velhos tempo era um problemão, incomodava as outras, é claro, e enfim ela foi salva pela filhadrasta, estranhou o nome (pior ainda é enteada, o qu´^e que é isso, é de comer?), é isso mesmo, pois já que recebeu Maíra (nome da paiacinha) com cerca de 5 para 6 anos, e se tornou a boa-drastra da vida dela, daí é correto filha-dastra, pois madrasta ela nunca foi, e assim, poderiam chamar ela de má-drasta e ainda caçoar dela por ser a 'bentidaelfruto' entre os homens, da família, com todo o respeito!

adorei, saiu de dentro do coração, estamos todo/as apresentados, quem sabe a gente~faz muuito sucesso!

e só pra comentar temos um amigo morando aí no Amapá, o Badenes, muito jóia o amigo, descobriu certas crueldades com os índios, visto que uma OCIP (mais do que uma ONG) estava treinando "guardas-florestais" com técnicas de guerrilha, ele desvendou uma rede que segue até o sul do Pará (pena que no rastro tinham cerca de 16 defuntos), que ainda atua, mesmo tenho sido denunciada na CPI da biopirataria no Congresso Nacional, em 2005, que pena!

mas voltando à resposta, eu sou pedagoga licenciada em tecnologia educacional, ensino à distância - no meu tempo era acentuado o a, hoje tenho dúvidas com esta nova ortografia - antes de me formar em antropologia- etnologia indígena, meu orientador foi o Stephen Baines, que trabalhou com os Waimiri-Atroari no rio Brasnco, no tempo da paranapanema, além de história, que conclui na pós-graduação, tudo isso na UnB e depois de morar na Nova Zelândia, ilha do Norte, em Aucland - porque minha mãezinha se casou novamente, com John Buckinham e ele já morava por lá, isso há mais de vinte anos, hoje eles estão em rangiora, que fica a cerca de 25 km de Christchurch - aquela cidadezinha que tremeu 7.1 na escala Richter, em setembro do ano passado e este ano teve novo tremos, na escala de 6.3, em fevereiro. Atualmente estou trabalhando num novo setor da Funai - estou de carteirinha desde 1995, dizem por aí que eu sou do tempo de Rondon, antes eu demarcava terras indígenas na Amazônia Legal, especialmente na região compreendida pelas bacias dos rios Madeira, Amazonas, Xingu e Negro, e hoje fui colocada à disposição por não fazer parte do 'perfil' da direção da casa, para minha sorte e alegria, fui relotada no setor que antes era a coordenação de mulheres indígenas, minha chefe imediata é a Léia Bezerra do Vale, índia Wapixana, coordenadora de gênero e assuntos geracionais, visto que as reivindicações dos jovens - antes sistematizadas no setor de educação indígena, com a Maria Helena (que também caiu por não fazer parte do tal perfil, que ninguém sabe qual é exatamente) e agora estão sob nossa pauta: violência - inclusive a Lei Maria da Penha, consumo e tráfico de entorpecentes, prostituição, guerrilha, adoção indígena e tráfico nacional e internacional de pessoas, resumindo, tudo o que diz respeito à promoção dos direitos sociais, especialmante os voltados aos interesses das mulheres indígenas, sob a ótica da diversidade cultural pautada na garantia dos direitos constitucionais, mas estou só começando, fiquei na geladeira do setor de pessoal, aguardando a carruagem da papelada burocrática-administrativa, não que eu tenha algo contra, afinal sou mesmo uma tecnocrata das antigas, e para minha surpres e felicidade, esta é uma das 1ªs mensagens que digito do novo lugar, com mesa, cadeira e computador novos - é uma conquista, compartilho com carinho contigo e quero muito firmar laços, capinar futuras ações conjuntas, vou falar de seu projeto com a Léia, ela é uma pessoa maravilhosa e estamos preparando seminários e capacitações em nível nacional para subsidiar a atuação feminina nos Conselhos Regionais da Funai, garantindo a representatividade das mulheres indígenas e o encaminhamento das suas reivindicações, estamos unidas com a Secretaria Especial de Políticas para as Munlheres/SPM, a GIZ (antiga GTZ, que financiou o Projeto de Proteção às Terras e Populações Indígenas da Amazônia Legal/PPTAL, minhas 11 propostas de terras indígenas, pois o antropólogo é o coordenador da equipe multidisciplinar, já se encontram devidamente homologadas, junto aos grupos indígenas Mura, Kayapó, Tukano e demais indígenas do alto rio Negro, perdão, eu ainda sofro de uma ressonância do tempo em que atuei nos assuntos fundiários), o INESC e a ONUMulher.

quando eu tiver alguma viagem programada para ateder as índias e índios do Amapá vou lhe avisar com antecedência, quem sabe podemos articular com elas uma sintonia fina de atendimento das demandas! sem falar da portunidade de conhecer a trupe ao vivo e à cores, e quando você vier visitar sua mana Carol, lembre-se dos paiaços que moram perto de um dos formadores do Paranoá, bem pertinho dela, o córego Urubu, e o lugar chama-se Sítio do Beija-Flor, te aguardo para conferir se a minha apresentação foi fiel mesmo.

amigo, muito prazer em conhecê-lo virtualmente, e vou ficando por aqui, desejando-lhe um bom final-de-semana extensivo à todos da tua família e aos amapenses em geral, abraço fraterno, Eliane Pequeno

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Unicamp lança portal de conteúdos educacionais

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançou no dia 25 o OpenCourseWare (OCW) Unicamp, portal desenvolvido para hospedar conteúdos das disciplinas dos cursos de graduação em formato digital, originários de disciplinas de cursos de graduação da universidade.

O objetivo da iniciativa é disponibilizar para a sociedade, de forma gratuita, materiais como textos, fotos, animações, apostilas e vídeos. O serviço já conta com 12 disciplinas de diferentes áreas do conhecimento.

“Para a Unicamp, é muito importante tornar esses conteúdos acessíveis à comunidade acadêmica e à sociedade em geral. Temos convicção de que cada vez mais professores se interessarão pelo uso dessa ferramenta”, disse o reitor Fernando Ferreira Costa.

A Unicamp é a primeira universidade pública do Brasil a contar com o OCW. A criação do portal começou a ser formatada há pouco mais de dois anos, por meio de um acordo com a Universia Brasil. Na oportunidade, o objetivo era lançar a ferramenta com dez disciplinas disponíveis.

“Assim que a atual administração assumiu, demos impulso ao projeto. Não foi uma tarefa trivial criar uma plataforma que contasse com recursos de edição simples e que observasse questões importantes como o respeito ao direito autoral”, disse Marcelo Knobel, pró-reitor de Graduação.

O trabalho de concepção da ferramenta ficou a cargo da Pró-Reitoria de Graduação, em conjunto com o Grupo Gestor de Tecnologias Educacionais (GGTE).

O acesso aos dados disponíveis poderá ser realizado de forma livre e sem custo. Não haverá necessidade de inscrição ou do cumprimento de outras formalidades. Entretanto, o usuário terá que estar de acordo com as condições previstas nos termos de Uso do serviço.

“No momento da publicação, o GGTE confere com o docente se os direitos autorais relativos aos materiais que compõem a aula foram observados. Se houver alguma dúvida, nós adiamos a publicação até que esse ponto seja devidamente esclarecido”, explicou o coordenador do grupo, José Armando Valente.

“Essa ferramenta certamente mexerá com uma série de situações, inclusive com métodos pedagógicos. O desafio que fica aos professores é fazer com que os conteúdos de suas aulas também possam ser aprendidos a distância”, disse Ricardo Fasti, diretor-geral da Universia Brasil.

A estrutura do OpenCourseWare Unicamp segue uma tendência mundial que possibilita ampliar a relação institucional com a comunidade, a exemplo do que ocorre no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, por meio do projeto MIT OpenCourseWare.

(Agência Fapesp)
http://aprendiz.uol.com.br/content/guslecheke.mmp

sábado, 9 de abril de 2011

Com açucar e com afeto à Ministra Ana Hollanda

Assunto: Com açucar e com afeto à Ministra Ana Hollanda

Com açúcar e com afeto
À Excelentíssima Ministra Ana Holanda
Do: blog do http://rogeliocasado.blogspot.com

c/c Procuradoria da Republica no Estado do Amazonas e movimento socioambiental

Como nenhum dos membros da Comitiva do Governo do Estado do Amazonas, liderada por Sinésio Campos, que visitou à Ministra no dia 07/04/2011 para irracionalmente requerer a redução da área de tombamento do Encontro das Águas participou dos estudos científicos e de conhecimentos tradicionais, dos levantamentos de campo e das discussões comunitárias para a conservação do Encontro das Águas, repassamos abaixo alguns dos produtos do movimento socioambiental para subsidiar as ações deste Ministério em prol da conservação deste Patrimônio.

É uma lástima que o Governo do Estado do Amazonas, inclusive a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS) e o IPHAN-AM ainda não tomaram para si a missão e a honra de conservar e recuperar a região do Encontro das Águas. Ao invés disso, coliga com empreendimentos impactantes e abandona a toda sorte de degradação a região do Encontro das Águas, que após o Tombamento em 04/11/2010 é submetida continuamente a novos desmatamentos e poluições sem que haja sequer fiscalização dos órgãos locais competentes.

Por favor leia:

Por que o polígono de tombamento do Encontro das Águas tem que ser ampliado e não reduzido?
http://rogeliocasado.blogspot.com/2011/04/o-parecer-do-movimento-socioambiental.html

Quais os impactos socioambientais do Porto das Lajes?
http://www.metalsinter.com.br/pdf/sos_encontro_aguas.pdf


O que as comunidades locais querem para o Encontro das Águas:
http://rogeliocasado.blogspot.com/2010/03/sos-encontro-das-aguas-elisa-wandelli.html


Atenciosamente,

Movimento SOS Encontro das Águas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Blog dos Ribeirinhos

No Blog dos Ribeirinhos conheça a PESCA PREDATÓRIA COMERCIAL: uma ameaça à segurança alimentar dos ribeirinhos e ao equilíbrio ambiental.
Veja no blog do Estadão (http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/ribeirinhos/) uma fotoreportagem sobre o modo de vida dos ribeirinhos na divisa do Amazonas com Roraima. Trata de uma realidade vivenciada por muitos ribeirinhos da Amazônia: a pesca preadatória comercial.


"Os jornalistas Herton Escobar e Paulo Pinto navegaram durante seis dias pelos Rios Negro e Jauaperi, na divisa do Amazonas e Roraima, para documentar o conflito que existe entre os ribeirinhos das comunidades locais e os barcos de pesca comercial, que acabam com o peixe dos rios. A viagem foi feita à convite da ONG WWF-Brasil."

Boa leitura.

Jonas Ban

sexta-feira, 1 de abril de 2011

CONVITE : Comemoração Dia do Índio no RS

CONVITE

As Organizações Indígenas INKA – Instituto Kaingáng e INBRAPI – Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual tem a satisfação de convidar parentes indígenas, instituições parceiras – governamentais e não-governamentais, alunos e acadêmicos, a participar da Programação Abril 2011: Exposição Artística da II Edição “Eg Nén Sinvi Har”/Prêmio Interações Estéticas, Contação de Estórias e Apresentações Culturais com Grupo Kanhgág Kanhró/Griôs Kaingáng), em Comemoração ao Dia do Índio, a ser promovida no Ponto de Cultura “Centro Cultural Kanhgág Jãre” (Terra Indígena Serrinha – Alto Recreio, Município de Ronda Alta/RS), no decorrer do mês de abril/2011 e, em especial, da cerimônia de abertura da Exposição Artística da II Edição “Eg Nén Sinvi Har” (Projeto Interações Estéticas, patrocinado pela Funarte – Fundação Nacional de Artes em parceria com o Ministério da Cultura), a realizar-se no dia 01 de Abril/2011, às 10:00 horas, para a qual teremos imensa satisfação em recebê-los.

Para maiores informações e confirmação participação entrar em contato com Andila Inácio pelo Celular (54) 96352513 ou email institutokaingang.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Lançado livro "Inclusão Digital - Vivências Brasileiras". Só baixar!!!

Adotar o discurso e colocá-lo em prática é um dos nossos compromissos. Dessa forma, disponibilizamos para você, leitor, o livro Inclusão Digital – Vivências Brasileiras, de Maurício Falavigna. Na obra em questão nos são apresentadas, de uma forma leve e bastante elucidativa, a evolução das Oficinas para Inclusão Digital, o processo de implantação dos CRC’s – Centros de Recondicionamento de Computadores e a construção do ONID – Observatório Nacional de Inclusão Digital, culminando na criação do Programa TELECENTROS.BR, política pública de apoio ao tema.

A obra, enquadrada na Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, teve o patrocínio do Dataprev – Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social e foi executada pelo IPSO – Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos.

Acesse, baixe e indique para sua rede de contatos.

Viva o conhecimento livre!

Boa leitura.

Equipe IPSO

domingo, 27 de março de 2011

Hoje é dia do Circo. Viva!!!

Hoje é o dia do Circo gente. Alegria, alegria, alegria. Viva o circo e nossos artistas circenses, de dentro e fora do palco. Todos são muito importantes para essa maravilhosa arte. Carequinha, nosso eterno palhaço reconhecido nacionalmente e nosso palhaço Alecrim (http://palhacoalecrim.blogspot.com/), que alegrou muitas crianças da Amazônia, devem estar felizes lá no céu!!!

Abaixo, um pouco mais da história do Circo. Leia!!!

Viva!!! Hoje eu também estou muito feliz!!!

Jonas Banhos
Palhaço Ribeirinho nas comunidades ribeirinhas



Comemora-se o Dia do Circo em 27 de março, numa homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.

Considerado por todos que o assistiram como um grande palhaço, se destacava pela enorme criatividade cômica e pela habilidade como ginasta e equilibrista. Seus contemporâneos diziam que ele era o pai de todos os que, de cara pintada e colarinho alto, sabiam fazer o povo rir.

COMO SURGIU O CIRCO

É praticamente impossível determinar uma data específica de quando ou como as práticas circenses começaram. Mas pode-se apostar que elas se iniciaram na China, onde foram encontradas pinturas de 5 000 anos, com figuras de acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Esses movimentos faziam parte dos exercícios de treinamento dos guerreiros e, aos poucos, a esses movimentos foram acrescentadas a graça e a harmonia.

Conta-se ainda que no ano 108 a.C aconteceu uma enorme celebração para dar as boas-vindas a estrangeiros recém-chegados em terras chinesas. Na festa, houve demonstrações geniais de acrobacias. A partir de então, o imperador ordenou que sempre se realizassem eventos dessa ordem. Uma vez ao ano, pelo menos.

Também no Egito, há registros de pinturas de malabaristas. Na Índia, o contorcionismo e o salto são parte integrante dos espetáculos sagrados. Na Grécia, a contorção era uma modalidade olímpica, enquanto os sátiros já faziam o povo rir, numa espécie de precursão aos palhaços.

NO PALCO DA HISTÓRIA

Por volta do ano 70 a.C, surgiu o Circo Máximo de Roma, que um incêndio destruiu totalmente, causando grande comoção. Tempos depois, no ano 40 a.C, construíram no mesmo lugar o Coliseu, com capacidade para 87 mil pessoas. No local, havia apresentações de engolidores de fogo, gladiadores e espécies exóticas de animais.

Com a perseguição aos seguidores de Cristo, entre os anos 54 e 68 d.C, esses lugares passaram a ser usados para demonstrações de força: os cristãos eram lançados aos leões, para serem devorados diante do público.

Os artistas procuraram, então, as praças, feiras ou entradas de igrejas para apresentarem às pessoas seus malabarismos e mágicas.

Ainda na Europa do século XVIII, grupos de saltimbancos se exibiam na França, Espanha, Inglaterra, mostrando suas habilidades em simulações de combates e na equitação.

O CIRCO MODERNO

A estrutura do circo como o conhecemos hoje teve sua origem em Londres, na Inglaterra. Trata-se do Astley's Amphitheatre, inaugurado em 1770, pelo oficial inglês da Cavalaria Britânica, Philip Astley.

O anfiteatro tinha um picadeiro com uma arquibancada próxima e sua atração principal era um espetáculo com cavalos. O oficial percebeu, no entanto, que só aquela atração de cunho militar não segurava o público e passou a incrementá-la com saltimbancos, equilibristas e palhaços.

O palhaço do lugar era um soldado, que entrava montado ao contrário e fazia mil peripécias. O sucesso foi tanto, que adaptaram novas situações.

Era o próprio oficial Astley quem apresentava o show, vindo daí a figura do mestre de cerimônias

QUANDO O CIRCO CHEGOU AO BRASIL

No Brasil, a história do circo está muito ligada à trajetória dos ciganos em nossa terra, uma vez que, na Europa do século dezoito, eles eram perseguidos. Aqui, andando de cidade em cidade e mais à vontade em suas tendas, aproveitavam as festas religiosas para exibirem sua destreza com os cavalos e seu talento ilusionista.

Procuravam adaptar suas apresentações ao gosto do público de cada localidade e o que não agradava era imediatamente tirado do programa.

Mas o circo com suas características itinerantes aparece no Brasil no final do século XIX. Instalando-se nas periferias das cidades, visava às classes populares e tinha no palhaço o seu principal personagem. Do sucesso dessa figura dependia, geralmente, o sucesso do circo.

O palhaço brasileiro, por sua vez, adquiriu características próprias. Ao contrário do europeu, que se comunicava mais pela mímica, o brasileiro era falante, malandro, conquistador e possuía dons musicais: cantava ou tocava instrumentos.

CIRCO CONTEMPORÂNEO

Circo contemporâneo é o que se aprende na escola. Fenômeno conseqüente das mudanças de valores na sociedade e suas novas necessidades. Grande parte dos profissionais do circo mandaram seus filhos para a universidade, fazendo com que as novas gerações da lona trabalhem mais na administração.

Em fins dos anos 70, começam a aparecer as primeiras escolas de circo, no mundo inteiro. Na França, a primeira a surgir foi a Escola Nacional de Circo Annie Fratellini, em 1979, com o apoio do governo francês.

No Canadá, artistas performáticos têm aulas com ginastas e, em 1981, é criada uma escola de circo para atender à necessidade desses novos acrobatas.

Interessante lembrarmos, no entanto, que essa importância que o circo assume no mundo capitalista já era cultivada na ex-URSS, desde a década de 20. Data de 1921 a criação de uma escola de circo na União Soviética, que coloca o circo no patamar de arte, com inovação dos temas e das formas de apresentação.

ESCOLAS E GRUPOS BRASILEIROS

No Brasil, a primeira escola de circo foi criada em São Paulo, em 1977, com o nome de Piolin (que é também o nome de um grande palhaço brasileiro). Funcionava no estádio do Pacaembu.

No Rio de Janeiro, surge em 1982 a Escola Nacional de Circo, abrindo oportunidades para jovens de todas as classes e vindos de diferentes regiões do país. Eles aprendem as novas técnicas circenses e, uma vez formados, montam seus próprios grupos ou vão trabalhar no exterior.

São muitos os grupos espalhados pelo Brasil afora. Citamos a Intrépida Trupe, os Acrobáticos Fratelli e a Nau de Ícaros.

NOSSOS PALHAÇOS

Carequinha, "o palhaço mais conhecido do Brasil" - ele mesmo se intitula assim - diz que os melhores palhaços que ele conheceu na vida foram Piolin, Arrelia e Chicarrão. Essa notoriedade de George Savalla Gomes, seu verdadeiro nome, se deve muito à TV. Comandou programas de televisão, gravou vários discos, e soube tirar dessa mídia o melhor proveito. A TV, para ele, não acabou nem vai acabar nunca com o circo. Segundo Carequinha, o circo é imortal.

"Sou contra circo que tem animais. Não gosto. O circo comum, sem animais, agrada muito mais."
Carequinha

Denominado o "Rei dos Palhaços", o senhor Abelardo Pinto morreu em 1973 e era conhecido no meio circense e no Brasil como o palhaço Piolin (era magro feito um barbante e daí a origem do apelido). Como Carequinha, Piolin trabalhou em circo desde sempre. Admirado pela intelectualidade brasileira, participou ativamente de vários movimentos artísticos, entre eles, a Semana de Arte Moderna de 1922.

"O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer"
Frase dita por Piolin, pouco antes de morrer

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas

sexta-feira, 25 de março de 2011

Carta da CNPdC ao Ministério da Cultura

Carta da CNPdC ao Ministério da Cultura


(O silêncio não inocente)



A primeira tentativa da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC) de retomada do diálogo com a nova equipe do Ministério da Cultura (MinC) se deu no dia 10 de janeiro de 2011 com o protocolização de oficio (MinC/SFAdm 1238/11) solicitando audiência com a nova Ministra Ana de Hollanda. O Pontão de Articulação da CNPdC (Pontão) passou a acompanhar diariamente os despachos do gabinete no aguardo por uma confirmação.


No dia 14/01, o Pontão foi procurado pelo MinC numa sondagem sobre a possibilidade de datas, que foi confirmada para o dia 20/01/2011. A Comissão estava se organizando para a referida reunião quando, em 19 de janeiro, o MinC telefona para o Pontão cancelando a reunião com a Comissão.


No dia 01/02 de 2011 o gabinete do MinC liga querendo uma reunião com o Pontão para o dia 02 de fevereiro, que foi confirmada. Estiveram presentes nesta reunião os secretários Victor Ortiz e Marta Porto entre outros integrantes do MinC, 3 representantes do Pontão e 3 representantes da CNPdC.


Durante este encontro, a CNPdC convida a Ministra da Cultura Ana de Hollanda, o Secretário Executivo Vitor Ortiz e a Secretária Marta Porto para a reunião da CNPdC, marcada para acontecer no período de 18 a 20 de março, em Pirenópolis (GO). O secretário executivo compromete-se em comparecer. O convite oficial foi protocolado em 04 de março.


No dia 17 de março o Pontão de Articulação da CNPdC recebe a informação que a Ministra Ana de Hollanda, o Secretário Executivo Vitor Ortiz e a Secretária Marta Porto, seriam representados por servidores da SCC/MinC – Antônia Rangel e Cesar Piva - na reunião no dia 19 de março a tarde. Quando do informe, o Pontão solicita então que seja oficializado tal remanejamento para repassar a toda Comissão o que foi atendido na tarde do dia 18, conforme anexo.


Consideramos que o não atendimento ao convite pelas autoridades do MinC (pela segunda vez) é uma sinalização negativa sobre a importância que os novos gestores deste Ministério atribuem à interlocução com os movimentos sociais, atualmente organizados, como nunca antes na história deste país. Diante do relatado, a CNPdC decidiu adotar uma atitude protocolar, ouvindo com respeito e atenção a fala dos servidores, sem no entanto engendrar um debate, nem apresentar questionamentos ou comentários ao exposto. Optamos pelo silêncio protocolar diante da indiferença política (conforme deliberações constantes na ata da reunião da CNPdC, de 18 a 20 de março de 2011).


Cabe ressaltar que os representantes do MinC foram bem recebidos na reunião e fizeram uma exposição de 45 minutos sobre a atual situação do MinC. Ao final de suas falas, foram aplaudidos como forma de respeito e a mesa consultou à plenária se algum participante da reunião gostaria de perguntar algo ou fazer comentário sobre o exposto. Conforme decisão anterior, nenhum dos presentes se manifestou. Ouviu-se um silêncio em protesto pela não presença da ministra. A mesa então agradeceu novamente a presença dos funcionários, houveram aplausos e todos foram convidados para um café.


É importante frisar que os funcionários do MinC permaneceram no local do encontro, foram convidados para jantar com os representantes da CNPdC e se confraternizaram com muitos deles, tornando evidente a existência de laços de amizade com vários integrantes desta Comissão e não haver qualquer animosidade pessoal contra os mesmos. O silêncio foi uma decisão política, coletiva, decidida pela CNPdC por aclamação em resposta à pouca disposição real para o diálogo manifestado pela Ministra Ana de Hollanda e seus secretários neste delicado momento de transição no MinC que contabiliza corte orçamentário da ordem de 25% em toda a pasta enquanto o orçamento do Programa Cultura Viva sofre uma redução da ordem de 55%. A Comissão Nacional dos Pontos de Cultura reivindica urgentemente o pagamento das dívidas de todos os editais e o lançamento de novos editais.


A CNPdC, como representante dos 27 estados brasileiros e de 30 representações temáticas que contemplam os mais diversos segmentos dos fazeres e saberes culturais do Brasil, quer aqui reafirmar a sua disposição para o diálogo com este Ministério e com o governo da presidenta Dilma Rousseff, na condição interlocutores de um contingente de cerca de 8.000.000 (oito milhões) de brasileiros, segundo dados do IPEA/2010, beneficiados por uma politica pública de cultura e que se tornou referência de democratização da cultura no Brasil e no mundo: o programa Cultura Viva!


Na oportunidade apresentamos nossa agenda política para o primeiro semestre de 2011.



AGENDA DA CNPDC


Dia 18 de abril. Ato Nacional nas capitais dos 27 estados. O Movimento realizará atos nas regionais do Minc e onde não houver regional o ato acontecerá em espaços tradicionais de manifestações artísticas e políticas.


Dia 25 de maio. Caravana dos Pontos de Cultura rumo à Brasilia e reunião da CNPdC - Continuidade com melhorias. ANISTIAR, AMPLIAR E DEMOCRATIZAR.


Dia 25 noite - Plenária com a todos os pontos presentes.


Dia 26 e 27 – Reunião da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura.


Na certeza de que é através do diálogo que construíremos a democracia que queremos, despedimo-nos cordialmente,


Comissão Nacional dos Pontos de Cultura

segunda-feira, 21 de março de 2011

MinC inicia pagamentos de edital que premiou artistas e grupos de todo Brasil

Prêmio Hip Hop 2010
MinC inicia pagamentos de edital, que premiou artistas e grupos de todo Brasil
O Ministério da Cultura informa que os pagamentos referentes ao Prêmio Cultura Hip Hop 2010 serão liberados entre a primeira quinzena de abril e a primeira quinzena de maio, dando continuidade à regularização de desembolsos em aberto de prêmios e editais. Publicação de portaria com lista final de selecionados do prêmio está prevista para terça-feira, 22 de março.

O concurso premiou iniciativas de fortalecimento das expressões culturais do Movimento Hip Hop, contribuindo para sua continuidade e para o fomento de artistas, grupos e comunidades praticantes do gênero em todas as regiões do Brasil.

Ministério da Cultura
Assesoria de Comunicação

Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

21 de março
Data foi instituída como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial
O dia 21 de março é comemorado em todo o mundo como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial . A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em memória dos que tombaram no Massacre de Sharpeville. O crime ocorreu no ano de 1960, na cidade de Johannesburgo, capital da África do Sul, matando 69 pessoas e ferindo outras 186, entre crianças, mulheres e homens negros que protestavam contra a Lei do Passe, que os obrigava a portarem cartões indicativos dos locais por onde podiam circular.

Para o presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira de Araújo, a data representa um dia “especial para a cultura negra”. “O Governo Brasileiro, em articulação com a sociedade civil organizada, tem dado passos largos para desestabilizar a mentalidade que constrói tragédias como a de Sharpeville. As políticas de ações afirmativas, que elevaram consideravelmente o número de negros e negras nas universidades públicas; e a sanção do Estatuto da Igualdade Racial, marco histórico para a construção da igualdade de oportunidades entre negros e não-negros, são dois dos mais recentes passos da política de inclusão para o acesso aos bens econômicos e culturais do País”, destaca Araújo.

Ele lembra, no entanto, que ainda há muito a ser feito. “Os afro-brasileiros ainda são as maiores vítimas de homicídio no país e dizimam, em sua maioria, jovens negros, segundo estudos sobre violência urbana da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)”, observa o presidente da Fundação Cultural Palamares. Para Eloi Ferreira de Araújo tal realidade deve constar das prioridades das celebrações durante 2011, instituído, também pela ONU, como o Ano Mundial dos Povos Afrodescendentes.

(Fotomontagem: Daiane Souza/FCP)

fonte www.minc.gov.br

Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo ficará com inscrições abertas até o dia 25 de março

Cinesul
Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo ficará com inscrições abertas até o dia 25 de março
Cineastas de todo país terão até o próximo dia 25 de março para se inscreverem no Cinesul 2011 – 18° Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, que acontece no Rio de Janeiro de 14 a 26 de junho. Para participar da mostra competitiva poderão ser inscritas obras em qualquer suporte de ficção ou documentais divididas nas seguintes categorias: longa-metragem (mais de 61 minutos) e curta e média-metragem (até 60 minutos).

Os trabalhos deverão ter sido finalizados entre 2009 e 2010 e não devem ter sido exibidos em salas comerciais brasileiras ou na televisão aberta. O Cinesul terá exibições no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Ponto Cine e nos pólos de exibição no interior do estado do Rio de Janeiro.

O Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo – foi criado, em 1994, no Rio de Janeiro como uma mostra de cinema e vídeo dos países do Mercosul, a partir de iniciativa do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, tendo ampliado seu alcance já em sua terceira edição. Ao longo desses anos, cresceu e se estabeleceu definitivamente como uma vitrine da produção cinematográfica latino-americana. Desde a edição de 2006 passou a aceitar nas mostras competitivas trabalhos da Península Ibérica e, desde o ano 2008, filmes em todos os suportes.

Em sua edição de 2010, o festival selecionou para exibição cerca de 250 filmes de cinematografias de países como Brasil, Argentina, México, Espanha, Venezuela, Guatemala, Chile, Peru, dentre outros. Destes, 19 longas e 54 curtas e médias-metragens participaram da mostra competitiva e os demais chegaram às telas em mostras paralelas. Além dos filmes, o festival prestou homenagem à cineasta brasileira Lúcia Murat e ao Estúdio Cinédia, pelos seus 80 anos, e realizou o seminário “Cinema e História”.

Em 2010, 977 filmes foram inscritos para participar do festival. Do Brasil vieram mais da metade das produções, seguido da Espanha, Argentina e Venezuela. Países como França, Inglaterra e Canadá também inscreveram obras que versavam sobre algum tema ligado à latinidade.

Inscrições

As inscrições deverão ser feitas em formulário disponível no site www.cinesul.com.br . Até a data de postagem devem ser encaminhados por correio os seguintes materiais: ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada pelo realizador ou produtor; e uma cópia do filme ou vídeo proposto no formato DVD (região zero ou 4). O endereço é Pulsar Artes & Produção /Cinesul 2011 (Rua Senador Dantas, 29 sala 34 – CEP: 20031-202 – Rio de Janeiro – Brasil).

A ficha de inscrição deve também ser enviada por e-mail para o endereço festivalcinesul@gmail.com . O prazo limite para o recebimento dos trabalhos é 1º de abril. A confirmação do recebimento da inscrição será através de e-mail. O resultado da seleção será comunicado a todos os participantes a partir do dia 20 de abril no endereço www.festivalcinesul.blogspot.com

fonte www.minc.gov.br

Lançado Banco de Perucas

No Rio de Janeiro, foi lançado o Banco de Perucas online, para atender pacientes em tratamento de quimioterapia sem condições de adquirir uma peruca nova. Esta é uma iniciativa da Fundação Laço Rosa que quer ajudar a melhorar a autoestima de mulheres vítimadas pelo câncer. O Banco de Perucas online recebe doações de perucas, como das mulheres que já venceram a doença, e depois entrega para mulheres do Brasil inteiro, cadastradas no site da Fundação: http://www.fundacaolacorosa.com.

Aí mais uma excelente iniciativa vinda da sociedade e não de governos. Muito bacana!!!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Lançado Livro infantil que combate a pedofilia

Veja ilustrações do livro infantil que combate a pedofilia
da Livraria da Folha


http://livraria.folha.com.br/catalogo/1163580/segredo-segredissimo


Avaliado por educadores, livro aborda a questão do abuso infantil


Lançado pela Geração Editorial, "Segredo Segredíssimo" é uma publicação pioneira no Brasil. A polêmica provocada pelo assunto faz com que o gênero seja raro em todo o mundo.


A autora, Odívia Barros, combina a narrativa convencional de um livro para crianças com a seriedade que a questão exige.


Destinado à educação infantil, o título conta a história de Adriana, uma menina que guarda um segredo que a entristece. Por sorte, Alice, uma amiga muito esperta, a ajuda dando conselhos valiosos.


O volume foi avaliado por educadores e pode ser adotado por pais, responsáveis e professores. As ilustrações são de Thais Linhares, designer gráfica que produziu roteiros para a revista "O Menino Maluquinho" e escreveu "Vovó Dragão", da editora Nova Fronteira. Conheça, abaixo, algumas imagens do exemplar.


fonte: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/888476-veja-ilustracoes-do-livro-infantil-que-combate-a-pedofilia.shtml

quinta-feira, 10 de março de 2011

Receita de Samba

Recebi do meu amigo Jean Carvalho, de Brasília/DF, a indicação do receitadesamba.blogspot.com. Caramba, samba da melhor qualidade, para quem gosta deste gênero tipicamente brasilieiro, talvez da Bahia, talvez do Rio de Janeiro. Mas, deixando a polêmica da origem de lado, aconselho você a acessar lá e cair no samba, afinal, quem não gosta de samba, bom sujeito não é.

sábado, 5 de março de 2011

CULTURA VIVA: A política pública do bem comum

CULTURA VIVA

A política pública do bem comum

Ponto de Cultura pressupõe autonomia e protagonismo sociocultural
potencializados na articulação em rede e se expressa no reconhecimento e legitimação
do fazer cultural das comunidades, gerando empoderamento social. Mais que uma
ação de governo, Ponto de Cultura é um conceito de política pública, que se articula
em um programa muito mais amplo: Cultura Viva.

No primeiro documento de formulação do programa, escrito por mim em
2004, esta integração entre Ponto de Cultura e o Cultura Viva já foi apresentada de
forma clara: “O Cultura Viva é concebido como uma rede orgânica de gestão, agitação
e criação cultural e terá por base de articulação o Ponto de Cultura”.

Se Ponto de Cultura é o ponto (base) de apoio, o Cultura Viva é a alavanca.
Coração e pulmão pulsando em cadência, ativando um fluxo contínuo de vida.
Como parte de um sistema vivo, o Ponto de Cultura funciona como sedimentador
de iniciativas e ações; são essas ações que garantem a vitalidade do sistema,
alimentando-o constantemente de novas idéias e fazeres. Essa concepção de sistema
vivo faz com que o uno e o múltiplo sejam complementares, e ao mesmo tempo
diversos. Ao observar a logomarca do Cultura Viva e do Ponto de Cultura, percebe-se
esta integração e complementariedade: o Ponto representado por uma figura humana
de braços abertos (em referência ao “Homem Vitruviano”, de Leonardo da Vinci), em
torno do qual pulsam ondas de afecção (em referência ao pensamento filosófico de
Espinosa), e o Cultura Viva promovendo a integração dessas figuras humanas, que se
encaixam e conectam-se. Eu sou, eu posso, este é o conceito.

Em torno do Ponto de Cultura são desenvolvidas inúmeras ações,
que funcionam como usinas de força, irrigando as entidades culturais com novos
questionamentos e idéias: Cultura e Saúde, Escola Viva (integração escola/
comunidade/cultura), Pontinhos (cultura infantil e lúdica), Mestres da Cultura
Popular e Griôs (aproximando conhecimento tradicional com a educação), Pontos
de Mídia Livre (fortalecendo os meios de difusão da cultura, notamente sites e
blogs independentes, TVs e rádios comunitários), Interações Estéticas (incentivando
a experimentação artística a partir da integração entre artistas profissionais e
comunidade). São muitas as possibilidades de combinação; é exatamente por isso
que o programa Cultura Viva e os Pontos de Cultura tem conquistado cada vez
mais reconhecimento, tanto por parte dos grupos culturais do Brasil e do exterior,
de governos e universidades, sendo que o programa começa a ser adotado como
referência em diversos países.

Se Ponto de Cultura é a simplicidade (reconhecimento das iniciativas
culturais já desenvolvidas e o seu fortalecimento com o suporte de R$ 60 mil/ano), o
Cultura Viva é a complexidade. E se complementam em um tecido comum, para além
das determinações e acasos. São as ações e interações do Cultura Viva que fazem

com que o programa mantenha esse caráter questionador em diversas relações: na
relação entre Estado e Sociedade, no próprio aparato burocrático do Estado, junto às
organizações e movimentos sociais (que também passam por mudanças de enfoque,
entendimento e relações de poder) e no processo criativo da própria cultura.

Tendo idealizado e cuidado da implantação do programa por quase seis
anos e acompanhando os mais de 3.000 Pontos de Cultura espalhados por todo
o Brasil, nas diversas áreas, dos sertões ao litoral, de aldeias indígenas às grandes
cidades, de grupos de cultura tradicional a vanguardistas, chego à conclusão que
este programa também poderia ser interpretado como um jogo matemático, ou um
exercício de filosofia coletiva.

Segundo pesquisa do IPEA, são mais de 8 milhões de pessoas envolvidas na
rede de Pontos de Cultura, participando em níveis diferentes, alguns como gestores,
outros como professores e oficineiros, artistas, criadores, alunos, consumidores,
público apreciador. No futuro vale uma pesquisa qualitativa para entender melhor
como acontece esse processo de apropriação (e como a comunidade, efetivamente,
participa do Ponto), mas já é possível tirar algumas conclusões: um Ponto que apenas
participa do programa como forma de receber recursos e se fecha em casulo, definha;
outros, que se jogam na rede, se abrem para o novo, explodem em criatividade e
emancipação. O Maracatu Atômico de Jorge Mautner e Nelson Jacobina é recriado
no Canavial, em Aliança (zona da mata de Pernambuco) junto com mestre Duda e Biu
do Coco; indígenas fazem cinema, idealizam, roteirizam, dirigem e encenam os seus
próprios filmes, falados em Ashaninka, Huni-Kuni, Kuikuro, Ikepeng, o índio na visão do
índio, na frente e atrás das câmeras; assim como os jovens das favelas, das periferias,
fazendo seus filmes, teatro, literatura; ou nos assentamentos do MST; ou artistas e
jovens das universidades, do CUCA da UNE que, com o Ponto de Cultura, descobrem
um novo Brasil.

É neste jogo matemático e exercício de filosofia coletiva que está o aspecto
mais instigador do programa. São integrações das mais diversas, unindo pessoas e
grupos sociais que antes não teriam condições de aproximação verdadeira. É neste
processo de aproximação que pode ocorrer um desenvolvimento cultural efetivo.
Com liberdade, e sem imposições, as pessoas começam a se reconhecer de maneira
mais funda, percebendo o que é essencial em sua identidade. E ao redescobrirem sua
identidade ganham condições de praticar a alteridade, de se perceber no “outro”.
Identidade + Alteridade = Solidariedade. Uma solidariedade que vai além de palavras,
efetiva, porque vivenciada.

O Cultura Viva, como política pública, atua em diversos campos: cultura
como expressão simbólica, como cidadania, como economia. E envolve valores. Que
economia? Qual o sistema de trocas? Inclusão social ou emancipação? Qual cultura
expressar? Quais direitos? Multiculturalismo ou transculturalidade? O Brasil é um
exemplo de identidade cultural que se expressa na própria diversidade; uma cultura
mestiça, que junta todas as culturas numa só - sem que as singularidades se percam
na multidão. A forma de revelar e fortalecer essas singularidades foi encontrada
com o estúdio multimídia (pequeno equipamento digital para audiovisual, com
computadores operando como ilha de edição em software livre). O estúdio multimídia
é o único elemento comum a todos os Pontos de Cultura, o único item obrigatório, isso

porque só se é Ponto, quando há disposição para a troca; e troca só se faz com registro
e circulação. O Estúdio Multimídia representa colocar os meios de produção nas mãos
de quem faz cultura (qualquer semelhança com o pensamento original de Marx não
é mera coicidência: os meios de produção nas mãos dos produtores, pois só assim
deixaremos de ser indivíduos alienados).

O elemento emancipador do programa ocorre da interação dialética deste
processo: autoreconhecer-se / reconhecimento no outro; cultura de si / cultura do
comum. Daí a passagem de estágio (individual, grupal ou social), do “em si” para
o “para si”, alcançando a emancipação. A emancipação é essencial para definir um
Ponto de Cultura, sem ele, diria que uma entidade, mesmo recebendo recursos
governamentais e mantendo uma relativa autonomia na gestão destes recursos, não
se realiza como Ponto de Cultura. Ela pode prestar serviços para sua coletividade, mas
sua ação restrita não faz com que cada indivíduo “cultive seus dotes e possibilidades
em todos os sentidos” (A ideologia Alemã – Marx e Engels). Exemplos? Entidades que
passam anos oferecendo cursos de iniciação artística para jovens nas periferias e que,
ao não questionarem o sistema de um modo mais abrangente, não formam valores,
não se contrapõem à realidade. No máximo qualificam a maneira que estes jovens
vão pedir dinheiro em cruzamentos das grandes cidades, fazendo malabarismos ou
até mesmo se perdendo para a criminalidade. Ao manter uma aparente distância
da política, essas entidades, notadamente ONGs alimentam uma conduta de
conformidade e acomodação ao sistema, impedindo que a emanciapação seja a tônica
de seu trabalho.

Para além da construção de prédios ou a simples transferência de recursos
para organizações culturais, o objetivo é intensificar a interação entre os sujeitos e seu
meio, dando sentido educativo à política pública e promovendo o desenvolvimento
a partir da apropriação coletiva dos conceitos e teoria do programa. Um programa
construtivista, ou fenomenológico, que tem por princípio o compartilhamento de
ideias e valores. Compartilhamento que ocorre pela partilha do sensível, trazendo um
forte componente de encantamento e magia, potência e afeto.

A palavra Cultura é uma das mais difíceis de conceituar e vai se
modificando ao longo do tempo. Cultura vem de cultivo e, por isso mesmo, é próxima
do conceito de agricultura. Exatamente isso: preparar a terra, arar, semear, regar,
acompanhar o crescimento das plantas, protege-las de pragas e ervas daninhas,
colher, selecionar as sementes e..., começar tudo novamente (ao menos este é o
processo enquanto o mundo das sementes geneticamente modificadas e patenteadas
ainda não domina por completo a produção de alimentos). Com a Cultura é a mesma
coisa. Tendo sido responsável pela idealização e implantação do programa Cultura Viva
e dos Pontos de Cultura, diria que a Cultura deve vir sempre acompanhada palavras
iniciadas com “E”; no início identifiquei 3 “Es”: Ética, Estética, Economia, agora penso
que é preciso incorporar mais uma palavra iniciada com “E”: Educação. Os “Es” da
Cultura.

Ao integrar sistema de valores em uma forma prática e simbólica, vamos
rompendo com as barreiras da alienação (elemento vital no processo de dominação
capitalista) e ao fazer isso construimos um processo educativo que pode resultar
em novas práticas sociais e econômicas. Que praticas seriam estas? Uma economia

solidária, com trabalho compartilhado, comércio justo, consumo consciente e respeito
ao trabalho humano, ao meio ambiente e à criatividade. Ou seja, não há como
desenvolver uma política cultural emancipatória sem a triangulação Cultura/Economia
Solidária/Meio Ambiente. Simples. Mas oposto da prática econômica e social vigente.

Parece estranho colocar esses princípios filosóficos na apresentação de
uma política pública. Mais comum é apresentar um programa sob a lógica da técnica
(que se torna ideologia em sua aparente neutralidade e, como ideologia, incorpora
os valores do sistema dominante), com dados, objetivos, metas e indicadores. Tudo
isso é importante, e foi feito na construção do Cultura Viva. Mas mais importante
são os conceitos, os princípios, os valores. Um programa como o Cultura Viva e os
Pontos de Cultura só pode ser idealizado a partir da lógica do bem comum e não da
acumulação privada. Este não é um simples programa de transferência de recursos
para que as entidades culturais gerem seus pequenos espaços (com pequenos
recursos e pequenos objetivos). Claro que há o componente do recurso financeiro,
e ele é necessário e foi realizado com eficácia, de tal modo que os recursos em
2010 chegaram a mais de mil municípios do Brasil, nas mais remotas e esquecidas
comunidades do país. Porém, de muito mais valor, são os princípios da partilha,
da generosidade e da coragem de romper barreiras (e preconceitos). Este é um
ideal comunista. Não o comunismo que conhecemos no século XX, que nem era
comunismo, mas socialismo, com economia planificada, muita burocracia e pouco
espaço para a liberdade de iniciativa. Aqui falo de um ideal de valor comunista no
sentido etimológico da palavra; Comunismo: comunidade, comunhão, bem comum.

Por estar alicerçado no ideal do bem comum o Ponto de Cultura tem
sido tão bem aceito, nas mais diferentes esferas de governo e partidos. Claro que
não há o entendimento pleno deste caráter emancipador do Ponto de Cultura, mas
esta é uma proposta ampla, em que cabem todas as pessoas de boa vontade (aqui
ressalvo, no discurso todos cabem, mas na prática as condutas são outras, pois há uma
submissão aos interesses individuais e de classe, assim como da ideologia dominante,
cujos valores intangíveis atravessam as práticas – valores como egoísmo, ambição
desmedida, hedonismo, imediatismo, tão presentes na ideologia neoliberal). O Ponto
de Cultura também exercita um outro tipo de Estado, de compartilhamento com
a sociedade, ao mesmo tempo leve e presente, ampliado; um Estado Vivo. Neste
exercício, ao invés de esconder as contradições na relação entre Estado/Sociedade,
essas limitações e barreiras vão sendo escancaradas até que novos padrões se
apresentem. Quais paradigmas precisariam mudar?

Da política pública focada na estrutura para o foco no fluxo.

Do Estado que impõe para o Estado que dispõe.

Do Estado que concentra (riquezas, informação e poder) para o Estado que
libera energias.

Do Estado impermeável para o Estado penetrável.

Do Estado que esconde para o Estado transparente.

Do Estado que controla para o Estado que confia.

Do povo que transfere responsabilidades para o povo que participa.

Da desconfiança à confiança, gerando responsabilidade e liberdade.

Da carência para a potência.

Talvez a chave para essas mudanças de paradigmas na relação Estado/
Sociedade esteja exatamente no último padrão que precisa ser mudado (carência/
potência). As políticas públicas, em qualquer lugar do mundo, são formuladas a partir
do critério da falta, da vulnerabilidade. Daí o assistencialismo (tanto nos modelos
de Estado de Bem Estar Social do pós II Guerra, como em quaisquer outros) e a
ausência de políticas efetivamente emancipatórias. Com o Ponto de Cultura partimos
do oposto, buscamos a potência, a capacidade de agir e transformar que todos os
indivíduos e grupos possuem, mas que, ao longo de 5.000 anos de civilização foram
deprimidos, sufocados. Por isso falo do caráter subversivo do Ponto de Cultura.
Alguém pode usar a expressão “caráter subversivo do programa” de forma maldosa,
até porque quem domina e oprime não pode conviver com a potência e a liberdade,
mas insisto neste sentido de subversão de valores porque ele é fundamental,
estruturante para um novo salto de civilização. A civilização do III milênio pressupõe
a quebra de hierarquias culturais (portanto, de poder simbólico) e a construção de
novas legitimidades com o reequilíbrio entre poderes (relação povo/estado). Não é
exatamente isso que o povo (em todos os lugares), mesmo sem saber como fazer,
deseja?

“O povo sabe o que quer, mas também quer o que não sabe” (letra de
Gilberto Gil). O Ponto de Cultura veio para isso: que o povo se des-esconda e se
assuma como povo. Sempre com muita arte, amor e alegria, pois essa é a prova
dos “nove”. Que tenhamos coragem para avançar neste processo.

Célio Turino – Historiador, escritor e gestor de políticas públicas. Foi
secretário da Cidadania Cultural – Ministério da Cultura entre 2004/2010, onde
idealizou e implantou o Programa Cultura Viva e os Pontos de Cultura. É autor de: “NA
TRILHA DE MACUNAÍMA – ócio e trabalho na cidade”, Ed. SENAC/2005 e “PONTO DE
CULTURA – o Brasil de baixo para cima”, Ed. Anita Garibaldi/2009.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Diálogo Cultural Aberto entre Governo e sociedade civil

Diálogo Aberto
Ministra recebe representantes de Pontos de Cultura de São Paulo, Goiás e do Distrito Federal
Representantes dos Pontos de Cultura dos estados de São Paulo, Goiás e do Distrito Federal foram recebidos nesta terça-feira (22) pela ministra da Cultura, Ana de Hollanda. No encontro que aconteceu no auditório Sérgio Motta, na sede do MinC, a ministra destacou o comprometimento do atual Ministério com o Programa e lembrou que o Cultura Viva é prioritário na agenda de compromissos e de pagamentos do Ministério.

O secretário executivo, Vitor Ortiz, enfatizou que “este ano será de ajuste, um ano para arrumar a casa, saldar as pendências e projetar os próximos quatro anos”.

A futura secretária da Cidadania e Diversidade Cultural, Marta Porto, explicou a fusão das secretarias da Diversidade Cultural e da Cidadania Cultural vai representar o fortalecimento dos programas que eram executados por essas áreas. “Nesses oito anos, temos um acúmulo de experiências dos pontos de cultura, das ações de diversidade que podem contribuir com o debate sobre o papel da cultura na construção de um país desenvolvido e justo”.

Daniel Marostegam, do Ponto de Cultura Nós Digitais, de São Paulo, frisou o interesse do grupo pela consolidação dos canais de comunicação com o Ministério e propôs uma agenda especial com o GT de Cultura Digital. “O nosso interesse em dialogar é absoluto. Estamos aqui agora e já havíamos tido os fóruns sobre os pontos em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de uma reunião com parte da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. “O diálogo vai existir para tudo”, informou a ministra durante a reunião. Na opinião de Ana de Hollanda, o trabalho deve ser compartilhado em todos os aspectos. “Vamos trabalhar com base no diálogo, na confiança e no crédito”, concluiu.

Para Adriano Paes, do Ponto de Cultura Pombas Urbanas, de São Paulo, a reunião representa um avanço para o diálogo com o Ministério. “A gente ainda tem uma ansiedade com relação aos nossos prazos e compromissos, mas a expectativa que a gente tinha, de chegar em Brasília, ser ouvido, e começar um diálogo, foi correspondida. A ministra nos deu um ótimo sinal ”, comemorou. Marcos Pardim, do Ponto de Cultura Itu, também viu um resultado positivo no encontro. “A gente se sente plenamente contemplado, pois pudemos falar, pudemos debater, nos sentimos muito felizes. Para nós é uma vitória gigantesca”, afirmou.

O encontro teve a participação de cerca de 30 representantes dos Pontos de Cultura dos dois estados e do Distrito Federal.

http://www.cultura.gov.br/site/2011/02/22/dialogo-aberto/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cultura: do pensamento para o entretenimento

Cultura: do pensamento para o entretenimento
por Almandrade | terça-feira, 15 fevereiro 2011

Nada mais desprezível e repetitivo do que certas falas sobre cultura que jorram nos congressos, seminários, na mídia, hoje em dia. A impressão é que houve uma perda da capacidade de produzir pensamento e a ausência de platéias seduzidas pela reflexão. Não se interroga a produção simbólica, faz-se reivindicações, relatos, comentários para animar um auditório acostumado ao olhar da televisão. Se algum dia na história, o filósofo, o intelectual, o crítico, o artista, o poeta ocupavam o lugar privilegiado de formar opinião, hoje, esse lugar é ocupado pelo produtor, o empresário cultural, o profissional de marketing. E a cultura é vista apenas como um agente de estímulo da economia de uma sociedade em declínio.

O discurso fica na superficialidade. Que a cultura é um bem de consumo, ninguém duvida, gera emprego, garante retornos significativos para a economia de uma cidade. Mas os profissionais do marketing, os políticos e os empresários ignoram na cultura a sua lógica: a do sentido, que ela é uma dimensão da existência do homem. “O que chamamos ‘cultura’, portanto é a ciência e a consciência com que o homem ocupa o espaço e o tempo de sua morada histórica. E o homem culto é aquele que cultiva essa ciência e essa consciência.” (Gerardo Mello Mourão). A cultura é um conjunto de práticas por onde transitam uma autonomia, a experiência de uma saber e uma política específica. O patrocínio, que substituiu o antigo mecenato, reduziu os problemas da cultura às leis da economia e o poder do patrocinador acabou decidindo sobre padrões estéticos ou linguagens. Há uma valorização arbitrária de um produto cultural em detrimento de outro e a divulgação fica submetida a um jogo de poder de quem manipula direta ou indiretamente com os mídias e o mercado.

Somente com talento e invenção é difícil competir no mercado. Os profissionais que ganharam celebridade através do marketing cultural animam o espetáculo que faz da cultura um supermercado de entretenimentos. “Nos meios de comunicação, a confusão que se estabelece entre o princípio tradicional de celebridade baseado nas obras, e o princípio midiático baseado na visibilidade da mídia é cada vez maior.” (Pierre Bourdieu). A cultura passa a ser apenas o que ela representa no campo da economia e da diversão. Enquanto se discute as leis de incentivo à cultura, não se discute a idéia de cultura e as instituições culturais não cumprem o papel de difundir um princípio de cidadania cultural. Uma política cultural indecisa, calcada em princípios pouco profissionais que desprezam ou desconhecem o fazer e suas materialidades específicas. E sem trabalhos, sem críticas, sem um suporte que sustente a formação e a divulgação da informação não vamos construir nenhuma credibilidade cultural. “A arte age e continuará a agir sobre nós enquanto houver obras de arte” (Merleau-Ponty). E não discursos sobre as obras.

Uma cidade, um Estado, um País passam a ter uma existência cultural e conquistam um reconhecimento no futuro quando aprendem a respeitar seus artistas e intelectuais, quando aprendem a conviver e garantir as disparidades culturais. Entendemos que as instituições culturais como fundações, universidades, museus etc. têm um papel importante a cumprir na produção e divulgação da informação dos produtos artísticos acima de compromissos pessoais e políticos que ignoram a natureza das linguagens artísticas. “No curso de grandes períodos históricos, juntamente com o modo de existência das comunidades humanas, modifica-se também seu modo de existir e perceber” (Walter Benjamin). A produção cultural participa dessas mudanças com a tarefa de transformar a realidade dentro de um território determinado da sociedade e do pensar onde a cultura age.


Almandrade http://

Artista plástico, poeta e arquiteto Para mais artigos deste autor clique aqui

http://www.culturaemercado.com.br/opiniao/pontos-de-vista/cultura-do-pensamento-para-o-entretenimento-2/

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mutirão de amor à leitura na NossaCasa



Convidamos você, amante da leitura, a participar de um mutirão de amor na NossaCasa de Cultura e Cidadania. Será dia 23/02(4ª feira), das 08:00 às 20:00 horas. Vamos todos juntos, exercitar a solidariedade poeticamente, cuidar dos milhares de livros doados pela comunidade à nossa biblioteca comunitária BArca das Letras 24 horas.

Nosso endereço:
Av. Ernestino Borges 567-A
entre General Rondon e Eliezer Levi
Bairro Laguinho
Macapá/AP

Amantes da leitura (crianças, adolescentes, jovens, adultos, melhor idade), unamo-nos, por amor à arte e à cultura. Participe, venha ler, recitar poesias, cantar, pintar o 7. Também não esqueça de trazer sua arte, sua doação de livros e de participar das intervenções megafônicas da Rádia NossaCasa, ao vivo!!!

Mais informações:
NossaCasa de Cultura e Cidadania
(96) 8129 1837 Claro (Jonas Banhos)
(96) 8138 9162 Tim (Jonas Banhos)
(96) 9139 0464 Vivo (Rita de Cácia)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Fábrica é acusada de poluir igarapé

Fábrica é acusada de poluir igarapé
Karina Miotto
14 Fev 2011, 00:00


Foto tirada pelo líder comunitário de Santana mostra peixes mortos no igarapé no começo deste ano


Às margens do Igarapé do Corrêa, em Santana (Amapá) se veem as casas de famílias ribeirinhas. Porém, bem perto dali, uma fábrica do Grupo Simões vem há anos, segundo a associação comunitária local, poluindo o corpo d'água. O Grupo é um dos maiores conglomerados empresariais da região Norte e é responsável pela produção e distribuição de refrigerantes como Coca Cola e Tuchaua.

A empresa chegou em Santana em 83. Em 95, aconteceu a primeira mortandade de peixes. De lá para cá, o fato já se repetiu mais três vezes, a mais recente em 14 de janeiro deste ano conforme relato dos próprios moradores. “A água tem odor forte, a população cava poço para beber água, mas o lençol freático está contaminado, as pessoas comem ou já comeram peixes do Igarapé do Corrêa e também devem estar contaminadas. O desastre é maior, porque este mesmo igarapé desemboca suas águas no rio Amazonas através do rio Matapi”, afirma Mário Ricardo Nascimento de Oliveira, presidente da Associação de Moradores da Vila Amazonas.


Grupo Simões é distribuidora da Coca Cola na região (foto Mario Ricardo Nascimento)

De acordo com ele, isso vem acontecendo devido aos resíduos químicos da empresa que são despejados no igarapé. “Coletamos amostras de água e de peixes”, afirma Nascimento.

A fábrica confirma que despeja efluentes no igarapé, mas informa que em 2000 colocou em funcionamento uma estação de tratamento e que direciona a água tratada a um tanque com peixes tambaquis, antes de dispensar os efluentes.

“Fazemos análises internas e externas, contratamos laboratórios. Diariamente de quatro em quatro horas monitoramos o que vai para o igarapé. Pelos dados que temos, nossos efluentes não são os causadores da mortandade”, afirma Dahlson Abreu, gerente industrial do Grupo e até o começo deste ano gerente ambiental na empresa.

Desde que os peixes passaram a morrer, Nascimento afirma que moradores do local têm chamado a atenção das autoridades. “Nunca fomos atendidos pelo poder público local, que não toma nenhuma providência no que diz respeito aos danos ambientais que esta fábrica de bebidas vem causando. O impacto é alarmante”, diz Nascimento.

Maurício Souza, diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP) confirma que de fato as gestões anteriores não deram andamento nas denúncias. “De agora em diante o órgão será cada vez mais transparente e está de portas abertas para receber os comunitários. Eles podem me procurar pessoalmente”, garante.

“Queremos ser ouvidos. Sabemos o que está acontecendo e não podemos permanecer calados. Procuramos a empresa e nunca fomos recebidos. Ela nega as acusações perante a imprensa”, afima, em contraponto, o líder comunitário. A comunidade diz que nunca recebeu nenhum tipo de compensação pelos danos causados.

Abreu, do Grupo Simões, afirma que “não dá para falar em compensação quando não existe a comprovação de que nossa empresa é o agente causador do que vem ocorrendo”. “Estamos abertos para dialogar e identificar de que forma podemos colaborar para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que ali residem”, responde a empresa, por meio de sua assessoria de comunicação.

Investigação


Foto: Maria Ricardo Nascimento

A Secretaria de Estado e Meio Ambiente do Amapá recebeu em janeiro uma denúncia dos moradores que acusam o Grupo Simões de danos ambientais ao igarapé. No mesmo mês o IMAP foi até a empresa e fez uma vistoria. “O igarapé é pequeno e vamos verificar se ele tem capacidade de receber a carga da fábrica e se autodepurar”, diz Souza.

Ele afirma que a mortandade está de fato acontecendo, mas que faltam dados técnicos para responsabilizar o Grupo Simões. “Isso pode ter como causa uma série de fatores: resíduos químicos da empresa, temperatura da água, esgoto doméstico. Vamos analisar a qualidade da água e aguardar os resultados”, afirma.

Se comprovado que os efluentes resultantes da fabricação de refrigerantes têm causado a poluição das águas do local, a empresa será autuada. “Ela terá que fazer as readequações necessárias. Também podemos entrar com medida compensatória junto às comunidades, acionar outros órgãos públicos e disponibilizar infraestrutura sanitária para aliviar a pressão sobre o igarapé”, complementa Souza.

Abreu observa que a fábrica está disposta a colaborar nas investigações sobre a mortandade.

“A maioria das famílias que morava nas proximidades foi embora por causa da poluição. Os processos são decididos entre eles e os laudos se perdem, mas não vamos desistir”, afirma Nascimento. Conforme o diretor do IMAP, na semana que vem amostras da água serão enviadas para um laboratório independente. O resultado das análises deve sair dentro de dez a 15 dias e dirá quem está com a razão.
fonte: http://www.oeco.com.br/reportagens/24803-fabrica-de-refrigerates-e-acusada-de-poluir-igarape-no-amapa

Projeto leva arte e literatura ao Interior de Roraima

Boa Vista, 14 de fevereiro de 2011

Projeto leva arte e literatura ao Interior de Roraima

Começa na próxima sexta-feira (18) uma viagem literária pelo interior de Roraima. O projeto Caminhada Arteliteratura fará rodas de leitura e sessões de artes plásticas em quatro comunidades indígenas de Boa Vista e Pacaraima. Além disso, a equipe do Coletivo Arteliteratura Caimbé vai entregar kits com livros de autores roraimenses e promover o encontro destes escritores com o público das localidades visitadas.

A Caminhada Arteliteratura foi uma das cinco ações selecionadas na região Norte pela Funarte (Fundação Nacional de Artes) e o Ministério da Cultura para receber a bolsa de circulação literária 2010. Além das comunidades Campo Alegre e Vista Alegre (Boa Vista) e Boca da Mata e Sorocaima II (Pacaraima), as atividades serão desenvolvidas no município de Palmares – Pernambuco.

As primeiras comunidades visitadas serão Campo Alegre e Vista Alegre, localizadas na Terra Indígena São Marcos, após o rio Uraricoera. O projeto criado pelo jornalista e escritor Edgar Borges será realizado em conjunto com o contador de histórias Tana Halú e a poeta Zanny Adairalba, seus companheiros no Coletivo Caimbé. Matérias e fotos dos preparativos do projeto já estão disponíveis no blog www.caminhadaarteliteratura.blogspot.com.

A intenção da Caminhada Arteliteratura é utilizar e estimular a prática da leitura para contribuir com o processo de desenvolvimento social das comunidades atendidas e também divulgar a produção literária roraimense em novos nichos. Para isso estava prevista a doação de 10 kits com 15 livros locais. Graças à colaboração de alguns autores e instituições, o número subiu e as comunidades indígenas receberão, cada uma, 30 exemplares de prosa e poesia roraimense.

O acesso a materiais de leitura permite a expansão do universo cultural do leitor, que passa a visualizar novos sentidos no cotidiano. As ações propostas no projeto também pretendem estimular o público a investir mais na busca espontânea pelo livro e pela arte.

Na segunda visita às comunidades de Roraima, o Coletivo Caimbé levará escritores para conversar com os moradores, propiciando uma interação autor-leitor raramente vista no Interior do Estado.

CAMPANHA - Começou este mês uma campanha de arrecadação de livros para serem doados a moradores de Boa Vista e das quatro comunidades atendidas pelo projeto Caminhada Arteliteratura. A ação não estava prevista no projeto aprovado pela Funarte mas atende plenamente à essência da Caminhada, que é ampliar o alcance do publico beneficiado ao mundo literário.

A meta é implantar e fortalecer bibliotecas comunitárias em Campo Alegre, Vista Alegre, Sorocaima II e Boca da Mata. 20% dos livros arrecadados serão destinados à implantação de uma biblioteca comunitária no bairro Jardim Caranã, zona oeste de Boa Vista, no mesmo endereço onde funciona a Casa Cultural do Coletivo Arteliteratura Caimbé. A previsão é que comece a funcionar no primeiro semestre deste ano.

A campanha vai até a última semana de março e os livros serão entregues nos meses de abril e maio. Não serão aceitas doações de revistas e livros didáticos.
Os pontos de entrega são a Livraria Saber, na avenida Major Willians, Centro, o Centro Multicultural da Orla Taumanan, rua Floriano Peixoto, Centro, e o Museu integrado de Roraima.

Interessados em contribuir com a campanha também podem enviar livros para o endereço: Caminhada Arteliteratura - Rua da Gravioleira, 556, Paraviana, Boa Vista, RR - 69307-230 – A/C Edgar Borges.

QUEM FAZ A CAMINHADA:
Edgar Borges - Autor e coordenador do projeto, jornalista, sociólogo, escritor, representante da região Norte no Colegiado Setorial de Livro, Leitura e Literatura do Conselho Nacional de Política Cultural.
Zanny Adairalba - Compositora e poeta. Cursa Administração. Na área pública, atua como Gestora/ Consultora Cultural.É co-responsável pela elaboração e execução de eventos culturais de pequeno, médio e grande porte realizados no Município de Boa Vista.
Tana Halú - Fotógrafo, artista plástico e contador de histórias. Tem dois livros publicados em parceria com a escritora Aléxia Link. Com Edgar e Zanny, integra o Coletivo Arteliteratura Caimbé.


--
Edgar Borges
(95) 9111 - 4001
msn:edborges5@hotmail.com
Twitter: @borgesedgar
Blog Crônicas da Fronteira: www.edgarb.blogspot.com

Projeto Caminhada Arteliteratura (www.caminhadaarteliteratura.blogspot.com)

Coletivo Arteliteratura Caimbé: http://literaturacaimbe.blogspot.com

Blog Cultura de Roraima: www.culturaderoraima.blogspot.com

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Lançamento do Livro "Palavras em Preto e Branco", de Zanny Adairalba

Zanny Adairalba lança livro de poemas “Palavras em Preto e Branco”

A poeta Zanny Adairalba realiza no próximo sábado (12/2) o lançamento de seu livro de poemas Palavras em Preto e Branco. A sessão de autógrafos será feita na Livraria Saber, às 9h.

A obra é uma mistura de pensamentos, cantigas, protestos e repentes, conforme a escritora. “Escrevi uma viagem literária que vai da encantadora lírica nordestina, retratando o cotidiano dos sertões, aos nossos belos lavrados”, afirma Zanny, que é de família pernambucana e mora em Roraima desde 1992.

O livro foi publicado pela editora paraense Cromos. O escritor e editor Cláudio Cardoso diz, no prefácio de Palavras, que Zanny “domina o vocábulo além do usual, fazendo poesia pura contra o cotidiano da mesmice”.

Com mais de 30 músicas gravadas por outros intérpretes, Zanny compõe escreve versos desde a infância. Possui textos premiados e publicados em coletâneas, jornais e mídia eletrônica, é membro fundadora do Coletivo Arteliteratura Caimbé (associação cultural amazônica que tem como principal objetivo fomentar a cidadania e a cultura usando como ferramenta a literatura) e na área pública atua como gestora/ consultora cultural.

Além de Palavras em Preto e Branco, os amantes da poesia poderão adquirir outras obras de Zanny disponíveis na livraria Saber: o livro Micropoemas e os cordéis Raimundinho, seu Raimundo e as descobertas de um novo mundo; Maria Varre Mundo; Casa Pequena; e Garimpo de Fronteira, o encontro de Canaimé com dona Ritinha.

Contato com a autora: 95-9139-4345.

Serviço:
O que: manhã de autógrafos de Palavras em Preto e Branco, de Zanny Adairalba
Quando: Sábado, 12 de fevereiro, às 9h
Onde: Livraria Saber, avenida Major Williams, Centro.